| Definida pela revista Femme Actuelle como “uma comédia doce, com uma Ludivine Sagnier radiante”, LOLA E SEUS IRMÃOS é
dirigido pelo ator Jean-Paul Rouve, em sua segunda parceria no roteiro
com o escritor David Foenkinos (“A Delicadeza do Amor”, “O Mistério de
Henri Pick”). O longa chega aos cinemas brasileiros em 2 de junho, com
distribuição da Pandora Filmes. Sagnier
(da série “Lupin”, e do filme “8 Mulheres”) interpreta a advogada Lola,
irmã de Benoit (Rouve), que vai se casar pela terceira vez, e de Pierre
(José Garcia), que vive adiando seu casamento. Em meio a discussões,
brigas e problemas, a jovem reencontra Zoher (Ramzy Bedia), de cujo
divórcio ela cuidou. Tudo se complica quando Benoit descobre que será
pai, e não se sente preparado para isso, e Pierre, um construtor, começa
a enfrentar problemas no trabalho. Rouve
conta que, por ser filho único, convidou Foenkinos para colaborar no
roteiro por ele ter um irmão, e, assim, poderia explorar melhor os
conflitos do relacionamento. Mas também pela obra do escritor ter algo
de poético e humorado. “Ele muitas vezes tem ideias de personagens
um pouco ‘à margem’, mas que são verossímeis, existem na vida. Eu os
considero como marcos, uma espécie de filósofos da vida cotidiana… São
personagens que muitas vezes tratamos com humor o que os torna reais.” O
diretor define a protagonista, Lola, como uma personagem complexa e
complicada, que vive sufocada, impedida de viver pelos seus irmãos mais
velhos. Ele procurava uma atriz que trouxesse uma personalidade forte,
mas também delicadeza e uma certa fragilidade. “Eu convidei várias
atrizes para fazer testes na frente da câmera, pois eu queria sentir as
diferentes camadas de Lola. E percebi que Ludivine tinha isso nela. Um
lado frágil e doce e uma personalidade assertiva. Uma feminilidade muito
assumida e também um lado moleque”. Sagnier conta que o que chamou sua atenção em LOLA E SEUS IRMÃOS foi a história desenvolvida pelos roteiristas. “O
filme levanta muitas questões sobre as ligações que temos com os nossos
irmãos e irmãs, como às vezes temos problemas para apoiá-los, e, apesar
de tudo, como podemos amá-los incondicionalmente. Para mim, o assunto é
universal. Quanto a Lola, ela me emociona porque ela é uma garota que
luta para brilhar o tempo todo.” A
site francês Ecran Large elogia o filme como "engraçado, sensível,
cativante, e, acima de tudo, profundamente humano". O francês Le
Journal du Dimanche afirma que “Rouve dirigiu uma comédia sentimental agridoce bem equilibrada entre a leveza e a gravidade”.
Sinopse Lola,
uma jovem advogada, se apaixona por um de seus clientes; Benoît, que se
casou pela terceira vez, vai ser pai sem estar preparado; Pierre está
passando por sérios problemas profissionais. Lola, Benoît e Pierre são
irmãos. São muitos os motivos que poderiam afastá-los, mas eles são
inseparáveis. Ficha Técnica Direção: Jean-Paul Rouve Roteiro: Jean-Paul Rouve e David Foenkinos Produção: Cédric Iland, Nadia Khamlichi, Adrian Politowski Elenco: Ludivine Sagnier, José Garcia, Jean-Paul Rouve, Ramzy Bedia, Pauline Clément Direção de Fotografia: Christophe Offenstein Desenho de Produção: Laurent Ott Montagem: Jean-Christophe Bouzy Gênero: drama, comédia País: França Ano: 2018 Duração: 105 min. Sobre a Pandora Filmes A
Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil
desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a
distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da
distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos
memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e
Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como
Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui. Paralelamente
aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço
especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados
e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente
“Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no
cinema por mais de 500 mil espectadores. |
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