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quarta-feira, 8 de abril de 2026

DIRETOR DO PREMIADO "A MULHER QUE CHORA", GEORGE WALKER TORRES, FAZ MASTERCLASS DE ROTEIRO

       Diretor do premiado "A Mulher que Chora", George Walker Torres,                             apresenta masterclass de roteiro no Cine Passeio

Masterclass ocorre nesta quinta-feira (9), das 18h30 às 21h. As vagas são limitadas e as inscrições são gratuitas

  
Assista ao trailer: https://youtu.be/t6qKaihaXxI

Nesta quinta-feira (9), das 18h30 às 21h, o cineasta George Walker Torres promove uma masterclass de roteiro gratuita no Cine Passeio (Sala Valêncio Xavier). 

Responsável pela direção e roteiro do premiado “A Mulher que Chora”, drama psicológico que chega aos cinemas nesta semana, Torres é formado em direção pela La Fémis, na França, e em roteiro pelo American Film Institute, nos EUA. Escreveu os roteiros da série “Irmãos Freitas” (2019) e de filmes como “Marighella” (2019), de Wagner Moura”, e “O Rio do Desejo” (2022), de Sérgio Machado. Além disso, realizou trabalhos como diretor em seu país natal, a Venezuela, como o longa documental “Neojibá - Música que Transforma” (2020), que estreou no Canal Curta e Netflix. 

A masterclass com o cineasta é uma chance de conhecer de perto os caminhos, desafios e processos por trás do desenvolvimento de roteiros dessas conhecidas produções, assim como um encontro para trocar ideias, inspirações e se aprofundar na prática de quem escreve ou quer começar a escrever. 

“A Mulher que Chora” é o primeiro longa de ficção de George Walker Torres e levou o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Longa-Metragem para Julia Stockler e o Prêmio Bronze de Melhor Filme no Sevilla Indie Film Festival, na Espanha. 

As vagas para a Masterclass de roteiro são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo www.guia.curitiba.pr.gov.br . Mais informações pelo perfil oficial no instagram: @cine_passeio. 


Estreia “A Mulher que Chora”


Cred Olhar Filmes

Produzido pela Grafo Audiovisual e com distribuição da Olhar Filmes, “A Mulher que Chora” chega aos cinemas nesta semana e combina drama psicológico e suspense em uma atmosfera misteriosa e uma narrativa que explora a solidão, alienação, perdas e conflitos. 

O longa-metragem apresenta o olhar de Miguel (Zayan Medeiros), um garoto de sete anos, que vive em uma casa antiga com três gerações de mulheres. Uma delas é a sua mãe, Elena (Julia Stockler), que, à deriva com o trauma do divórcio, se distancia do menino, que por sua vez se refugia em Carmen (Samantha Castillo). Ela é uma enigmática imigrante venezuelana, que deixou seu filho no país natal e trabalha como empregada doméstica para a família brasileira, se tornando uma figura materna para o jovem. O vínculo íntimo e inusitado entre os dois aciona o mundo interior de Miguel, apresentado-o a um universo em que o real e o imaginário se cruzam. 

Carmem conta diversas histórias a Miguel, que escuta com muita atenção. Entre elas está a história da ‘mulher que chora’, uma das mais famosas lendas do folclore-latino. Após ser abandonada pelo marido, uma mulher, em um acesso de desespero e vingança, afoga os próprios filhos em um rio. Queimada viva após o acontecimento, ela se transforma em um fantasma errante em busca desesperada por sua prole. 

A história intriga e emociona o garoto, virando uma obsessão quando descobre uma velha mulher sem-teto vivendo com seu cão na floresta tropical selvagem que contorna a casa. Ele acredita que essa figura é a ‘mulher que chora’, que veio para levá-lo embora. Mesmo assustada, ele toma a decisão de entrar na mata para encontrá-la pois acredita que a mulher fantasma precisa de sua ajuda. 

“É um filme delicado, um drama contado de forma poética e obscura. A atmosfera de mistério e suspense traz uma tensão constante, promovendo reflexões sociais por meio do olhar inocente e questionador de uma criança”, comenta o diretor George Walker Torres, que também assina o roteiro da produção. 

“A estética visual da produção é marcada por um contexto opressivo, com jogos de claro-escuro e cores não saturadas, que remetem à pintura barroca. A intenção é criar um universo denso e expressivo, que reflita o mundo interior dos personagens”, completa o cineasta, que atuou como roteirista nos filmes “Marighella” (2019), de Wagner Moura, e “O Rio do Desejo” (2022, 46ª Mostra), de Sérgio Machado. 

A produção ainda conta no elenco com Rosana Stavis, Regina Vogue e Nena Inoue.  

Ficha Técnica
“A Mulher Que Chora” (Dir. George Walker Torres | Drama | 75’ | Brasil)
Produtora: Grafo Audiovisual
Produção: Antonio Gonçalves Junior e Diogo Capriotti
Produção Executiva: Raiane Rodrigues
Direção: George Walker Torres
Roteiro: George Walker Torres
Direção De Fotografia: Léo Bittencourt
Direção De Arte:  Isabelle Bittencourt
Elenco Principal: Samantha Castillo, Zayan Medeiros, Julia Stockler, Regina Vogue e Rosana Stavis
Montagem: Juliana Guanais
Trilha Sonora Original: Marcos Pantaleoni
Desenho De Som: Felippe Mussel
Distribuição: Olhar Filmes
Classificação: 14 anos. 

Sobre o diretor George Walker Torres:  Nascido na Venezuela, vive no Brasil desde 2016. Formou-se em direção pela La Fémis, na França, e em roteiro pelo American Film Institute, nos EUA. Escreveu os roteiros da série “Irmãos Freitas” (2019) e de filmes como “Marighella” (2019), de Wagner Moura, e “O Rio do Desejo” (2022, 46ª Mostra), de Sérgio Machado. Além de trabalhos como diretor em seu país natal, realizou o longa documental “Neojibá – Música que Transforma” (2020), que estreou no Canal Curta e Netflix. 

Sobre a Grafo Audiovisual: A Grafo Audiovisual é uma produtora cinematográfica que acredita no poder transformador do cinema. Foi fundada em 2007 com a missão de promover a cultura e impactar a sociedade por meio de histórias que inspiram, emocionam e provocam reflexões, atuando na criação e produção de conteúdos audiovisuais que buscam não apenas entreter, mas também conectar pessoas e ideias. Com uma trajetória marcada pela dedicação à qualidade artística e ao compromisso com a diversidade cultural, a Grafo tem sido reconhecida como uma das principais produtoras de cinema no Brasil. Entre seus projetos de destaque, está o Olhar de Cinema | Festival Internacional de Curitiba, um dos maiores festivais do gênero no país e na América Latina, que desde 2012 vem reunindo cineastas, críticos e espectadores apaixonados pelo cinema independente. Há também o Cinenaguá, um festival focado nos clássicos do cinema, que ocorre na região litorânea do Paraná, iniciado em 2023. Entre as produções realizadas, estão “Deserto Particular”, “Ferrugem”, “Para Minha Amada Morta”, “Jesus Kid”, “Foram os Sussurros que me Mataram”, entre outros. No momento, está finalizando os longas “Nova Éden” e “Horizonte”. 

Sobre a Olhar Filmes - Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff; “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin; “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira; “Alice Júnior” de Gil Baroni;“Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves; “Vento Seco” de Daniel Nolasco; "A Mesma Parte de Um Homem" de Ana Johann; "UÝRA, A Retomada da Floresta" de Juliana Curi; “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu; e “Praia Formosa” de Julia De Simone. Mais informações no site oficial: www.olharfilmes.com.br .

Sugestões de palavras-chave: A Mulher Que Chora, Olhar Filmes, suspense, drama, imigração, solidão, lenda latino-americana, infância, inocência, mistério, George Walker Torres, Julia Stockler, Samantha Castillo, 

Informações à imprensa 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

VICTOR FERREIRA ESTÁ NO ELENCO DO FILME PARANAENSE "MEU AVÔ STANISLAU" NA REDE GLOBO

 

Com o ator Victor Ferreira no elenco, filme paranaense "Meu Avô Stanislau" será exibido na Tela Quente nesta segunda-feira (2)

Com o curitibano que atuou em séries de sucesso no streaming, produção tem estreia nacional após exibição para os participantes do reality show Big Brother Brasil

  
Ator curitibano Victor Ferreira está no elenco do filme “Meu Avô Stanislau” - Cred Divulgação

Nesta segunda-feira (2), o filme paranaense “Meu Avô Stanislau” será exibido para todo o Brasil pela TV Globo, na Tela Quente. 

Com exibição após o Big Brother Brasil 26, o longa dirigido por Guto Pasko acompanha a história de amadurecimento do adolescente gamer de 17 anos, Bóris (Fhelipe Gomes). Depois que o jovem perde a prova do ENEM por dormir demais após passar a noite online, sua mãe Natália (Laura Haddad), uma enfermeira muito ocupada, decide tomar uma decisão drástica para desconectar o filho do mundo virtual: envia o menino para a casa do avô Stanislau (Ranieri Gonzalez) numa colônia rural em Prudentópolis. Ao chegar na pequena cidade, Boris descobre que o velho Stanislau é o líder da comunidade e está organizando a Primeira Grande Festa Ucraniana. Bóris passa a ajudá-lo a organizar essa homenagem à cultura ucraniana, descobrindo novos valores e um pouco mais da história dos seus antepassados. 

O curitibano Victor Ferreira faz parte do elenco. O ator dá vida a André, amigo de Boris, um adolescente gamer da cidade. Em contraste com os personagens ucranianos de Prudentópolis, André rivaliza e cobra Boris para que, como capitão do time, não abandone a equipe na final. 

“Interpretar o André em ‘Meu Avô Stanislau’ me trouxe um sentimento de casa. Quando criança, eu passava as férias com meus avós no interior do Paraná, na zona rural de Reserva. Em especial, meu avô Joaquim desempenhava um papel parecido com o do Stanislau nas festas locais. Revisitar esse universo no filme, trabalhando com artistas reconhecidos pela arte no estado, foi uma experiência magnífica”, comenta Ferreira. 

Raiane Lima, que faz a Manu no filme; Ranieri Gonzalez, o protagonista, Victor Ferreira e a Marrara Mara, diretora da Vox que fez a ponte pra esse projeto - Cred Divulgação

O elenco ainda conta com Ranieri Gonzalez, Fhelipe Gomes, Fernando Kadlu, Mauro Zanatta, Rosana Stavis, Zeca Cenovicz, Saravy e Angélica Bueno. 

Antes da estreia na Tela Quente, “Meu Avô Stanislau” será exibido para os participantes do 26º  Big Brother Brasil, durante o Cine BBB. Posteriormente, a produção será disponibilizada na plataforma Globoplay.  

Destaque nas telas

Cred Lucas Costa

O ator curitibano vem ganhando cada vez mais destaque no mercado audiovisual. Recentemente, participou da série original da HBO, “Use Sua Voz”, e da sexta temporada de “Sessão de Terapia”, no Globoplay, sob direção de Selton Mello. O jovem também fez parte do curta-metragem “Todos os Inscritos de Ness”, premiado internacionalmente, disponível no Prime Video. Neste ano, Victor Ferreira estreia nos cinemas no novo filme de Marcos Jorge, “Doutor Monstro”, com lançamento previsto para 3 de setembro. 

No teatro,em 2025, apresentou o monólogo “Delator”, adaptação de texto de Edgar Allan Poe, na Mostra Novos Olhares, realizada no Teatro José Maria. 

Ferreira iniciou sua formação no Centro Juvenil de Artes Plásticas (CJAP) e no Colégio Estadual do Paraná, dando continuidade aos estudos na Escola de Atores Wolf Maya e na Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), tendo passado também pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). 

Acompanhe os trabalhos de Victor Ferreira pelo seu perfil oficial no Instagram: @victorferreira.mp3.



segunda-feira, 29 de setembro de 2025

FESTIVAL NOVOS OOLHARES APRESENTA CENAS BREVES DE ARTISTAS NO TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS

A produção aposta em artistas emergentes do teatro e da dança, promovendo diversidade, formação e acessibilidade em uma programação gratuita e aberta ao público em Curitiba durante o mês de outubro.


Na foto a artista curitibana Negabi, durante o festival apresenta a Cena Visualínguas.


De 3 a 12 de outubro de 2025, o Teatro José Maria Santos, em Curitiba, é o palco da primeira edição do Festival Novos Olhares, que vai reunir 20 artistas do teatro e da dança de diferentes cidades do Paraná. Com apresentações de cenas breves, monólogos inéditos e não inéditos com duração entre 15 e 25 minutos, a proposta é dar holofotes para artistas iniciantes das artes cênicas do estado.  “A ideia do Festival é trazer  artistas que são profissionais e aqueles que estão em início de carreira, com cenas potentes, mas que ainda não encontraram uma oportunidade na cena teatral paranaense”, afirma Eduardo Ramos, diretor e idealizador do projeto.


Com mais de 150 inscrições recebidas de todas as regiões do Paraná, a curadoria - composta por Eduardo Ramos, também diretor do AP da 13, Mayra Fernandes, da Cardume Cultural, e o ator Luis Melo - selecionou 20 propostas que priorizam a diversidade racial, de gênero, territorial e artística. A distribuição das vagas foi pensada para refletir essa pluralidade: 5 artistas negros/negras, 5 LGBTQIAPN+, 5 residentes das periferias de Curitiba e 5 de outras cidades do estado.“Tivemos como premissa selecionar artistas e coletivos profissionais que ainda estão buscando seu espaço. Nada melhor do que começar por uma cena curta, que pode futuramente ser desenvolvida em um monólogo completo”, complementa Ramos.


A abertura oficial do Festival Novos Olhares acontece no dia 3 de outubro, com apresentação de uma cena breve da atriz Rosana Stavis, que vai participar da roda de conversa com o público, junto artistas convidados Sueli Araújo, Nautilio Portela, e como cerimonialista Carlos Alencastro, o não ator que fez parte do elenco do mais recente espetáculo da Cia: Multidão. As apresentações dos selecionados acontecem nos dias 4, 5, 10, 11 e 12 de outubro, com quatro cenas por noite.


Além da programação artística, o projeto Novos Olhares oferece ainda atividades formativas gratuitas, incluindo oficinas de dança, escrita criativa e produção cultural, abertas ao público em geral. “A proposta pedagógica do festival busca fortalecer a formação de novos artistas e criar conexões entre diferentes regiões do estado. Não é só sobre mostrar uma cena, é também sobre provocar encontros, trocas e crescimento coletivo”, explica Mayra Fernandes, curadora e coordenadora do Festival. “Priorizamos a pluralidade de raça, gênero e território. Queremos que o Novos Olhares seja uma porta de entrada real para quem está emergindo no cenário das artes cênicas no Paraná”, completa.


Para garantir o acesso de todos os públicos, o festival conta com tradução em Libras em todas as apresentações e, em dois dias da programação, também haverá audiodescrição, atendendo às necessidades da comunidade cega de Curitiba. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados com uma hora de antecedência diretamente na bilheteria do teatro. A programação completa, com detalhes sobre os artistas, oficinas e atividades paralelas, será divulgada no perfil oficial da produtora no Instagram: @apedatreze.


O projeto é realizado pela Sopro Produções, AP da 13 e Cardume Cultural, com apoio do Centro Cultural Teatro Guaíra, e foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura - Governo Federal.


A primeira edição do Festival Novos Olhares estreia dia 3 de outubro no Teatro José Maria Santos com apresentação de 20 cenas breves selecionadas partir de uma seletiva estadual. 



Serviço: Festival Novos Olhares 

De 3 a 12 de outubro de 2025 - sexta e sábado às 20h e domingo às 18h

Local: Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 - São Francisco

Ingressos: Gratuitos (retirada de ingressos 1h antes no local)

Acessibilidade: Tradução em Libras em todas as apresentações, audiodescrição nos dias 4 e 11 de outubro. 

Informações e programação completa: @apedatreze


Ficha Técnica:
Curadoria: Eduardo Ramos, Luis Melo e Mayra Fernandes | Direção de Produção: Eduardo Ramos Idealização | Eduardo Ramos Produção executiva e Coordenação de Projeto: Mayra Fernandes | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Mídia social e gestão de tráfego: Juliana Villas Boas | Design Gráfico: Fabrício de Moraes e Guto Stresser | Equipe de Produção: Jade Giaxa, Karu Mochinsky, Carmen Felipa Leme, Elber Tavares | Atividades formativas: Amanda Leal, Flávia Massali, Mayra Fernandes | Convidados especiais: Rosana Stavis, Sueli Araújo, Nautilio Portela e Carlos Alencastro | Acessibilidade: Fluindo Libras | Apoio: Centro Cultural Teatro Guaíra e Blip | Realização: Sopro Produções, AP da 13 e Cardume Cultural