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terça-feira, 28 de julho de 2026

CURTA DOCUMENTÁRIO TRAZ A LUTA DE MULHERES PELA MORADIA NA PERIFERIA DE CURITIBA

Com direção de Luana Muniz, a produção "Tenha Fé nas Mulheres" tem pré-lançamento no sábado (1º) e acompanha as lideranças das comunidades e a luta das mulheres por direitos básicos



Neste sábado (1º), ocorre o pré-lançamento do curta documentário “Tenha Fé nas Mulheres”, obra com direção de Luana Muniz, que registra a luta de mulheres pela moradia e pela construção coletiva de uma vida mais digna na periferia de Curitiba. 

Filmada em 2025, a produção acompanha as lideranças das comunidades e a luta das mulheres por direitos básicos que não são garantidos onde o estado não chega. “Filmar essas histórias é reconhecer a voz, a força e o protagonismo dessas mulheres, além de ser fundamental para pensar como as transformações podem acontecer para além dos centros urbanos, especialmente falando de Curitiba”, comenta a diretora Luana Muniz. 

 

“Tenha Fé nas Mulheres” tem direção de Luana Muniz - Cred Divulgação / Carol Castanho (dir)

O projeto surgiu a partir de uma ponte com o Instituto Democracia Popular - IDP, que trabalha pela regularização de moradia há mais de 10 anos na capital paranaense, e atende as comunidades Nova Tiradentes, 29 de Março e Dona Cida, na CIC. Durante o trabalho, o IDP reuniu relatos sobre a mobilização da comunidade por direitos básicos e pela transformação da vida coletiva. Ao ter contato com esse material, a equipe idealizadora do projeto identificou um ponto em comum: a força de construção das mulheres. Elas mobilizaram suas redes para acolher outras mulheres que fugiam da violência masculina e que precisavam de moradia para criar redes de apoio para a maternidade e o cuidado, construindo caminhos de acesso a direitos básicos. 

Com base nesses depoimentos, a obra teve o objetivo de registrar narrativas de resistência e do trabalho feminino em rede, encontrando brechas e soluções coletivas para a vida na periferia da cidade. Para isso, a equipe realizou rodas de conversa com as moradoras, a partir de uma mediação cuidadosa, para reconhecer e abraçar essas histórias, observar a realidade compartilhada e conversar sobre as mudanças que estão construindo. Foram várias histórias entrecruzadas de mulheres que buscam refúgio para si e seus filhos e que se encontram na luta compartilhada. 

Equipe de mulheres
Além de contar a história de mulheres, o curta-metragem“Tenha Fé nas Mulheres” contou com uma equipe toda feminina, fortalecendo o pensamento e o discurso de mulheres no audiovisual. “Essa escolha também foi fundamental para criar um ambiente mais confortável e acolhedor durante as filmagens, tanto entre equipe, como entre as mulheres e crianças moradoras das comunidades. Acredito que esse cuidado se reflete diretamente na obra, na forma como nos relacionamos com as personagens e na maneira como suas histórias foram compartilhadas”, afirma Muniz.

Pré-lançamento no dia 1º de agosto
O evento de pré-lançamento de “Tenha Fé nas Mulheres” ocorre às 14h30, na sede do Instituto Democracia Popular, localizado na Rua Alm. Gonçalves, 2100, no bairro Rebouças. A entrada é gratuita e aberta ao público. Após a exibição, ocorre um bate-papo com a equipe e as personagens da produção. 

Além disso, um vídeo produzido como resultado das oficinas de audiovisual realizadas com as crianças das comunidades será exibido. A equipe passou uma semana no local, com o apoio de equipe de voluntários, compartilhando as bases do cinema em forma de brincadeira. As crianças puderam experimentar um pouco da linguagem e dos equipamentos utilizados para a produção de um filme.  

“Tenha Fé nas Mulheres” ( Brasil | 2026 | 14’16” | Classificação Livre)
Sinopse: Em comunidades de ocupação urbana, mulheres se tornam refúgio para si e para suas famílias. Constroem seus lares, criam comunidade e lutam por direitos que já eram para ser concedidos. Diante do risco de despejo e da falta de saneamento básico, segurança e educação para seus filhos e filhas, mobilizam redes de cuidado e realização. Na periferia de Curitiba, acompanhamos sua força de reconstrução por uma vida digna.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA, MINISTÉRIO DA CULTURA E GOVERNO FEDERAL. 

Ficha Técnica
Direção: Luana Muniz
Produção: Ana Hupfer
Direção de fotografia: Isa Lanave
Som Direto: Carmen Agulham, Nanashara Scaravelli e Letícia Tambucci
Pesquisa: Julia Bonnet
Montagem: Luana Muniz
Desenho de som e mixagem: Carmen Agulham
Produção Executiva: Ana Hupfer
Mediação das Rodas de Conversa: Tenile Vicenzi
Assistência de Câmera: Nica Chaves
Fotografia Still e Making Of: Florebela Leticia e Carol Castanho
Assistência de Produção: Yasmim Reck e Luanna Mendieta
Áudio Descrição: Leticia Tambucci
Música OriginalBruxaria, composição de B no Beat, AMAIZ e A-Ka
Colorização: Luana Muniz
Design GráficoYasmim Reck, Maira Pires de Castro, Roberta Viani e Bárbara Gantzel
Acessibilidade: Fluindo Libras

COM A PARTICIPAÇÃO DE
Comunidades Nova Tiradentes, 29 de Marco e Dona Cida 
(Cidade Industrial de Curitiba)

Lideranças 
Carlinda Pereira de Almeida
Juliana Almeida Teixeira

Moradores da comunidade 
Adriana de Carvalho França, Adriana Kumiak dos Santos, Ana Caroline Ferreira de Souza, Ana Claudia Santos, Ana Maria Machado (Vózinha), Andréa de Souza Mendes, Aparecida Fagundes de Assis, Arthur Rafael Campos, Cainã Amaral Olimpio, Cleusa Santos, Crislaine Gomes da Silva, Cristiane Gomes de Souza, Francione Ferreira da Silva, Francisca Manuela, Gabriella Guimarães Olimpio, Gabrielle de Carvalho Costa, Ilza Mendes de Souza, Jaci Terezinha Silva, Jhessy Kelly Gomes de Souza, Josefa Ferreira da Silva, Juliana Silva, Karina Guimarães Gonçalvés, Kemylly Anjos Capistrano, Linete Gonçalves dos Santos, Luiz Fernando, Maria Aparecida Moraes, Maria dos Santos, Maria Gorete Ferreira de Souza, Maria Luzia Santos, Myrella Oliveira da Silva, Natália Geane da Silva, Nayane Saraiva, Nicole Gonçalves, Nilza de Fatima Teles, Noah Conceição, Olga Felissaint, Paulo Eduardo Santos, Priscila Garcia, Raquel Pereira de Almeida, Ravy Nolan, Rosa da Silva, Sara Fernanda Pereira, Solene do Rocio, Suelen Cristina de Souza, Vanessa Ferreira e Vitória Vicente.

Serviço:
Pré-lançamento do curta documentário “Tenha Fé nas Mulheres”
Data: 1º de agosto (sábado)
Horário: 14h30
Local: Instituto de Democracia Popular (Rua Alm. Gonçalves, 2100 - Rebouças - Curitiba)
Entrada: gratuita e aberta ao público.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

GRANDES NOMES DO MERCADO DO CINEMA VEM A CURITIBA

Curitiba recebe evento com grandes nomes do mercado do cinema. Programação é inteiramente gratuita

1ª edição do Fórum Metrô ocorre de 6 a 10 de agosto, no Cine Passeio


Primeira edição do Fórum Metrô leva o tema 'As Funções do Cinema' - Cred Natalia Monroe

De 6 a 10 de agosto, Curitiba, que vem se firmando cada vez mais como uma das principais cidades referência no segmento da sétima arte, recebe a primeira edição do Fórum Metrô: “As Funções do Cinema”

Com uma programação inteiramente gratuita, o evento é uma iniciativa do Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro e tem o objetivo de aproximar o público às áreas cinematográficas. 

Contando com a presença de profissionais de diferentes nichos do segmento, o fórum foca no desenvolvimento do mercado audiovisual e no compartilhamento de experiências, com mesas de conversas sobre diferentes funções da área, debates técnicos e artísticos com a participação de profissionais renomados, assim como painéis temáticos sobre “Produção Audiovisual”. Haverá também a “Masterclass de Montagem”, com o premiado Renato Vallone, editor do aclamado filme “A Queda do Céu” e a “Oficina de Assistência de Câmera”, com Filipe Parolin

“O Fórum Metrô é um projeto de caráter inovador no Sul do Brasil, que nasce como um braço do Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro, com o objetivo de fortalecer e desenvolver o mercado audiovisual não só na região, mas também no país, voltado ao  público interessado na arte de fazer cinema”, comenta Anderson Simão, um dos idealizadores do evento. 

Entre alguns dos profissionais confirmados para o Fórum Metrô, estão Mateus Alves, compositor de trilhas sonoras de filmes como “Bacurau” e o comentado “O Agente Secreto”; Lilis Soares, diretora de fotografia premiada no Festival de Sundance;  o diretor e montador Pedro Giongo; o diretor do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, Antonio Gonçalves Junior; a produtora Joana Nin; entre outros. 

Confira a programação:
Quarta-feira (6) - (Cine Passeio)
19h - Filme de abertura: “A Queda do Céu” 

Quinta-feira (7) - (Cine Passeio: Sala de Cursos)
15h - Mesa: Som no Cinema
17h - Mesa: Direção de Arte
19h - Masterclass de Montagem com Renato Vallone(Dia 1)

Sexta-feira (8) -  (Cine Passeio: Sala de Cursos)
15h - Mesa: Assistente de Direção
17h - Mesa: Montagem
19h - Masterclass de Montagem com Renato Vallone (Dia 2)

Sábado (9) -  (Cine Passeio: Sala de Cursos)
15h - Mesa: Trilha Sonora
17h - Painel de Cinema: Produzindo fora da capital

Domingo (10) -  (Cine Passeio: Sala de Cursos)
15h - Mesa: Direção de Fotografia com
17h - Painel de Cinema: Como criar (e manter) uma produtora de cinema 

A programação do 1º Fórum Metrô: “As Funções do Cinema” é inteiramente gratuita e ocorre no Cine Passeio, localizado na Rua Riachuelo, 410 - Centro. As inscrições para a masterclass e paineis podem ser feitas pelo site oficial do www.metrouniversitario.com.br ou pelas redes sociais: Instagram | @metrouniversitário.


Filme de abertura
Como todo bom evento voltado à sétima arte, um aguardado título cinematográfico deve abrir a programação em grande estilo. O longa-metragem “A Queda do Céu”, que participou da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 2024, foi o escolhido para dar início ao Fórum Metrô. 

Cartaz 'A Queda do Céu' - Cred Aruac Filmes

Com direção de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, o documentário, que só chega ao circuito comercial de cinema em novembro deste ano, é baseado no livro e testemunho do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa e do antropólogo francês Bruce Albert, e acompanha o ritual fúnebre Reahu, a mais importante cerimônia dos Yanomami, que reúne centenas de parentes dos falecidos com a finalidade de apagar todos os rastros daquele que se foi e colocá-lo em esquecimento. A produção ainda traz uma contundente crítica xamânica sobre o “povo da mercadoria”, assim chamados por Davi, o garimpo ilgeal e a mistura mortal de epidemias trazidas por forasteiros, chamadas de “xawara” pelos Yanomami. 

Entre alguns dos prêmios conquistados por “A Queda do Céu”, estão o de Melhor Direção de Documentário e Melhor Som no Festival do Rio; o de Melhor Documentário, em Guanajuato, no México; o Prêmio Especial do Júri, no DMZ Docs, na Coreia do Sul; o Grande Prêmio do Júri da Competição Kaleidoscope, no DOC NYC, maior festival de documentários dos Estados Unidos; o de Melhor Montagem na Semana ABC entre outros. 

Assista ao trailer: https://www.youtube.com/watch?v=AsYNUSjsuFg 

A sessão de “A Queda do Céu” no Fórum Metrô ocorre no dia 6 de agosto, às 19h, no Cine Passeio. 

O montador do documentário, Renato Vallone, comanda a “Masterclass de Montagem”, que ocorre nos dias 7 e 8 de agosto. O designer de som da produção, Guile Martins, participará da Mesa: “Som no Cinema”,  no dia 7 de agosto. Ambas as atividades são gratuitas, porém é necessário fazer uma inscrição para a masterclass. 


Nova edição do Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro                                  O Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro, que tem o objetivo de incentivar a produção e a cultura cinematográfica no país, segue para sua oitava edição. 

Com data de realização de 3 a 7 de setembro, na Cinemateca de Curitiba, o evento conta com duas mostras, sendo a competitiva, em que os curtas selecionados competem pelo Troféu Passagem, e a Panorama. Neste ano, a programação conta com cerca de 30 curtas-metragens, vindos de várias regiões do Brasil, como Pernambuco, Ceará, Sergipe, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Espírito Santo. 

Além das exibições na telona, o festival ainda promove debates e discussões com os espectadores, assim como oficinas com temas pertinentes ao universo da sétima arte. Toda a programação é gratuita. 

A oitava edição do Metrô - Festival do Cinema Universitário Brasileiro é realizada com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com Incentivo do Instituto de Oncologia do Paraná - IOP e o Instituto Joanir Zonta, com apoio de Backbros e Cine Passeio.   

Serviço: 1º Fórum Metrô: “As Funções do Cinema”
Programação gratuita
Data: 6 a 10 de agosto
Local: Cine Passeio (R. Riachuelo, 410 - Centro)
Site oficial: www.metrouniversitario.com.br
Instagram@metrouniversitario 
Youtube: http://youtube.com/MetroFestival
Realizada por meio de recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com Incentivo do Instituto de Oncologia do Paraná - IOP e o Instituto Joanir Zonta, 
Apoio: Backbros e Cine Passeio. 

Primeira edição do Fórum Metrô leva o tema 'As Funções do Cinema' Metrô apresenta a primeira edição do Fórum Metrô, com uma programação inteiramente gratuita Filme 'A Queda do Céu' abre o 1º Fórum Metrô

quarta-feira, 26 de março de 2025

AGRUPA CULTURA SE PREPARA PARA EXIBIÇÃO DO FILME "RAPSÓDIA EM AZUL"

                          Agrupa Cultura se prepara para exibição do filme “Rapsódia em Azul

O novo curta-metragem, com roteiro e direção de Marina Barancelli, que reflete de forma poética o racismo no balé e no audiovisual, foi inspirado na história e vida da lendária dançarina e atriz, Josephine BakerRapsodiaemAzul.jpeg

Na foto de Sofia Romani, a bailarina e atriz Kathleen Souza, protagonista do novo curta-metragem da Agrupa Cultura, escrito por Marina Barancelli, num filme que investiga a luta contra o racismo estrutural nas artes. (Para mais imagens acesse: RPS_2025_Fotos Imprensa


Rapsódia em Azul” é um curta-metragem original, dirigido e escrito pela cineasta curitibana Marina Barancelli, com produção da Agrupa Cultura, que traz uma trama poética e sensível, sobre a luta contra o racismo estrutural nas artes, utilizando o balé como cenário para questionar as barreiras enfrentadas por artistas negros. Protagonizado por Ketheleen Souza, o filme se inspira na história de Josephine Baker, considerada a primeira celebridade negra mundial, e revela como o preconceito racial ainda impacta as artes cênicas, especialmente em ambientes tradicionalmente elitistas como o balé clássico. "O filme nasceu da necessidade de confrontar as estruturas que ainda limitam a expressão artística de corpos negros em espaços historicamente brancos", explica Marina Barancelli, diretora do projeto.

Gravado em 2024 no Teatro Fernanda Montenegro, o curta narra a história de Carmen, uma bailarina negra, que realiza o sonho de ser protagonista em um espetáculo de balé clássico.  A produção faz referência direta à icônica "danse sauvage" de Josephine Baker de 1926, quando ela se apresentou no palco com uma saia de bananas em Paris. "Embora aquela performance tenha tornado Baker uma estrela internacional, também reforçou estereótipos raciais sobre o corpo negro. Nossa obra propõe uma reflexão contemporânea sobre o racismo que persiste, questionando a inclusão verdadeira dos artistas negros em ambientes artísticos historicamente brancos", detalha a diretora.


A trilha sonora do filme, inspirada em "Rhapsody in Blue" de George Gershwin (1924), define o tom da obra, estabelecendo conexões com a era do jazz e a transição entre a música clássica e contemporânea. O curta é narrado exclusivamente por meio da expressão visual, destacando o balé como linguagem não-verbal e forma de resistência.


O projeto da Agrupa Cultura priorizou a diversidade e a inclusão desde sua concepção, com uma equipe composta em 50% por profissionais negros e todas as funções principais ocupadas por mulheres. "Criamos uma plataforma para valorização dos corpos negros, dando visibilidade a histórias que precisam ser contadas tanto nas artes cênicas quanto no cinema”, finaliza Marina.

"Rapsódia em Azul" foi realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Sinopse

Silêncio, movimento e um corpo que se recusa a desaparecer. Carmen, uma jovem bailarina negra, é escolhida para protagonizar um espetáculo de balé pela primeira vez. O que parece uma conquista pessoal logo se revela um campo de batalha silencioso — um palco historicamente não feito para corpos como o dela. Inspirado no legado de Josephine Baker, Rapsódia em Azul é um curta-metragem poético e político que explora raça, beleza e resistência por meio do movimento e do silêncio. 

Informações 

Título original: Rapsódia em Azul
Duração: 14 minutos
País: Brasil
Ano: 2024
Gênero: Drama poético
Direção e Roteiro: Marina Barancelli
Produção: Agrupa Cultura
Idioma: Português
Legendas disponíveis: Inglês / Português
Formato de exibição: Digital HD – ProRes / H.264 – Áudio Estéreo 2.0 

Ficha Técnica 

Direção e Roteiro: Marina Barancelli | Produção: Agrupa Cultura | Direção de Fotografia: Ana Torres & Daniela Kle | Direção de Arte: Giovanna Heroso | Montagem: Raíssa Castor | Figurino: Thay Lopes | Som e Trilha Sonora Original: Zak Beatz | Caracterização (Maquiagem e Cabelo): Kênia Coqueiro | Produção Executiva: Maria Veloso | Coordenação de Projeto e Produção: Camili Andrade | Direção de Produção: Kênia Souza | Elenco: Ketheleen Souza, Monique Benoski e Vida Santos

Sobre Marina Barancelli 

É atriz, diretora e roteirista. Fundadora da Agrupa Cultura, vem construindo uma carreira comprometida com narrativas poéticas, políticas e pretas. Seus filmes foram selecionados para mais de 15 festivais nacionais e internacionais. “Rapsódia em Azul” é seu segundo curta como diretora e o mais pessoal até agora.


Sobre Agrupa Cultura

Criada em 2022, pelas artistas e produtoras Luiza Gutjahr e Marina Barancelli, a Agrupa Cultura surgiu para se tornar um ecossistema cultural que conta com núcleos formados por profissionais de extrema capacidade inseridos no mercado atual em diversas áreas artísticas e culturais do audiovisual, da música, do teatro e também como espaço cultural. Com dois anos de existência no mercado cultural e diversos trabalhos que conectam cada eixo, a Agrupa cria e desenvolve projetos que espalham pelo  mundo a arte brasileira, e moldando o futuro do entretenimento.

Entre os principais projetos estão: o filme “MoonRiver”, indicado em festivais em Nova York - Film and Actor Awards, Alternative Film Festival do Canadá e Alibag Short Film Festival da Índia; além da promoção de mais de 20 cursos e a produção de mais de 30 eventos culturais, realizados no espaço Agrupa e em outros espaços da cidade com artistas locais.