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terça-feira, 10 de novembro de 2020

PEDREIRA PAULO LEMINSKI TERÁ SEXTA-FEIRA13 COM FILME DE HORROR

 O evento especial, realizado em parceria com a produtora de teatro Vigor Mortis, contará com a exibição do filme “Sexta-feira 13 – Capítulo Final”  

As sextas-feiras 13 são sempre envoltas de muita superstição e misticismo, e que tal aproveitar o clima sombrio da data para curtir um filme de terror e ser assombrado por personagens assustadores durante a sessão? Nesta sexta-feira, dia 13 de Novembro, o Planeta Drive-In Curitiba, que funciona na icônica Pedreira Paulo Leminski, vai promover uma edição especial da “Noite do Terror Ao Vivo”. O evento, promovido em parceria com a produtora de teatro Vigor Mortis, que há mais de 20 anos vem realizando o que há de melhor de horror em Curitiba, contará com a exibição do clássico do terror “Sexta-feira 13 – Capítulo final” e terá performances ao vivo de artistas caracterizados, que serão responsáveis por sustos adicionais aos do filme. 

O premiado Paulo Biscaia Filho, diretor da companhia Vigor Mortis, é o  grande responsável pela ação dos cosplayers durante as exibições especiais. “Este tipo de sessão de drive-in com atores já foi feita com sucesso nos Estados Unidos e no Japão. O público adora porque vai muito além de uma simples sessão de cinema. É uma experiência verdadeiramente imersiva de sustos seguidos de gargalhadas que se torna ainda mais assustadora e divertida em uma noite de sexta-feira 13”, diz Biscaia. Como não poderia ser diferente, o filme selecionado para a noite no Planeta Drive-In é “Sexta-feira 13 – Capítulo Final”. Quarto filme da emblemática franquia, a obra se tornou um dos grandes clássicos do gênero. Lançado no Brasil em 1985, o longa-metragem narra a volta de Jason, que após ser dado como morto escapa do necrotério e volta para Crystal Lake pronto para se vingar. É quando uma nova série de assassinatos violentos começa a acontecer deixando todos na região apavorados.  

Na “Noite de Terror Ao Vivo”, além da projeção do filme, o público será surpreendido por aparições de personagens do enredo, entre eles o icônico Jason Vorhess com sua máscara de hóquei, que vão saltar em frente aos carros garantindo a diversão com muitos sustos e boas risadas. Não precisa nem mesmo dizer que a sessão não é recomendada para pessoas facilmente impressionáveis. Mesmo assim, a produção garante que é uma programação inesquecível tanto para novatos como para os fãs do gênero. 

           
A edição especial da “Noite do Terror Ao Vivo”, com exibição do filme “Sexta-feira 13 – Capítulo Final”, será realizada no dia 13 de Novembro, a partir das 23h, no Planeta Drive-In Curitiba. O espaço multicultural funciona na Pedreira Paulo Leminski - Parque das Pedreiras (Rua João Gava, 970). Os ingressos, vendidos antecipadamente, custam a partir de R$ 100 por carro (até 4 pessoas por automóvel) e estão disponíveis no site www.planetadrivein.com. Mais informações nas redes sociais oficiais da Planeta Brasil Entretenimento e do Planeta Drive-In. 

 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

VIGOR MORTIS - MANSON SUPERSTAR



A Caixa Cultural Curitiba apresenta de sexta-feira, dia 15/01 a
a domingo, dia 17 de janeiro, a mais recente produção da companhia Vigor Mortis: “Manson Superstar”. Num formato inusitado, misto de musical, documentário e show de rock, a peça conta a história de Charles Manson, que em 1969 ordenou que um grupo de jovens que o idolatrava, cometesse o bárbaro assassinato da atriz Sharon Tate, esposa do diretor Roman Polanski. A história que chocou o mundo quarenta anos atrás é resgatada pela Vigor Mortis, abordando os limites da idolatria cega.

A produção foge dos padrões estéticos comuns às peças da Vigor Mortis. “Existem dezenas e dezenas de documentários e livros sobre o assunto. E o que desejamos montar é um documentário cênico. Uma peça-documentário-musical”, afirma o diretor Paulo Biscaia Filho. A música entra nesta peça de forma curiosa. “Não estamos fazendo um musical per se, no qual a música vem de uma dimensão imaginária. Aqui a música entra fazendo parte da cena. Manson queria ser um músico de sucesso e a música está sempre presente em sua vida. Além de não ignorar este aspecto, também desejamos potencializar algo que poderia dar uma nova imagem a esta história”, completa o diretor.

A seleção musical engloba composições do próprio Charles Manson, canções da época e outras mais contemporâneas, sem preocupações com verossimilhança cronológica, mas sim com o sentido das letras e a atmosfera criada pela música. Além da música, a peça traz outro elemento incomum: os personagens falam em inglês com legendas em português. A atmosfera criada pela sonoridade musical e pela originalidade da língua é absoluta em relação às palavras, justificando o uso das legendas.

“Quanto mais você pesquisa sobre a história da ‘família manson’, mais você quer investigar”, afirma Biscaia, que sempre teve um interesse especial pela história, pois nasceu no mesmo ano do escândalo. “Sempre fiquei fascinado com a história. Em como esses garotos se deixaram levar por um líder como Manson. Em um dos testemunhos (Susan) Atkins diz que não havia limites para o que ela faria por ele. E foi isso o que aconteceu... De onde vem essa idolatria? Que necessidade é essa de idolatrar alguém e fazer tudo o que fossem comandados a fazer?”, questiona Biscaia.

"Manson Superstar” examina esta necessidade de ídolos, assim como o próprio Manson, que teve como justificativa das mortes uma música dos Beatles, e afirmava que a banda se comunicava com ele pelas canções. A música “Helter Skelter” foi interpretada por Manson como uma profecia de uma guerra racial que faria com que todas as guerras terminassem. Os seus seguidores, sua ‘família’, era um grupo de jovens hippies que se juntar a comunidade de Manson, acreditou piamente na tal profecia. “É por isso que a peça tem essa estrutura não de musical, mas quase como de um show de rock. Não importa a qualidade ou a verdade do que o rockstar faz, seus fãs o idolatram cegamente”, explica Biscaia.

Vigor Mortis - A companhia Vigor Mortis, fundada em 1997, explora as possibilidades do horror e violência, através da tradição do Grand Guignol, pela linguagem artística, aliada ao uso de recursos multimídia de forma orgânica a dramaturgia e interpretação. “Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos” é uma homenagem aos filmes B terror e é a montagem de maior sucesso do grupo. Recebeu cinco troféus Gralha Azul/Prêmio Governador do Estado, o Troféu Epidauro concedido pelo Consulado da Grécia e três Prêmios Café do Teatro/Troféu Poty Lazzarotto e originou o longa metragem “Morgue Story – o Filme”. “Graphic” venceu os Troféus Gralha Azul/Prêmio Governador do Estado em três categorias e o Troféu Epidauro.

Dentre outras montagens estão a peça de estreia “PeeP”, uma compilação de entrevistas e depoimentos de serial killers reais, “DCVXVI – Eis o Filho da Luz”, “Snuff Games”, “Moby Dick e Ahab na Terra do Sol”, “Pinceis e Facas”, “Garotas Vampiras Nunca Bebem Vinho” e “Hitchcock Blonde”, além de outras produções em vídeo e leituras dramáticas.

Ficha Técnica
Direção Paulo Biscaia Filho
Produção executiva: Clodoaldo Costa
Produção: Tânia Araujo
Elenco: Andrew Knoll, Leandro Daniel Colombo, Carolina Fauquemont, Wagner Correa, Michelle Pucci, Marco Novack, Rafaella Marques e Ana Clara Fischer

Serviço: Espetáculo teatral: “Manson Superstar”
Local: Teatro da CAIXA
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR
Data: de 15 a 17 de janeiro de 2010
Horários: sexta e sábado 21 horas e domimngo às 19 horas
Ingressos: R$10 e R$5 (meia)
Bilheteria:(41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos
Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)
www.caixa.gov.br/caixacultural