O Cinema francês percorre o Brasil
Mais uma das muitas comemorações do Ano da França no Brasil, o SESC e a Embaixada francesa realizam, em parceria, a Mostra do Cinema Francês Contemporâneo. Exibindo oito filmes franceses, produzidos entre 2000 e 2007 vão itinerar por 231 Centros de Atividades do Sesc em todo o país. No Paraná, a mostra acontece durante todo o mês de Novembro nas cidades de Curitiba, Campo Mourão, Ivaiporã, Foz do Iguaçu, Marechal Cândido Rondon, Paranaguá, Guarapuava, Cornélio Procópio, Cascavel, Maringá, Paranavaí e Apucarana. Para saber sobre a programação, contate o Sesc da sua cidade.
O objetivo da mostra é permitir maior acesso a essas obras e o diálogo entre artistas, intelectuais e o público em geral. Para o Sesc, promover a Mostra significa levar ao público brasileiro questões da contemporaneidade francesa, como mais um caminho para a compreensão das nacionalidades. Desta forma, o cinema, mídia que faz parte da programação da entidade desde os anos 1970, cumpre sua missão educativa.
A curadoria dos filmes foi feita pela tradicional revista Les Cahiers Du Cinéma, promotora histórica da reflexão sobre a arte do cinema. Segundo Jean-Michel Frodon, Diretor de Redação da publicação até junho deste ano, os longas selecionados para exibição na mostra refletem a França contemporânea e não se assemelham esteticamente aos filmes da Nouvelle Vague. Porém, a narrativa, a crença na força do documentário e a audácia formal presentes no movimento francês da década de 1960 podem ser encontrados ao longo da programação.
Confira abaixo os filmes da Mostra:
A esquiva de Abdellatif Kechiche
Até Já de Benoit Jacquot
Assassinas de Patrick Grandperret
De Volta à Normadia de Nicolas Philibert
O Último dos Loucos de Laurent Achard
Povoado Number One de Rabah Ameur-ZaÏmeche
A França de Serge Bozon
Tudo Perdoado de Mia Hansen-Love
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
KARAOKÊ CORAL na PRAÇA RUI BARBOSA
A obra da artista francesa Camille Henrot fez muito curitibanos cantarem karaokê, em plena praça Rui Barbos, na área central de Curitiba.
A obra instalação denominada “Karaokê Coral”, faz parte do calendário oficial do Ano da França no Brasil
Projeta uma enorme "boca vermelha" em um telão de 6 metros por 5 foi atração ontem das 17 às 22 horas, na praça Rui Barbosa. A instalação funcional e interativa, além dessa tela, estavam dispostos 30 microfones, à disposição do público passante.
A praça Rui Barbosa, tem seu maior movimento, no fim da tarde, início da noite, por onde passam diariamente cerca de 250 mil pessoas, começou a tocar uma trilha sintetizada de “Pense em Mim”, sucesso da dupla sertaneja Leandro e Leonardo. Aos poucos, os lábios do telão se moveram formando as palavras da letra da música.
Assim foi e começou o “Karaokê Coral”, uma vídeo-instalação da artista francesa Camille Henrot, que faz parte do calendário oficial das comemorações do Ano da França no Brasil.
Estive lá e conversei com a produtora cultural Celeste Fernandez e também com Marili Zim, da FCC, e fiquei sabendo: .. Que a ideia, criada em 2006 para o evento cultural Nuit Blanche, em Paris, era promover um karaokê coletivo em um espaço público.
No lugar do texto, como em um karaokê tradicional, estava a boca gigante articulando as canções populares de amor. “Frequentemente a gente escuta as mesmas músicas no rádio ou então nas lojas, tanto que hoje elas substituíram os discursos de amor, fazem parte da memória coletiva”, explicou.
No total são 15 canções, todas escolhidas por serem muito populares; de imenso apelo afetivo: É o amor! Para as instalações em Curitiba e Porto Alegre, foram selecionadas, principalmente, músicas brasileiras, que vão desde o mais popular, até clássicos da música popular brasileira, como a canção “Carinhoso”, de Pixinguinha, sem deixar de fora representantes da língua francesa, reforçando o intercâmbio entre os dois países. No caso, a canção escolhida foi “Je t’aime moi non plus”, de Serge Gainsbourg.
O local para a vídeo-instalação foi escolhido pela própria artista com o objetivo de levar a arte para quem não tem acesso a ela. O gramado no meio da praça recebeu a floresta de microfones e o telão. Perguntada sobre a expectativa com relação à reação do público, Camille Henrot disse que queria que as pessoas cantassem e se soltassem. “As canções hoje possuem um significado para cada pessoa e é como se cada um possuísse uma versão própria para as músicas. Por isso a ideia do karaokê”, declarou Camille.
Logo na primeira música, quem passou pela praça foi atraído pelo som característico de karaokê. No começo, a maioria da multidão era formada por curiosos. Poucos se arriscavam a cantar no microfone, como a manobrista Zilma de Souza. Ela passou pela praça na hora do almoço, soube da instalação e voltou para cantar um pouco. “O bom é que como cantamos no meio de um monte de gente, podemos nos soltar. É uma forma de se descontrair e de brincar”, comentou depois de usar um dos microfones. Outra que aproveitou para cantar foi a professora de filosofia Sofia Gollnick. Ela havia saído para tomar um café com a tia que a avisou da instalação. “Achei a ideia bem interessante e estou impressionada com a quantidade de pessoas que estão participando”, afirmou.
O karaokê não passou despercebido por quem não sabia da instalação. O telão com a boca vermelha gigante foi o que atraiu o estudante de design Diego Correa. “O cenário inteiro é intrigante. Ninguém costuma ver uma boca grande no meio de uma praça com várias pessoas em frente plantadas como árvores cantando”, contou, explicando ainda que não cantaria por estar atrasado para a aula.
Contente com a reação do público, Camille Henrot ainda ressaltou a importância de ações como o Ano da Franca no Brasil para o intercâmbio cultural. “Essas ações sempre trazem uma boa perspectiva de ações culturais. A iniciativa é muito boa”, acrescentou.
Para acompanhar sobre o projeto visite www.karaokecoral.com
...
NESTA SEXTA-FEIRA, a instalação de Curitiba, o “Karaokê Coral” de Camille Henrot segue para Porto Alegre, e será instalada no Parque Farroupilha, Parque da Redenção (perto do espelho d'água) das 17h30 às 22h30, segundo a informação da produtora
cultural Celeste Fernandez.//
Veja também http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=931678&tit=Praca-Rui-Barbosa-vira-palco-para-karaoke-gigante-ao-ar-livre
A obra instalação denominada “Karaokê Coral”, faz parte do calendário oficial do Ano da França no Brasil
Projeta uma enorme "boca vermelha" em um telão de 6 metros por 5 foi atração ontem das 17 às 22 horas, na praça Rui Barbosa. A instalação funcional e interativa, além dessa tela, estavam dispostos 30 microfones, à disposição do público passante.
A praça Rui Barbosa, tem seu maior movimento, no fim da tarde, início da noite, por onde passam diariamente cerca de 250 mil pessoas, começou a tocar uma trilha sintetizada de “Pense em Mim”, sucesso da dupla sertaneja Leandro e Leonardo. Aos poucos, os lábios do telão se moveram formando as palavras da letra da música.
Assim foi e começou o “Karaokê Coral”, uma vídeo-instalação da artista francesa Camille Henrot, que faz parte do calendário oficial das comemorações do Ano da França no Brasil.
Estive lá e conversei com a produtora cultural Celeste Fernandez e também com Marili Zim, da FCC, e fiquei sabendo: .. Que a ideia, criada em 2006 para o evento cultural Nuit Blanche, em Paris, era promover um karaokê coletivo em um espaço público.
No lugar do texto, como em um karaokê tradicional, estava a boca gigante articulando as canções populares de amor. “Frequentemente a gente escuta as mesmas músicas no rádio ou então nas lojas, tanto que hoje elas substituíram os discursos de amor, fazem parte da memória coletiva”, explicou.
No total são 15 canções, todas escolhidas por serem muito populares; de imenso apelo afetivo: É o amor! Para as instalações em Curitiba e Porto Alegre, foram selecionadas, principalmente, músicas brasileiras, que vão desde o mais popular, até clássicos da música popular brasileira, como a canção “Carinhoso”, de Pixinguinha, sem deixar de fora representantes da língua francesa, reforçando o intercâmbio entre os dois países. No caso, a canção escolhida foi “Je t’aime moi non plus”, de Serge Gainsbourg.
O local para a vídeo-instalação foi escolhido pela própria artista com o objetivo de levar a arte para quem não tem acesso a ela. O gramado no meio da praça recebeu a floresta de microfones e o telão. Perguntada sobre a expectativa com relação à reação do público, Camille Henrot disse que queria que as pessoas cantassem e se soltassem. “As canções hoje possuem um significado para cada pessoa e é como se cada um possuísse uma versão própria para as músicas. Por isso a ideia do karaokê”, declarou Camille.
Logo na primeira música, quem passou pela praça foi atraído pelo som característico de karaokê. No começo, a maioria da multidão era formada por curiosos. Poucos se arriscavam a cantar no microfone, como a manobrista Zilma de Souza. Ela passou pela praça na hora do almoço, soube da instalação e voltou para cantar um pouco. “O bom é que como cantamos no meio de um monte de gente, podemos nos soltar. É uma forma de se descontrair e de brincar”, comentou depois de usar um dos microfones. Outra que aproveitou para cantar foi a professora de filosofia Sofia Gollnick. Ela havia saído para tomar um café com a tia que a avisou da instalação. “Achei a ideia bem interessante e estou impressionada com a quantidade de pessoas que estão participando”, afirmou.
O karaokê não passou despercebido por quem não sabia da instalação. O telão com a boca vermelha gigante foi o que atraiu o estudante de design Diego Correa. “O cenário inteiro é intrigante. Ninguém costuma ver uma boca grande no meio de uma praça com várias pessoas em frente plantadas como árvores cantando”, contou, explicando ainda que não cantaria por estar atrasado para a aula.
Contente com a reação do público, Camille Henrot ainda ressaltou a importância de ações como o Ano da Franca no Brasil para o intercâmbio cultural. “Essas ações sempre trazem uma boa perspectiva de ações culturais. A iniciativa é muito boa”, acrescentou.
Para acompanhar sobre o projeto visite www.karaokecoral.com
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NESTA SEXTA-FEIRA, a instalação de Curitiba, o “Karaokê Coral” de Camille Henrot segue para Porto Alegre, e será instalada no Parque Farroupilha, Parque da Redenção (perto do espelho d'água) das 17h30 às 22h30, segundo a informação da produtora
cultural Celeste Fernandez.//
Veja também http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=931678&tit=Praca-Rui-Barbosa-vira-palco-para-karaoke-gigante-ao-ar-livre
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
DNA PARISIENSE NO QUINTANA CAFÉ

Quintana abre exposição fotográfica sobre Paris de Guilherme Pupo
A mostra do fotógrafo Guilherme Pupo sobre a vida na capital francesa abre nesta quinta-feira no Quintana Café e permanece até 14 de outubro.
O Quintana Café & Restaurante , Avenida Batel, 1440 inaugura a exposição DNA Parisiense, do fotógrafo curitibano Guilherme Pupo. A mostra é uma homenagem ao Ano da França no Brasil e traz imagens de pessoas das ruas, praças e cafés de Paris. A exposição conta com o apoio das empresas Ibiza e Tienda.
Sem focar os famosos pontos turísticos da capital francesa, as fotos de Guilherme Pupo destacam personagens que circulam pelas ruas de Paris e o cotidiano de alguns parisienses. A maioria das imagens foi feita em movimento, durante caminhadas, no estilo street photography, que consagrou grandes mestres no século passado, como Henri Cartier-Bresson, Robert Frank, Alfred Eisenstaedt, W.Eugene Smith, Robert Doisneau e Saul Leiter.
Além da exposição, o público poderá conferir a apresentação do duo Kadu Lambach (guitarra) e Cristian Julian (baixo elétrico), que presta homenagem ao guitarrista e compositor belga Django Reinhardt e ao violinista francês Stephane Grappelli no projeto semanal Quinta do Quintana.
O evento de abertura da exposição começa às 19h30 com a entrada é franca. Mais informações pelo telefone (41)3078-6044.
Sobre Guilherme Pupo
Guilherme Pupo começou a fotografar aos 9 anos de idade com uma câmera Kodak Instamatic 101, que ganhou de presente de seus pais. Formado em jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, atuou como assessor de imprensa e foi repórter em diversos veículos do Paraná. Em 2001 escolheu a fotografia como profissão. Atualmente colabora para publicações como Folha de São Paulo e diversas revistas nacionais, e também atua na área de fotografia empresarial e corporativa. Mais informações sobre o fotógrafo podem ser encontradas em www.guilhermepupo.com.br
Serviço: Aberturta da exposição DNA Parisiense
Imagens do fotógrafo Guilherme Pupo.
Apresentação dos músicos Kadu Lambach e Cristian Julian.
Quintana Café & Restaurante
Avenida Batel, 1.440 - Batel -Telefone (41)3078-6044.
Dia 27 de agosto, quinta-feira, a partir das 19h30.
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Quintana Café
quinta-feira, 23 de abril de 2009
ROBERT DOISNEAU EM CURITIBA
Exposição de fotos de Robert Doisneau abre hoje em Curitiba e abre o calendário oficial do ano da França no Brasil
Um dos primeiros eventos da programação oficial do Ano da França no Brasil, a exposição “Fotos de Robert Doisneau – A Renault de Doisneau” estréia na próxima semana na Casa Andrade Muricy, em Curitiba. Em cartaz a partir de 24 de abril, a exposição permanece aberta ao público, com entrada franca, até 14 de junho. Em seguida, será apresentada em São Paulo, de 27 de outubro a 6 de dezembro, na FIESP. A mostra traz 106 fotografias tiradas por Doisneau, em dois momentos de sua carreira.
“Mais do que uma exposição de fotografias, esta iniciativa representa uma oportunidade especial para a Renault mostrar ao público brasileiro um rico acervo de obras que fazem parte de seu patrimônio e história. As exposições estarão no Brasil pela primeira vez em um ano que não poderia ser melhor, o ano em que a Renault comemora dez anos de produção de automóveis no País”, afirma Jean-Michel Jalinier, Presidente da Renault do Brasil.
O autor da foto “O Beijo do Hotel de Ville”, que celebrizou o beijo de um casal em frente à prefeitura da Paris de 1950, teve em sua trajetória profissional duas passagens pela Renault. Na primeira, entre 1934 e 1939, como funcionário da montadora, fez um registro sensível e histórico de operários, linhas de produção, prédios de unidades fabris e, principalmente, do crescente papel do automóvel na sociedade pós-guerra. Desta coleção, figuram imagens que fazem a ponte entre arte e indústria e da relação do homem com o trabalho e seu ambiente.
Na segunda fase, quando voltou à fábrica já como fotógrafo consagrado, Doisneau produziu fotos publicitárias dos principais lançamentos da montadora, aproximando o automóvel do mundo do glamour e da sofisticação.
“Além de registrar a memória emocionante de um lugar e de uma época, essas fotos nos permitem acompanhar o começo e a evolução de um grande artista. O impacto de suas imagens é causado por uma combinação perfeita entre preparação e construção meticulosa da imagem, por um imenso carinho pelos temas e por uma grande porém discreta liberdade de tratamento”, afirma Ann Hindry, membro da seção francesa da Associação Internacional de Críticos de Arte, curadora da coleção de Arte da Renault e da exposição no Brasil.
Arte moderna no Ano da França
Complementando sua participação no calendário oficial que marca o Ano da França no Brasil, a Renault traz ao País também parte da sua coleção de arte moderna, considerada uma das mais notáveis entre empresas privadas. A mostra “Uma Aventura Moderna” - Exposição da Coleção de Arte Renault reúne trabalhos de artistas como Jean Dubuffet, Miró, Victor Vasarely, Robert Rauschenberg, Erró, Jean Tinguely, Alechinsky e Niki de Saint Phalle, entre outros. A exposição também contará com passagens por Curitiba (16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer) e São Paulo (11 de setembro a 15 de dezembro, no MAC Bienal). A exposição apresentará 96 obras produzidas entre 1965 e 1985 por artistas apoiados pela Renault. Por duas décadas, a empresa investiu em artistas de vanguarda para estimular a produção artística e assim realizar a ligação entre arte e mundo industrial.
Serviço: “Fotos de Robert Doisneau – A Renault de Doisneau”
Local: Casa Andrade Muricy, na Rua Doutor Muricy, 915 – Centro.
Para o público: Apartir de amanhã dia 24 de abril, com a palestra de em>Ann Hindry Curadora de Arte da Renault, das 14 às 15 horas, no Auditório Brasílio Itiberê,na Secretaria de Estado da Cultura.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
DOISNEAU EM CURITIBA
A exposição de fotos Robert Doisneau será realizada em Curitiba
No Paraná, a mostra abre o calendário oficial do Ano da França no Brasil
Abril é o mês que abre as comemorações do “Ano da França no Brasil”. Uma das primeiras ações do calendário oficial do ano – a primeira, no Paraná, são as “Fotos de Robert Doisneau” – Exposição “A Renault de Doisneau”. A mostra chegará ao País no dia 24 de abril e trará 106 imagens de um dos maiores fotógrafos do século XX. Em sua primeira etapa, a exposição acontecerá em Curitiba até o dia 14 de junho, na Casa Andrade Muricy, órgão da SEEC-Secretaria de Estado da Cultura do Paraná. Em seguida, vai para São Paulo de 27 de outubro a 6 de dezembro, na FIESP. A entrada é gratuita em ambas temporadas.
Autor da foto “O Beijo do Hotel de Ville”, que celebrizou o beijo de um casal em frente à prefeitura da Paris de 1950, o fotógrafo Robert Doisneau teve em sua trajetória profissional duas passagens pela Renault. Deste trabalho resultaram as fotos do acervo, de propriedade da empresa e que compõem a mostra. Na primeira fase, entre 1934 e 1939, Doisneau produziu, como funcionário regular da Renault, uma série de fotografias de veículos, peças e das fábricas da marca nos arredores de Paris. Nesta fase, registrou com sensibilidade e um olhar único a transformação da indústria e do automóvel. Na segunda fase, entre 1946 e 1955, voltou à Renault já como fotógrafo consagrado para produzir fotos publicitárias dos principais modelos da montadora.
Arte moderna e indústria
Complementando sua participação no calendário oficial que marca o Ano da França no Brasil, a Renault traz ao País também parte da sua coleção de arte moderna. A mostra “Uma Aventura Moderna” reúne trabalhos de artistas como Jean Dubuffet, Miró, Victor Vasarely, Robert Rauschenberg, Matta, Takis, Erró, Jean Tinguely, Alechinsky, Michaux e Niki de Saint Phalle. A exposição também se realizará em Curitiba – de 16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer.
Em São Paulo, de 11 de setembro a 15 de dezembro, no Museu de Arte Contemporânea (MAC Bienal).
Serviço: Exposições Renault no “Ano da França no Brasil”
“Fotos de Robert Doisneau” – Exposição “A Renault de Doisneau”
Em Curitiba: de 24 de abril a 14 de junho, na Casa Andrade Muricy
Endereço: Rua Doutor Muricy, 915 – Centro.
Entrada gratuita.
Em São Paulo: de 27 de outubro a 6 de dezembro, na Fiesp
Avenida Paulista, nº 1313 –Cerqueira César.
Entrada gratuita.
“Uma Aventura Moderna” - Exposição da Coleção de Arte Renault Em Curitiba: de 16 de maio a 9 de agosto, no Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico;
Em São Paulo: de 11 de setembro a 15 de dezembro, no Museu de Arte Contemporânea (MAC Bienal – Parque do Ibirapuera).
Entrada gratuita.
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