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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

CONSTRUINDO PONTES SERÁ EXIBIDO NO ESPAÇO ITAÚ


O longa da diretora Heloisa Passos tem a primeira exibição pública em Curitiba neste sábado, dia 11 de Novembro

Sessão, que será às 21h no Espaço Itaú de Cinema do Shopping Crystal, faz parte da programação do Festival de Cinema da Bienal de Curitiba

FACEBOOK: https://www.facebook.com/CONSTRUINDOPONTES.BUILDINGBRIDGES/
FOTOS | CARTAZ: https://goo.gl/7nz64n
TREASER: https://vimeo.com/232999768  

Heloisa Passos, responsável pela direção de fotografia de mais de 20 títulos, entre os quais Viajo porque Preciso, Volto Porque Te Amo; Mulher do Pai; Lixo Extraordinário e O Que se Move, é hoje membro da Academia de Artes e Ciência Cinematográfica de Hollywood e estreia na direção de longas com CONSTRUINDO PONTES. O documentário fala do embate político familiar e da relação afetiva entre a diretora e seu pai, engenheiro que trabalhou construindo pontes durante a ditadura militar. 


O longa fez parte da seleção da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e foi premiado no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Ainda em novembro, CONSTRUINDO PONTES participa do 19º Festival Kinoarte de Cinema, em Londrina, e será exibido no maior festival de documentários da Europa, o  IDFA, em Amsterdam.

CONSTRUINDO PONTES é um filme que não distingue a política da vida. As reminiscências são como a chegada inesperada de um trem: quando o forte tremor nos obriga a movimentar-nos para vislumbrar, mesmo no escuro, um outro horizonte.

sinopse
Heloisa ganha de presente uma coleção de filmes em Super-8 com imagens das “Sete Quedas”, paraíso natural destruído no início dos anos 80 para a construção da maior usina hidrelétrica do mundo. Falar sobre a construção da usina, realizada no auge do regime militar brasileiro, desperta recordações de um passado imerso em um autoritarismo político e econômico.
Projeções, mapas e fotos são usados como primeiras pontes para se chegar ao passado. Mas é o inevitável presente que golpeia Álvaro e Heloisa quando, diante da conturbada situação política do Brasil de hoje, cada um se coloca em um ponto oposto.

nota da diretora
O filme é conduzido pelas conversas que traço com o meu pai nos dias de hoje. Em busca de uma relação possível com ele, proponho idas ao passado através de projeções de fotos e filmes. Em jantares, na conversa quotidiana, entrelaçamos mundos. Mas o presente mostra suas garras: na televisão, o único tema é a perturbadora situação política do meu país que, menos de 30 anos depois do fim da ditadura, novamente tem o seu processo democrático sob risco. Esta, no entanto, é a minha visão. Para o meu pai, o futuro do Brasil está ligado a uma política autoritária. Proponho uma viagem, só nós dois. As fronteiras entre diretora e personagem foram borradas e estamos, ambos, pela primeira vez, abertos ao inesperado da vida – esta que, por algumas vezes, consegue ser mais inacreditável que a ficção.” 


sobre a diretora
Heloisa Passos é cineasta, produtora e diretora de fotografia de mais de 20 filmes, pelos quais recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Dirigiu a série Caminhos, em coprodução com o SESCTV, e o premiado curta-metragem Viva volta. É membro da Academia de Artes e Ciência Cinematográfica de Hollywood. Construindo Pontes, seu primeiro longa-metragem, recebeu o prêmio IDFA de melhor pitching no DocMontevideo em 2016.
sobre a produtora
A Maquina Filmes tem como principal objetivo contribuir para a produção contemporânea com criatividade e responsabilidade. É produtora de vários curtas que participaram de festivais ao redor do mundo, tais como: New York Film Festival, Uppsala International Short Film Festival, É Tudo Verdade, Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Festival Internacional de Cine Documental y Cortometraje de Bilbao, Festival de Cine Latino-Americano de Havana, Festival Internacional de Cine en Guadalajara. Caminhos, uma coprodução da Maquina com o SESCTV, recebeu o prêmio TAL de melhor série latino americana no DOCMONTEVIDEO, em 2013.
A Maquina é a única produtora brasileira com dois curtas na plataforma The Intercept / Field of Vision.


CONSTRUINDO PONTES
Brasil, 2017, 72 min
Direção: Heloisa Passos
Produção: Heloisa Passos e Tina Hardy
Produtora: Maquina Filmes

Distribuição: Espaço Filmes

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

FESTIVAL DE CINEMA DA BIENAL DE CURITIBA ACONTECE EM NOVEMBRO


Nem só de Arte Contemporânea é feita a Bienal de Curitiba. A sétima arte, o cinema, também marca presença no evento. De 9 a 19 de Novembro acontece o Festival de Cinema da Bienal de Curitiba, o FICBIC. O festival terá cinco circuitos – o Brasileiro, Clássico, Curto-circuito (infanto-juvenil), Diretor Homenageado, Mundial e Universitário. O Circuito Mundial se divide nas mostras australiana, chinesa, espanhola, norueguesa e israelense. Mais de 100 filmes vão ser exibidos em quatro espaços de Curitiba.

Na noite de estreia, o festival apresenta ao público curitibano o filme Arábia, dos brasileiros Affonso Uchôa e João Dumans (imagem 1). A exibição será às 20 horas no Espaço Itaú de Cinema. No mesmo cinema são exibidos todos os filmes do Circuito Brasileiro, que é o carro-chefe do festival, com exemplos recentes de premiados filmes nacionais. Os outros locais de exibição do Festival serão o Cine Guarani, a Cinemateca e o Cinepensamento; todos, exceto o Espaço Itaú, têm entrada gratuita.


O cineasta homenageado nesta edição vai ser o diretor e roteirista francês Jacques Demy, responsável por clássicos do século passado, como “Pele de Asno”(1970), “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1967) e “Lola, a Flor Proibida”(1961) –todos longas que serão exibidos no FICBIC. A mostra trará cinco obras do diretor, sendo quatro delas em película 35mm.

O circuito Diretor Homenageado tem curadoria de Aristeu Araújo, assim como o Circuito Clássico; já os responsáveis pelos outros circuitos são Nicole Loiola (Circuito Universitário), Mariana Bernal (Curto-Circuito), Paulo Camargo e Denize Araújo (Circuito Brasileiro). 


O Espaço Itaú de Cinema fica na Rua Comendador Araújo, 731, no Batel, e as entradas variam entre três reais (meia-entrada) e seis reais; o Cine Guarani, no subsolo do Portão Cultural, é localizado na Avenida República Argentina, 3430, em frente ao Terminal do Portão; a Cinemateca, fica na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.174 e o Cinepensamento é no 1º andar do SESC Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques, 189, Centro).
Para mais informações, como a programação completa do evento, acesse a página oficial do Festival no Facebook, facebook.com/ficbic/ou o site bienaldecuritiba.com.br/2017/cinema/ 

 Chancelas FICBIC
 Patrocínio: Copel, Fomento Paraná, Sanepar, Itaipu, Eletrobras, Horizons Telecom, Furnas e Huawei.
 Copatrocínio: Fecomércio PR, SESC, SESC Paço da Liberdade
 Apoio Local: Instituto Cervantes em Curitiba, Oppa Design, Cabify, Link Consultoria Contabil, Lumen Audiovisual
Apoio Internacional: Embaixada da República Popular da China no Brasil, Consulado Geral da República Popular da China em São Paulo, Embaixada da Austrália em Brasília, Embaixada Real da Noruega em Brasília, Consulado Geral de Israel em São Paulo, Consulado Geral da Itália em Curitiba, Embaixada da Espanha em Brasília, Crater-Lab, Embaixada da França no Brasil, Cine Maison e Institut Français.
Apoio Institucional: Ministério das Relações Exteriores do Governo Federal, Receita Federal do Governo Federal, INFRAERO e UNESCO – Curitiba Capital do Design, URBS, VG&P.
Veículo Impresso Oficial:  Top View.
Apoio Educacional: Curso de Cinema e Audiovisual da Faculdade de Artes do Paraná - FAP/Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, Departamento de Cultura da UNESPAR, Especialização em Cinema da Universidade Tuiuti do Paraná - UTP, Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS, Universidade Estácio de Sá – UNESA e Escola de Comunicações e Artes – ECA da Universidade de São Paulo - USP.
Hotel da Bienal de Curitiba: Intercity Hotels.
Realização: Ministério da Cultura do Governo Federal, Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, Fundação Cultural de Curitiba/Prefeitura Municipal de Curitiba.