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FILME SOBRE A TRAJETÓRIA DE ZÉ CELSO E SUA LUTA JUNTO AO TEATRO OFICINA TEM MUTIRÃO ARTÍSTICO PARA A SUA ESTREIA NOS CINEMAS NO DIA 20 DE JULHO |
| Longa-metragem MAQUINA DO DESEJO, de Joaquim Castro e Lucas Weglinski, chega ao circuito cinéfilo como um rito de passagem do artista que transformou diversas gerações de brasileiros |
| Trailer: https://youtu.be/HIh7QbRdNVs |
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| Após uma jornada de vitórias em festivais, MÁQUINA DO DESEJO, um filme sobre a fantástica trajetória de José Celso Martinez Corrêa, o inigualável Zé Celso, chega ao circuito dos cinemas brasileiros mediante a um mutirão artístico que, mobilizado com a tragédia que nos levou sua presença, pretende seguir a sua luta. O documentário é uma codireção entre Joaquim Castro e Lucas Weglinski e terá sua pré-estreia no dia 19 de julho, quarta-feira, às 21h, ocupando as três salas do Espaço Itaú de Cinema Augusta, em São Paulo, com entrada gratuita. O lançamento comercial acontecerá no dia seguinte, quinta-feira, 20 de julho. Será um Rito ao Zé! A dupla de diretores transformou ao longo de sete anos um acervo de mais de seis décadas de registros; entre filmagens de cineastas e videomakers, arquivos de cinematecas, TV's nacionais e internacionais, além de muitas gravações feitas pelo próprio Teatro Oficina, resultando no maior registro histórico de uma das mais longevas companhias de teatro em atividade permanente do Brasil. A distribuidora Descoloniza Filmes, que planejava o lançamento para outubro, topou com os diretores esse ato no calor da urgência do fogo criador que sempre caracterizou Zé. Sem qualquer edital ou patrocínio, vão estrear no choque dos acontecimentos. O filme narra em uma linguagem única as mais de seis décadas de trabalho contínuo que transbordou o palco e penetrou na história do Brasil. Um mergulho nas entranhas criadoras da companhia que faz da liberdade de criação uma conquista irreversível. |
| Sinopse Em mais de seis décadas, o Teatro Oficina faz mais que revolucionar a linguagem teatral no país: a influência estética da companhia de José Celso Martinez Corrêa estende-se da invenção do Tropicalismo à renovação das linguagens audiovisuais, performáticas, arquitetônicas, musicais brasileiras e muito mais a partir dos anos 1960 até hoje. O filme revisita uma história que envolve personalidades como Caetano Veloso, Glauber Rocha e Lina Bo Bardi, dissolve barreiras entre teatro, ecologia, arquitetura e sexualidade, e mistura arte e vida na eterna busca de uma linguagem verdadeiramente brasileira. Direção, Roteiro e Montagem: Joaquim Castro e Lucas Weglinski Premiações e Festivais: Visão dos Diretores: Há 65 anos, o Oficina enfrenta diversos obstáculos impostos por regimes autoritários e censura, além de estar envolvida em questões sociais urgentes. Revivemos os desafios enfrentados por José Celso Martinez Corrêa e as diversas formações do Tyaso do Oficina ao longo do tempo, destacado seu compromisso com a liberdade de criação, a reexistência e a defesa dos direitos humanos. O super objetivo da Cultura. Como Zé sempre disse: Cultura não é coisa de domingo, de lazer, super estrutura, mas sim a (infra)estrutura da própria vida. E mesmo nos momentos mais antidemocráticos da história, a cultura fervilha, enfrenta e apresenta novos caminhos. É o eterno retorno da luta entre a Guerra e o Desejo. É a história de um dos movimentos culturais mais influentes do Brasil, mas também a história do Audiovisual no Brasil, uma vez que sua história acompanha o desenvolvimento dos formatos audiovisuais nos últimos 80 anos. Desde filmagens em família dos anos 1930 até fragmentos de filmes de cineastas incríveis como Zé do Caixão, Luiz Rosemberg Filho, Eryk Rocha, de várias gerações. Também podemos ver fragmentos de filmes realizados pelo Teatro Oficina que estiveram em festivais como Cannes e Berlim. É também sobre como sua arte influenciou músicos como Caetano Veloso e Chico Buarque, cineastas como Glauber Rocha e Rogério Sganzerla e movimentos de Arte como a Tropicália e a Antropofagia. E não termina aqui. Temos influência na Arquitetura e seus principais símbolos no Brasil, como Lina Bo Bardi, Edson Elito, Flávio Império e Hélio Eichbauer, e no Urbanismo e Ecologia. Oficina é um agente cultural que dialoga com a história do Brasil como um todo e no filme podemos ver como lutou contra a Ditadura Brasileira e esteve presente e filmou a Independência de Moçambique (África) e a Revolução dos Cravos em Portugal. Um time totalmente inusitado compõe o coro polifônico que narra o filme: Ítala Nandi, Renato Borghi, Célia Helena, Antonio Abujamra, Dina Sfat, Lina Bo Bardi, Azis Ab´Saber, Maria Alice Vergueiro, Bete Coelho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Fernanda Montenegro, Elke Maravilha e Maluf são algumas dessas improváveis combinações que só o Oficina poderia nos proporcionar. Sobre Joaquim Castro Sobre Lucas Weglinski MÁQUINA DO DESEJO. (2021) Prêmio EDT de Melhor Montagem, Menção Honrosa no É Tudo Verdade 2021, Melhor Longa no Mix Brasil, Melhor Contribuição Artística no CineVitória, Prêmio Especial do Júri no Festival Da Fronteira, Melhor Documentário no FICCSUR no Chile, Prêmio Memória do País nos 25 Anos de Brazilian Film Festival (NY, LA e Miami), Menção Especial no Arquivo em Cartaz, Finalista ao Prêmio ABCine de Melhor Edição. Filme e Diretor Convidado em Harvard - Estados Unidos e Queer Porto - Portugal (2022) MÚSICA NATUREZA. (2022) Prêmio de Melhor Documentário no LABRFF - Los Angeles 2022, Melhor Filme, Melhor Edição e Melhor Desenho de Som no Sunworld Film Festival (India), Melhor Diretor de Documentário New Wave Munich, Prêmio Empoderamento Feminino no Tokyo International Film Festival, Melhor Produção no Seoul International Film Festival e Melhor Documentário New York Tri State Film Festival 2023. Filme convidado da Universidade de Minessota (EUA) Maio de 2023, participações em festivais: Visions Du Reel 2023 (Suiça), Festival Latino de San Francisco 2022 (EUA), Inffinitto Film Festival (Miami), Toronto Indie Festival, Festival das Marias (Brasil e Portugal), BDMG (Brasil). Participa na Seleção Oficial de importantes festivais internacionais, tais como o Festival de Cannes, Sundance, IDFA, Guadalajara, Havana, San Francisco, Los Angeles, Tokyo, Seoul, e nacionais, como São Paulo, RJ, Tiradentes, Vitória, João Pessoa, Curitiba, Porto Alegre, Maranhão, Belém, etc. E em mostras no MoMA-NY, Beaubourg-Paris, MALBA-Buenos Aires, INHOTIM-MG, MIS-SP, CCSP, CCBB-RJ, Parque Lage-RJ, entre outros. Sobre a Descoloniza Filmes |
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