| Em AGENTE DAS SOMBRAS,
o diretor Mark Williams (“Um homem de família”) pode deixar sua
imaginação correr solta. Pode criar cenas de ação ousadas e perigosas,
pois a integridade do astro do filme, Liam Neeson, estava protegida
graças ao uso de uma tecnologia inovadora: a combinação de projeções em
LED com a Unreal Engine Technology. Dessa associação, que cria realidade
virtual, o filme pode contar com cenas de perseguição e interatividade
entre as personagens. O longa chega aos cinemas em 10 de fevereiro, pela
Califórnia Filmes. Neeson,
em sua persona de herói de filmes de ação, interpreta aqui Travis Block
um homem que trabalha para o FBI, mas ele não é um agente – ao menos,
não um comum. Ele se move pelos bastidores, e precisa investigar uma
conspiração que pode estar acontecendo dentro da entidade, quando um
agente começa a questionar seus superiores. Este sujeito está mentindo?
Ou estaria ele falando a verdade, e esta colocará em xeque um código
moral? “Ele
é um cara preso em sua própria vida, numa situação em que foi leal a
uma pessoa por toda sua carreira. E nesse momento, começa a questionar
que ele pode ter feito a escolha errada. Ultimamente, ele também tem
feito coisas que não acha corretas, e por isso está procurando uma
maneira não só de resolver a situação, mas também sua vida”, define Williams, que assina o roteiro do filme com Nick May. O diretor do FBI, Bill Robinson, é interpretado por Aidan Quinn, que, conforme explica o Williams, “há
muito tempo, é um homem em uma situação de poder e controle. A relação
dele com Block está num momento crítico – trabalharam juntos há anos. No
começo, eram amigos, mas durante suas carreiras, Robinson subiu de
posição ganhou poder, enquanto Block continuou no mesmo lugar.” Em AGENTE DAS SOMBRAS,
Emmy Raver-Lampman, da série “The Umbrella Academy”, interpreta uma
ambiciosa jornalista e destemida interessada em desvendar a verdade,
enquanto Taylor John Smith faz Dusty Crane, um agente secreto
emocionalmente instável que se tornou uma ameaça ao FBI. Williams,
que nos seus créditos tem a criação da série “Ozark”, conta que se
inspirou num projeto do FBI dos anos de 1960 e 1970 para o filme. “Trata-se
de um programa de contra-inteligência que envolvia uma série de
intervenções ilegais que visavam a vigilância, a infiltração, o
descrédito e a destruição de organizações políticas internas dos Estados
Unidos.” Em AGENTE DAS SOMBRAS,
Block, um personagem fictício, funciona como um olhar profundo na
organização interna do FBI. Trabalhando na surdina, sua função é
encontrar agentes secretos que estão com problemas e os salvar. Ele
percebe, no entanto, que pode estar sendo usado e procura maneiras de
descobrir a verdade. Williams,
que já trabalhou com Neeson, quando produziu “Legado Explosivo”,
confessa que se sente um sortudo por ter o ator em seu elenco. “Desde
nossa primeira parceria, percebi que ele é muito sincero, honesto,
empenhado em seu trabalho e uma pessoa generosa. Trocamos muitas ideias
sobre o personagem, e como ele poderia ser desenvolvido, em especial no
aspectos emocionais. Nós nos entendemos muito bem, e colaboramos juntos
nesse processo.” AGENTE DAS SOMBRAS será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes. |
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