Mostrando postagens com marcador Cacá Diegues. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cacá Diegues. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de julho de 2026

LEGADO DE CACÁ DIEGUES GANHA NOVO DESTAQUE COM O RETORNO DE XICA DA SILVA AOS CINEMAS EM CÓPIA RESTAURADA

 


segunda-feira, 19 de junho de 2023

CANAL BRASIL FAZ MARATONA COM 125 FILMES PARA COMEMORAR O DIA DO CINEMA BRASILEIRO

 


"O Ébrio" (1946), de Gilda Abreu, é um dos destaques da programação especial, com exibição pela primeira vez na TV no dia 22


O Canal Brasil vai fazer uma verdadeira celebração em homenagem aos 125 anos do cinema brasileiro, comemorado hoje, dia 19 de Junho. Durante nove dias, de hoje, 19, até o dia 27, às 21h30, a grade será inteiramente dedicada a filmes nacionais. A maratona conta com clássicos do cinema brasileiro, dentre eles o inédito “O Ébrio”, de Gilda Abreu, longa de 1946 que marcou a história da sétima arte no país, mas nunca foi exibido na televisão. A obra é protagonizada pelo cantor Vicente Celestino, marido de Gilda, também traz Alice Archambeau e Rodolfo Arena no elenco e será exibido na quinta, dia 22, às 17h15. No filme, Celestino é o protagonista Gilberto Silva, um jovem que, após o pai falir, vai em busca de uma nova vida e consegue se tornar um cantor de sucesso e um médico renomado. Porém, é traído pela mulher, perde tudo e termina como um alcoólatra que vive perambulando pelas ruas do Rio de Janeiro.


O Canal Brasil é a casa do cinema brasileiro e, além de contar com seu vasto acervo de longas e curtas-metragens, buscou diversos títulos novos para chegar a uma lista com filmes premiados internacional e nacionalmente, de diretores da velha guarda e da atualidade, e com todas as camadas da sociedade representadas por grandes artistas, algo que só um parceiro histórico do cinema brasileiro poderia fazer. Os critérios de seleção dos filmes foram o contexto em que foram lançados, a relevância artística, qualidade cinematográfica e contribuição estética, a abrangência de assuntos, opiniões e debates presentes nos títulos, além de reconhecimento de público e crítica.

 

Os 125 anos do cinema brasileiro são comemorados no mesmo ano em que o Canal Brasil celebra seu aniversário de 25 anos. Nas últimas duas décadas e meia, o canal dedica a maior parte de sua grade às produções audiovisuais brasileiras, seja por meio de programas de entrevistas, seja nas faixas de exibição de filmes nacionais. Já foram mais de cinco mil títulos exibidos, entre longas e curtas-metragens, com uma curadoria que busca exaltar e valorizar o cinema brasileiro e as diferentes figuras que o representam, à frente ou atrás das câmeras. Além de valorizar o cinema nacional em sua programação, o Canal Brasil também tem um papel essencial no audiovisual do país como o principal coprodutor de cinema brasileiro da América Latina. São mais de 380 longas-metragens coproduzidos, com um olhar apurado especialmente para o cinema independente e títulos presentes nos principais festivais internacionais de cinema do mundo.

Longas de cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Leon Hirszman, Cacá Diegues, Luís Sérgio Person, José Mojica Marins, Arnaldo Jabor, Eduardo Coutinho, entre outros, também fazem parte da programação especial. A mostra busca contemplar todas as fases emblemáticas do cinema brasileiro, desde 1931, com o longa dirigido por Mário Peixoto, "Limite", até filmes mais recentes que se tornaram sucessos de bilheteria, como "Minha Mãe É Uma Peça" (2013), do saudoso Paulo Gustavo e com direção de André Pellenz. 


Compõem a maratona ainda "Dona Flor e Seus Dois Maridos", dirigido por Bruno Barreto, "Aquarius", de Kleber Mendonça Filho, "2 Filhos de Francisco", de Breno Silveira (1964-2022) e "Carandiru", de Hector Babenco (1946-2016). Dois filmes nacionais emblemáticos que já têm suas continuações em produção também marcam presença na mostra: "Ó Paí, Ó", de Monique Gardenberg, e "O Auto da Compadecida", dirigido por Guel Arraes. 


Outros destaques são os premiados longas "Bacurau", de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, vencedor do Prêmio do Júri de Melhor Filme no Festival de Cannes em 2019, e "Que Horas Ela Volta", estrelado por Regina Casé e dirigido por Anna Muylaert, que conquistou o troféu de Melhor Longa-metragem de Ficção na Mostra Panorama do Festival de Berlim em 2015. Ambos trazem críticas sociais em suas narrativas. “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, e “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, vencedores do Un Certain Regard em 2019 e do Prêmio da Crítica Internacional - Fipresci em 1967, ambos no Festival de Cannes, também integram a lista.


Filmes que tiveram destaque no Oscar marcam presença na mostra incluindo a única animação da maratona, "O Menino e o Mundo", de Alê Abreu, indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação em 2016; "Marte Um", pré-indicação brasileira ao prêmio e filme nacional de maior destaque em 2022; "O Beijo da Mulher-Aranha", de Babenco, vencedor do Oscar de Melhor Ator (William Hurt) e indicado às categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado em 1985; "O Que É Isso, Companheiro", de Bruno Barreto, que concorreu ao prêmio de Melhor Filme Internacional em 1998; "O Quatrilho", de Fábio Barreto, também indicado à Melhor Filme Internacional em 1995 e "Central do Brasil", de Walter Salles, que disputou nas categorias Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz (Fernanda Montenegro) em 1999. 


Além de diretores da nova geração como Gabriel Martins, de “Marte Um”, também ganham destaque na maratona nomes como o de Adélia Sampaio, primeira mulher negra a realizar um longa no Brasil com “Amor Maldito”. Zózimo Bulbul (1937-2013) com o curta-metragem “A Alma no Olho”, Joel Zito Araújo (“A Negação do Brasil”) e Jeferson De (“Bróder”) reforçam a representatividade no cinema nacional. Temáticas como a LGBTQIAP+ são destaque por meio de títulos como “A Casa Assassinada”, de Paulo César Saraceni, “Madame Satã”, dirigido por Karim Aïnouz, “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, e “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro. 


A presença feminina em diversas gerações de cineastas ganha destaque. Além de Gilda Abreu e Anna Muylaert, também marcam presença na mostra grandes diretoras como Suzana Amaral (“A Hora da Estrela”), Helena Solberg (“Carmen Miranda: Bananas Is My Business”), Carla Camurati (“Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”) e Laís Bodanzky (“Bicho de Sete Cabeças”). 


HORÁRIO: 

Meia-noite de domingo (18/06) para segunda (19/06), até terça (27/06), às 21h30.


Lista completa dos 125 filmes / Grade com todos os horários

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

NOVO FILME DO CINEASTA CACÁ DIEGUES SERÁ RODADO EM ALAGOAS

Deus Ainda é Brasileiro está em fase de pré-produção e as filmagens começarão em novembro

Com suas oito décadas de vida, o cineasta alagoano Cacá Diegues inicia a produção do seu 20º filme: Deus Ainda é Brasileiro. O início das filmagens do longa está previsto para novembro deste ano e será inteiramente rodado em Alagoas, tendo como palco cidades como Maceió, Ipioca e Piranhas. A nova obra de Diegues reflete o Brasil quase 20 anos após o primeiro "Deus" (como Cacá se refere ao "Deus é Brasileiro", rodado em 2003), e não é uma continuação deste, como ele mesmo explica, mas uma sátira da nova realidade política brasileira.

“Prefiro dizer "Deus Ainda é Brasileiro" se trata de um spin-off, pois é um filme saído daqueles personagens, daquelas situações, mas não é uma continuação. Esse filme aborda um outro momento da nossa história, em que Deus retorna ao Brasil para tentar recuperar a esperança na humanidade. Eu costumo dizer que esse filme é uma comédia cívica, por causa do seu tom patriótico", destaca o cineasta. "Além disso, o filme convida o espectador a refletir sobre o nosso momento político e de que forma podemos contribuir para a política brasileira", finaliza.

O longa-metragem está em fase de pré-produção e conta novamente com o ator Antônio Fagundes no papel de “Deus”, e com as atrizes alagoanas Ivana Iza, como Madá, e Laila Vieira, como Linda, a protagonista da história. A equipe da LC Barreto Produções está em Maceió para contratar setenta por cento dos profissionais que trabalharão no filme, incluindo produção e atores. Um dos propósitos do projeto é gerar empregos na região e movimentar a economia por meio do cinema. "Depois de dois anos difíceis para o setor cultural e audiovisual estamos orgulhosos de rodar um filme desse porte em Alagoas. "Deus Ainda é Brasileiro" naturalmente vai concorrer a prêmios e participar de festivais internacionais, já que leva a assinatura de dois monstros do cinema nacional - Cacá Diegues e Luiz Carlos Barreto. Alagoas ganhará uma visibilidade muito estratégica com o longa, pois vai divulgar o destino Alagoas para o mundo por causa das locações incríveis que esse lugar oferece, como o Ipioca Beach Resort, por exemplo, onde vamos construir uma oca de 40 m2 que ficará como legado para o empreendimento. O filme vai fomentar ainda mais o turismo, atrair investimentos internacionais e, consequentemente, movimentar a economia trazendo desenvolvimento para a toda região", afirma Paula Barreto, produtora do filme.

“Para nós está sendo um privilégio trabalhar com a mão-de-obra alagoana. Estamos encantados com Alagoas e seu povo, que nos recebeu tão bem. Existe muita gente boa no setor audiovisual em todo o País querendo trabalhar, com um potencial incrível fora do eixo Rio-São Paulo. Por isso, quem quiser aprender sobre esse universo está convidado a nos procurar e contribuir com o nosso longa”, ressaltou a produtora-executiva da LC Barreto, Bruna Dantas.

A lista com os nomes dos atores que vão integrar o elenco do filme “Deus Ainda é Brasileiro” será divulgada em breve. O longa será distribuído pela Imagem Filmes.  

Sobre o cineasta 
Nascido em Maceió, Carlos José Fontes Diegues é o segundo filho do antropólogo Manuel Diegues Júnior e de uma fazendeira. Aos 6 anos de idade, sua família mudou-se para o Rio de Janeiro e se instalou em Botafogo, bairro onde passou toda sua infância e adolescência. Cacá Diegues formou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), tornou-se presidente do Diretório Estudantil onde fundou um cineclube e iniciou suas atividades de cineasta amador. Diegues é considerado um dos líderes do Cinema Novo, juntamente com Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni e Joaquim Pedro de Andrade. Em agosto de 2018, o cineasta foi eleito novo imortal da Academia Brasileira de Letras, na cadeira de nº 7, que já foi ocupada pelo escritor Euclides da Cunha.
 

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

"GRANDES CENAS" E "ESTADO DA ARTE" NO CURTA!

                                       “Grandes Cenas” e "Estados da Arte" 

A atriz Betty Faria em Grandes Cenas (Crédito: Divulgação/Curta!)  

Cacá Diegues e Betty Faria protagonizam episódio inédito de ‘Grandes Cenas’

O diretor Cacá Diegues e a atriz Betty Faria são os convidados do episódio inédito de “Grandes Cenas”, série exclusiva do canal Curta! que se debruça sobre cenas marcantes do cinema nacional. Juntos, os dois relembram o antológico “Bye Bye Brasil” (1980), considerado por muitos críticos e pesquisadores um dos filmes mais importantes do período.

O longa apresenta três personagens principais: Salomé, Lorde Cigano e Andorinha, artistas mambembes que cruzam o Brasil com a “Caravana Rolidei” e seus espetáculos. O trajeto não foi fictício. Produção e elenco estiveram em diversos cantos remotos, sobretudo do sertão nordestino.

A cena analisada mostra Lorde Cigano, vivido pelo ator José Wilker, um charlatão que se diz telepata e oferece o serviço de adivinhação do futuro. Apesar de ser uma ficção, os “consulentes” apenas recebiam a indicação de um tema, mas tinham liberdade para elaborar suas questões, confissões e pedidos ao “telepata”.  Aquele foi um momento de contato com a comovente realidade daquele povo do sertão.

“Ela [a cena] reflete toda a crendice, a ingenuidade e a esperança do povo de ter uma vida melhor. É a crença. (...) É a morte, é o deus, é o misticismo. Só que essa crendice no sertão brasileiro é de cortar o coração”, ressalta Betty Faria.

Dividida em 13 episódios, todos apresentados pelo ator Matheus Nachtergaele, a temporada se dedica a explorar os seguintes filmes, além de “Bye Bye Brasil”: “Que Horas Ela Volta?”; “Bacurau”; “Branco Sai, Preto Fica”; “Benzinho”; “Kbela”; “As Boas Maneiras”; “O Lobo Atrás da Porta”; “Proibido Proibir”; “Castanha”; “Cidade Baixa”; “Um Céu de Estrelas” e “Rasga Coração”.

Dirigida por Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno, a série “Grandes Cenas” foi produzida pela Casa de Cinema de Porto Alegre e viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). A série também está disponível no Curta!On. A estreia do episódio é na Quarta do Cinema, 5 de outubro, às 23h30.

 A fronteira entre o erudito e o popular é tema de novo episódio de ‘Estados da Arte’

O novo episódio da segunda temporada de “Estados da Arte”, intitulado “Alegorias”, convida os artistas Francisco Graciano, Denilson Baniwa, Milena Travassos e Thiago Martins de Melo a refletirem sobre as fronteiras entre o erudito e o popular na arte, além de rearranjos simbólicos-narrativos dos signos e das histórias. A série, dirigida por Eduardo Goldenstein, vem sendo exibida com exclusividade no canal Curta!.

“Estados da Arte” é dividida em 13 episódios temáticos: Insurgências, Ancestralidade, Floresta, Alegorias, Fé e Religiosidade, Fabulações, Migrações, Corpos, Outras Geometrias, Grafismos, Materialidades, Pedagogias e Oralidades/Sonoridades. Estarão disponíveis no Curta!On – Clube de Documentários no dia seguinte à estreia no canal Curta!. Novos assinantes têm sete dias para desfrutar da plataforma gratuitamente. A série foi produzida pela Aion Cinematográfica e pela Caboré Produtores Associados, e viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). A estreia do episódio é na Terça das Artes, 4 de outubro, às 20h.

Segunda da Música (MPB, Jazz, Soul, R&B) – 03/10

22h – “Blitz” (Documentário)
O documentário apresenta a história de uma das primeiras bandas consagradas do pop-rock brasileiro, a Blitz. O longa-metragem mostra o seu surgimento na lona do Circo Voador, que ficava entre Ipanema e Copacabana na década de 1980, as turnês internacionais e o sucesso do grupo ainda nos dias atuais. Além de apresentar alguns dos momentos mais emblemáticos desses mais de 30 anos de estrada da Blitz, o filme também relembra o rico cenário musical brasileiro da década de 1980. Diretor: Paulo Fontenelle. Duração: 104 min. Classificação: 12 anos. Horários Alternativos: 4 de outubro, terça-feira, às 2h e às 16h; 5 de outubro, quarta-feira, às 10h; 8 de outubro, sábado, às 10h30; 09 de outubro, domingo, às 18h30.

PROMO: https://youtu.be/jr2vkhxaS7o

Terça das Artes (Visuais, Cênicas, Arquitetura e Design) – 04/10

20h – “Estados da Arte” (Série) – Ep. “Alegorias”
O episódio aborda as fronteiras entre arte erudita e popular com depoimentos dos artistas Francisco Graciano, Denilson Baniwa, Milena Travassos e Thiago Martins de Melo. Direção: Eduardo Goldenstein. Duração: 26 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 05 de outubro, quarta-feira, às 0h e às 14h; 06 de outubro, quinta-feira, às 08h; 08 de outubro, sábado, às 20h; 09 de outubro, domingo, às 10h.

PROMO: https://youtu.be/gjMpM2FzrsM

Quarta de Cinema (Filmes e Documentários de Metacinema) – 05/10

23h30 – “Grandes Cenas” (Série) – 2ª Temporada - Ep.: “Bye Bye Brasil”
O diretor Cacá Diegues e a atriz Betty Faria percorrem as estradas trilhadas pelo antológico “Bye Bye Brasil” (1980), acompanhando a trupe circense de Lorde Cigano e Salomé. A cena em destaque é a da telepatia, um momento de contato com a comovente realidade do povo do sertão e seu desejo por um Brasil melhor. Direção: Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno. Duração: 20 min. Classificação: 10 anos. Horários alternativos: 06 de outubro, quinta-feira, às 3h30 e 17h30; 07 de outubro, sexta-feira, às 11h30; 08 de outubro, sábado, às 20h30; 09 de outubro, domingo, às 10h30.

PROMO: https://youtu.be/4qkczgHePUY

Quinta do Pensamento (Literatura, Filosofia, Psicologia, Antropologia) – 06/10 – ESPECIAL MÊS DA EDUCAÇÃO

21h30 – “Romance de Formação” (Documentário)
Quatro jovens estudantes de grandes instituições acadêmicas — Universidade de Música de Karlsruhe (Alemanha), PUC-Rio (Brasil), Harvard e Stanford (EUA) — precisam lidar, em seu cotidiano, com as aspirações e anseios de uma vida repleta de realizações. Ao longo desse caminho, eles deixam para trás diversas ilusões e, ao mesmo tempo, alcançam várias conquistas. Direção: Júlia De Simone. Duração: 74 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 07 de outubro, sexta-feira, às 1h30 e às 15h30; 09 de outubro, domingo, às 16h25; 10 de outubro, segunda-feira, às 09h30.

PROMO: https://youtu.be/OMyxAMPHShU

Sexta da Sociedade (História Política, Sociologia e Meio Ambiente) – 07/10

22h25 – “A Última Abolição” (Documentário)
O Brasil foi o último país ocidental a abolir a escravidão, fato que se deu apenas em 1888. O documentário “A Última Abolição” aborda a escravidão no Brasil, com enfoque nos movimentos abolicionistas, na resistência escrava, no papel das mulheres negras nessa luta e nas discussões da elite do país naquele período, culminando com a assinatura da Lei Áurea e suas consequências para a população negra. Diretora: Alice Gomez. Duração: 81 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 08 de outubro, sábado, às 2h25; 09 de outubro, segunda-feira, às 13h; segunda-feira, 10 de outubro, às 04h30.


PROMO:
 https://youtu.be/QKGtNqV5pAE


Sábado – 08/10

23h – “James Brown” (Documentário)
Com materiais de arquivo e diversos encontros, "James Brown" conta a vida do cantor, concentrando-se em seus anos de glória, entre 1955 e 1971. O documentário também retrata o mundo em que o artista viveu, passando pela história da comunidade negra americana em um período muito turbulento, do início da década de 1950 até o fim da década de 1960. Direção: Philip Priestley. Classificação: Livre. 

PROMO: https://youtu.be/aEG61aGC1Ok

Domingo – 09/10

21h50 – “Bergman 100 Anos” (Documentário)
Em 1957, algo insuperável aconteceu. Um sueco magro, por volta dos 40 anos, entra em um período de produção cinematográfica sem precedentes, envolvido em seis projetos ao mesmo tempo. Ele realizou alguns dos maiores clássicos da história do cinema, produziu uma série de espetáculos para teatro e rádio e dirigiu diversos filmes de TV. Em termos de cineastas contemporâneos, Ingmar Bergman permanece em grande parte inigualável, e sua vida é revelada neste documentário feito para a celebração de seu centenário em 2018. Direção: Jane Magnusson. Duração: 117 min. Classificação: 12 anos. 

PROMO:  https://youtu.be/9PV04EFG3TY 

sexta-feira, 13 de julho de 2018

46º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO ABRE COM "O GRANDE CIRCO MÍSTICO

"Com grande elenco, filme será exibido pela primeira vez no Brasil durante o festival"

Já está marcado para se realizar entre os dias 17 e 25 de Agosto, o 46º Festival de Cinema de Gramado já tem o seu filme de abertura: “O Grande Circo Místico”, 18º longa-metragem do cineasta Cacá Diegues. Inspirado no poema de Jorge de Lima, e com trilha sonora repleta de clássicos de Chico Buarque e Edu Lobo, o filme conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do apogeu à decadência, passando por grandes amores e aventuras.

Responsável por títulos como “Xica da Silva”, “Bye Bye Brasil”, “Quilombo”, “Um Trem Para as Estrelas” e “Tieta do Agreste”, Cacá Diegues (foto abaixo) esteve recentemente no prestigiado Festival de Cannes, apresentando “O Grande Circo Místico” fora de competição. Agora, ele desembarca no Palácio dos Festivais para fazer a primeira exibição nacional do longa, previsto para estrear comercialmente nos cinemas brasileiros no dia 6 de Setembro.

Para quem for à Serra Gaúcha prestigiar tanto a estreia da 46ª edição do Festival quanto a do próprio filme, a promessa é de uma noite de gala também por parte do grande elenco, que reúne nomes como Jesuíta Barbosa, Bruna Linzmeyer, Antônio Fagundes, Juliano Cazarré, Marcos Frota, Mariana Ximenes e Vincent Cassel. 
Festival de Cinema de Gramado

Ao longo de sua trajetória, o Festival de Cinema de Gramado acompanhou todas as fases do cinema nacional, tornando-se pioneiro e referência na realização de eventos do gênero em território nacional. Desde a primeira edição com a consagração de “Toda Nudez Será Castigada”, de Arnaldo Jabor, em 1973, mais de mil Kikitos foram distribuídos entre profissionais do cinema que venceram o evento em diferentes categorias. Além da celebração da produção brasileira e gaúcha, o evento ainda inclui em sua programação uma mostra competitiva de filmes ibero-americanos desde 1992. Já os troféus Oscarito, Eduardo Abelin, Kikito de Cristal e Cidade de Gramado prestam homenagem a atores, cineastas e personalidades ligadas ao cinema. 

A 46ª edição acontece de 17 a 25 de Agosto de 2018 em Gramado. 

Mais informações no site www.festivaldegramado.net