
BRUNO GAGLIASSO E AURÉLIO MICHILES FALAM SOBRE ‘HONESTINO’ DURANTE PRÉ-ESTREIA NA 4ª EDIÇÃO DO BONITO CINESUR
A pré-estreia foi antecedida pela sessão especial de A HISTÓRIA OFICIAL, em homenagem póstuma ao cineasta argentino Luis Puenzo, em um sábado (25) marcado pela questão da memória.
Bruno Gagliasso e Aurélio Michiles | Crédito: ©️Fotografando Bonito
A segunda noite da 4ª edição do CINESUR - FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO foi marcada pela pré-estreia de HONESTINO, dirigido por Aurélio Michiles. Ao lado do protagonista Bruno Gagliasso, o cineasta compareceu ao Centro de Convenções da cidade de Bonito no último sábado (25) para apresentar ao público o documentário que narra a história do desaparecimento de Honestino Guimarães, líder estudantil, ex-presidente da UNE e aluno da UnB.
Chegando aos cinemas de todo o Brasil em 13 de agosto, a obra apresenta depoimentos de importantes nomes que se mesclam com a atuação de Gagliasso como o militante preso em 1973, aos 26 anos. “Assim como eu tenho vontade de mudar o mundo, o Honestino também tinha. Eu acredito na democracia. Acredito na liberdade.”, contou o ator que destacou a importância de conhecermos nossa própria história: “Meu papel como ator é esse. É discutir. É trazer à tona o que de fato aconteceu no nosso país. Tentaram apagar a história desses meninos e não conseguiram. Porque mataram o corpo, mas não mataram o espírito. Tá todo mundo aqui falando sobre o Honestino Guimarães.”Equipe de Honestino no palco do Bonito CineSur | Crédito: ©️Fotografando Bonito
Alinhado com Gagliasso, o cineasta Aurélio Michiles foi enfático ao comentar sobre a importância de produções como HONESTINO na preservação da memória: “Quando pensei em fazer um filme sobre o Honestino, quis fazer essa conexão entre o passado e o presente. Como se fosse uma coisa só e não uma nostalgia: 'Ah, no meu tempo, naquele momento...' Não. Ele tá presente. Ele está aqui, agora. O monstro está vivo. E nós precisamos combatê-lo. E esse combate é do cotidiano, sabe? É do cotidiano dos intelectuais, do operariado, dos camponeses, dos empresários, das artes, da cultura, dos atores... enfim, todos. É um combate coletivo para impedir que a barbárie se imponha novamente."
Ressaltando o papel da arte na missão de combater o esquecimento, Bruno Gagliasso comentou sobre a importância de festivais como o Bonito CineSur: ”Não há nada mais gratificante do que levar o filme a festivais, como o de Bonito, e ver as salas lotadas, com filas de pessoas aguardando para assisti-lo. É o momento que a gente se fala, respira cinema. E quando a gente fala sobre respirar e falar cinema, a gente tá falando sobre arte, cultura, sobre política, sobre tudo.. "Memória sul-americana: A História Oficial, de Luis Puenzo
Joel Pizzini e Cecília Diez durante a apresentação de A História Oficial (1985), de Luis Puenzo | Crédito: ©️Fotografando Bonito
Antes da exibição de HONESTINO, o Bonito CineSur homenageou póstumamente o diretor argentino Luis Puenzo, que faleceu neste ano, aos 80, com o Troféu Pantanal In Memorian, com a exibição de sua aclamada obra A HISTÓRIA OFICIAL, de 1985, na tarde de sábado (25). Representando Puenzo, subiu ao palco sua compatriota Cecília Diez, produtora e professora universitária com longa trajetória no audiovisual, que recebeu o prêmio das mãos do cineasta brasileiro Joel Pizzini. Assim como o filme de Michelis, seu filme levanta uma discussão imprescindível para a América do Sul: a memória.
Vencedor do Oscar® de Melhor Filme Internacional, o longa-metragem protagonizado por Norma Aleandro, Héctor Alterio e Chunchuna Villafañe acompanha Alicia, professora de História de classe média que passa a suspeitar que sua filha adotiva seja filha de desaparecidos da ditadura argentina. Escrito por Puenzo com Aída Bortnik e lançado em abril de 1985, dezenove dias antes do início do julgamento das juntas militares, o filme narra a apropriação de bebês pelo ponto de vista de quem apropriou sem saber. Daí a sua força: quem ensina a história oficial é justamente quem desconhece a própria.
Puenzo colocou a América Latina no mapa do Oscar® e abriu as portas para Campanella, Szifron, Lelio e Walter Salles. A poética de Puenzo é a do confronto ético. Ele filmou a dor, a culpa e a responsabilidade de uma nação inteira para que as gerações futuras entendessem e não esquecessem. Por essa razão o Bonito CineSur 2026 reverencia Luis Puenzo.Os próximos dias de Bonito CineSur
Realizado em Bonito, no Mato Grosso do Sul, o Bonito CineSur reúne até 1º de agosto produções de diferentes países da América do Sul em mostras competitivas, sessões especiais, oficinas e atividades formativas, com entrada gratuita. A partir deste domingo (26), entram em cena as três mostras competitivas, exibindo longas e curtas sul-americanos, filmes ambientais e produções sul-mato-grossenses, com sessões diárias no Auditório Kadiwéu a partir das 16h30.
O domingo traz ainda a Sessão Memória Bonito CineSur, às 15h, com ALDEIA DE NALIKE, registro de 1936 do povo Kadiwéu filmado por Claude e Dina Lévi-Strauss, exibido em cópia muda com acompanhamento musical ao vivo. Às 14h30, a Sala Glauce Rocha abre o calendário de charlas com VOZES FEMININAS SUL-AMERICANAS, que reúne a atriz chilena Paulina García, homenageada desta edição, sua compatriota Gabriela Sandoval, produtora e diretora de indústria do Festival Internacional de Cinema de Santiago (SANFIC), a produtora e professora argentina Cecília Diez, e as brasileiras Minom Pinho, produtora, roteirista e consultora de cinema, Daniela Siqueira, Doutora em Meios e Processos Audiovisuais (USP) e professora da UFMS, e Ana luiza Fraga, diretora de Patrocínios da Secretaria da Presidencia da República (Secom). Na terça (28), a charla A CRÍTICA NO CINEMA reúne Zé Geraldo Couto e Rodrigo Fonseca sob mediação da argentina Cecília Diez, e o Auditório Terena recebe, às 18h30, a sessão especial de MINHA TERRA ESTRANGEIRA, com João Moreira Salles e Louise Botkay. O documentarista volta na quarta (29) para a Aula Magna O PROBLEMA DO DOCUMENTÁRIO.
Na quinta (30), Vincent Carelli conduz a charla sobre os 40 anos do Vídeo nas Aldeias, projeto que idealizou, e na sexta (31) apresenta MARTÍRIO, seu retrato da resistência Guarani Kaiowá. O mesmo dia traz Paulo Betti para a charla INTERPRETAÇÃO PARA CINEMA E TV. O encerramento, no sábado (1º), começa com a Mostra Comunidade e as sessões especiais de DO SUL, A VINGANÇA e JACKSON: NA BATIDA DO PANDEIRO, e culmina às 20h na premiação do Troféu Pantanal, entregue a Carelli pelo conjunto da obra e aos vencedores das mostras, em cerimônia apresentada por Paulo Betti e Valentina Herszage.
A 4ª edição do evento conta com o patrocínio master do Banco do Brasil e da Petrobrás, além do patrocínio da Caixa Econômica, da EMGEA, do Sesc MS e da Fecomércio MS. O Festival tem o apoio da Prefeitura de Bonito, da FUNDTUR e do Estado de Mato Grosso do Sul. O evento é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), Lei Rouanet e Ministério da Cultura.Curadores
Mostra de Longas e Curtas sul-americanos: Cecília Diez, José Geraldo Couto e Rodrigo Fonseca
Mostra de Longas e Curtas de cinema ambiental: Elis Regina Nogueira
Mostra de Filmes sul-mato-grossenses: Flávia Seligman e Marcos Pierry
Sessões Infanto-juvenis: Amanda Ruano, Daniela Azeredo e Luciana Druzina
Jurados
Mostra de Longas e Curtas sul-americanos: Celso Franco, Dandara Ferreira e Gabriela Sandoval
Mostra de Longas e Curtas de cinema ambiental: Minom PInho, Olinda Tupinambá, Vincent Carelli
Mostra de Filmes sul-mato-grossenses: Daniela Siqueira, Luiz Carlos Lacerda (Bigode), Solange Bouffay.Bonito CineSur - Festival de Cinema Sul-Americano 2026
Data: de 24 de julho a 01 de agosto de 2026
Site: bonitocinesur.com.br
Redes sociais: https://www.instagram.com/bonitocinesur/
https://www.facebook.com/bonitocinesur
https://www.youtube.com/@bonitocinesur
Mais infos sobre os filmes selecionados aqui.
segunda-feira, 27 de julho de 2026
BRUNO GAGLIASSO E AURÉLIO MICHILES FALAM SOBRE ‘HONESTINO’ NA 4ª EDIÇÃO DO BONITO CINESUR
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
28º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE DE PUNTA DEL ESTE ANUNCIA FILMES CONCORRENTES

28º Festival Internacional de Cine de Punta Del Este
Co-produção "Quase deserto", de José Eduardo Belmonte, e "3 Obás de Xangô", de Sérgio Machado, representam o Brasil na competição de longas.
O 28º Festival Internacional de Cine de Punta del Este (FICPUNTA) anunciou a seleção oficial dos filmes que disputam os prêmios da edição de 2026, que acontece de 07 a 12 de fevereiro com programação totalmente gratuita. Além dos filmes em competição, mais de 40 produções, consolidam o festival como uma das principais vitrines do cinema ibero-americano contemporâneo.
Na mostra competitiva estão longas-metragens nas categorias Ficção, que concorrem ao Prêmio Mauricio Litman, e Documentários, que disputam o Prêmio Leão Marinho. As produções são provenientes do Uruguai, Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, Espanha, México, Peru, República Dominicana e Venezuela, e serão avaliadas por júris internacionais de profissionais do audiovisual.
Já o Panorama Internacional apresenta obras da Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, França, Hungria, Itália, Marrocos, Portugal, Tailândia e Tunísia, com obras assinadas por cineastas consagrados e novos talentos do cinema mundial. (confira a lista completa dos filmes ao final deste release).
Fora de competição o evento apresenta a mostra Panorama Internacional e uma retrospectiva especial dedicada ao cineasta aragonês Luis Buñuel, com foco em sua fase mexicana, por meio da exibição de três clássicos fundamentais de sua filmografia: Los olvidados (1950), Viridiana (1961) e El ángel exterminador (1962).
Pantalla Maldonado
Pelo segundo ano consecutivo, o projeto Pantalla Maldonado integra a programação do FICPUNTA, promovendo o departamento como um polo audiovisual por meio da exibição de curtas-metragens produzidos localmente. A iniciativa, fruto de uma parceria público-privada entre o Departamento de Cultura do Governo Departamental de Maldonado (IDM) e a Este Audiovisual, visa fortalecer a produção regional, oferecendo prêmios em dinheiro e oportunidades de circulação em festivais. Os curtas selecionados serão exibidos em sessão especial no Teatro de Verano Margarita Xirgu.
Categoria Ficção
- 1982 de José Carlos García (Perú)
- Bajo el mismo sol de Ulises Porra (República Dominicana, España)
- Cielo de Alberto Sciamma (Bolivia)
- Cuento de verano de Matías Szulanski (Argentina)
- Escritor de Paula de Luque (Argentina)
- La corazonada de Diego Soto (Chile)
- La lucha de José Ángel Alayón (España, Colombia)
- Quase deserto de José Eduardo Belmonte (Brasil, Estados Unidos)
- Vainilla de Mayra Hermosillo (México)
Categoria Documentário
- 3 Obás de Xangô de Sérgio Machado (Brasil)
- Buscando a Shakespeare de Gustavo Garzón (Argentina)
- El extraordinario viaje del dragón de Kaori Flores Yonekura (Venezuela)
- En camino a Leo de Ana Claudia Bárcenas (México)
- Mama de Ana Cristina Benitez (Ecuador)
- Políticas familiares de Martín Rebaza (Perú)
Panorama Internacional
- A useful ghost de Ratchapoom Boonbunchachoke (Tailandia)
- Blue Moon de Richard Linklaker (Estados Unidos)
- Calle Málaga de Maryam Touzani (Marruecos, España)
- Como ti muovi Sbagli de Gianni Di Gregorio (Italia)
- Dead of winter de Brian Kirk (Estados Unidos, Alemania)
- Dossier 137 de Dominik Moll (Francia)
- El gran arco de Stéphane Demoustier (Francia)
- Father, mother, sister, brother de Jim Jarmusch (Estados Unidos)
- Gavagai de Ulrich Kohler (Alemania, Francia)
- Karla de Christina Tournatzés (Alemania)
- Koln 75 de Ido Fluk (Alemania)
- Las catadoras de Silvio Soldinia (Italia)
- Les musiciens de Grégory Magne (Francia)
- Magallanes de Lav Díaz (Filipinas, España, Portugal)
- Maspalomas de Aitor Arregi y Jose Mari Goenaga (España)
- Orphan de László Nemes (Hungría)
- Promised sky de Erige Sehiri (Túnez, Francia)
Exibições Especiais
- Adiós a las lilas de Hugo Curletto (Argentina)
- Mario de Guillem Miró (España)
- Querido Mundo de Miguel Falabella (Brasil)
- Susurros (Uruguay, Argentina)
Sobre o FICPUNTA
Fundado em 1951 por Mauricio Litman, o Festival Internacional de Cinema de Punta del Este tem como missão atuar como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento do setor audiovisual uruguaio, contribuindo para a formação de público e fortalecendo o turismo cultural. Sua trajetória e relevância o consolidam como o mais importante evento de cinema do Uruguai e um dos principais da América Latina, integrando a estratégia nacional de fomento à indústria audiovisual. O FICPUNTA se destaca ainda por ampliar o acesso da população ao cinema nacional, latino-americano e internacional, por meio de exibições em espaços não convencionais, e por seus princípios de continuidade, democratização, renovação e sustentabilidade, que o tornam parte do patrimônio cultural imaterial do departamento.
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
5º CITRONELA DOC - FESTIVAL DE DOCUMENTÁRIOS DE ILHABELA
Citronela Doc 2025 celebra a potência de vozes e imagens
que retratam o Brasil
Com filmes que percorrem quilombos, florestas, salões de baile, canteiros de obras e memórias afetivas, a mostra reúne histórias pulsantes de resistência, arte e reinvenção social pelo olhar de quem vive e transforma o país de dentro para fora.
* Evento gratuito acontece entre 27 e 31 de agosto de novembro em Ilhabela
(SP) e online entre 1 a 10 de setembro na Spcine Play
* Exibições acontecem no Centro Histórico
Vem aí o 5º Citronela Doc - Festival de Documentários de Ilhabela, que vai acontecer entre 27 e 31 de agosto de 2025, no Esporte Clube Ilhabela e no Hostel da Vila , próximos ao Centro Histórico.
O Citronela Doc é um festival gratuito de cinema documental, realizado anualmente em Ilhabela (SP) e com exibição online para todo o Brasil pela plataforma Spcine Play. São documentários brasileiros de curta e longa-metragem, contemporâneos e premiados, sempre com foco na diversidade de perspectivas, temas e pontos de vista.
Neste ano o festival exibe 37 filmes entre longas e curtas, divididos em duas mostras principais, a nacional e a regional, com filmes do Litoral Norte e Vale do Paraíba, produzidos em 9 estados brasileiro, além de dois filmes que usam tecnologias de realidade estendida (XR). A programação ainda conta com debates com realizadores e convidados e outras atividades artísticas, como música e teatro. "O Citronela Doc nasceu do desejo de reunir histórias que não apenas informam, mas provocam, tocam e transformam", afirma Livia Razente, produtora executiva do festival.
A mostra nacional exibe filmes biográficos como “Ritas”, que refaz a trajetória da Rita Lee (1947-2023) a partir de entrevistas da própria artista. Também se destaca “Criaturas da Mente”, que mergulha nos estudos de Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro que, há 20 anos, estuda os mistérios do sonhar.
Realizadores indígenas e filmes ligados a esses povos são representados por filmes como “Mundurukuyü - A Floresta das Mulheres Peixe”, assinado por três diretoras indígenas – Beka Saw Munduruku, Rilcélia Akay de Souza Munduruku e Aldira Akay Munduruku – e trata da luta do povo Mundurukuyü para defender seu território diante das pressões de grandes projetos de infraestrutura e das invasões de atividades ilegais. O curta-metragem “Sukande Kasáká | Terra Doente”, de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, mostra como o povo Khĩsêdjê é obrigado a abandonar sua maior aldeia após detectar a contaminação por agrotóxicos. Por fim, “Donas da Terra”, de Ana Marinho, foi realizado durante trabalho de campo na Aldeia Indígena Xokó, localizado a 200 km de Aracaju, e busca trazer à superfície narrativas femininas sobre a luta da retomada da terra.
Também as raízes africanas estão em pauta em diferentes títulos da programação do festival. “Alma Negra, do Quilombo ao Baile”, do diretor Flavio Frederico, propõe um mergulho no universo afrobrasileiro por meio da música soul. Por sua vez, “Salão de Baile: This is Ballroom” mergulha no pulsante universo da comunidade preta LGBTQIAPN+ do Rio de Janeiro, explorando a influência da cultura ballroom, nascida na década de 1960 em Nova York. O curta baiano “Na Volta Eu Te Encontro”, de Urânia Munzanzu, se passa em uma cidade fortemente influenciada pelas revoltas caribenhas na qual a população toma as ruas comemorando independência e liberdade de seu povo preto e indígena. “Talvez Meu Pai Seja Negro” busca pela história da família de sua diretora, Flávia Santana, trazendo reflexões profundas sobre identidade, ancestralidade, apagamento da memória negra-indígena no Brasil.
Outras temáticas estarão presentes no festival. Um registro sobre a tradição das benzedeiras de São Cristóvão (SE), o curta “Sobre Plantas, Mãos e Fé” promove uma homenagem ao sagrado e aos saberes ancestrais. Já “Mambembe”, de Fabio Meira, é um filme sobre um filme, uma proposta reflexiva sobre o fazer cinema centrada na busca de personagens. A produção pernambucana “Tijolo por Tijolo”, de Victória Álvares e Quentin Delaroche, acompanha a história de uma influenciadora digital da periferia de Recife e seu marido, abordando temas como desemprego e gravidez.
O curta “Domingo no Golpe”, de Lucas Bambozzi (de “Lavra”) e da artista e professora Giselle Beiguelman, foi inteiramente produzido com imagens captadas em 8 de janeiro de 2023 pelas câmeras de segurança do Palácio do Planalto, em Brasília.
“A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio”, de Silvino Mendonça, explora a paixão pelo cinema por meio de cartas trocadas entre leitores de uma revista. Já o longa-metragem “Maestra” acompanha, ao longo de seis anos, o cotidiano de uma rara mulher mestre de obras. Por fim, definida como uma ficção científica documental, o curta-metragem paraibano “A Nave Que Nunca Pousa”, de Ellen Morais, observa o processo da introdução das usinas eólicas em uma comunidade quilombola do sertão nordestino.
O festival
O 5º Citronela Doc é realizado por meio do meio da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), do Ministério da Cultura, e do Programa de Ação Cultural (ProAc) do Governo do Estado de São Paulo, com produção da Associação Cultural Citronela e co-produção de Ver Para Crer, BR8 Cultural e Salga Filmes.
SERVIÇO: 5º Citronela Doc – Festival de Documentários de Ilhabela
27 a 31 de agosto de 2025
Entrada gratuita
Locais:
Hostel da Vila (27 e 28) : R. São Benedito, 202, Centro
Esporte Clube Ilhabela (29 a 31): Av. Força Expedicionária Brasileira, 73, Santa Tereza, Ilhabela (SP)
Mais informações no perfil do Instagram @citroneladoc
Email de contato: festivalcitroneladoc@gmail.com
terça-feira, 17 de junho de 2025
BONITO CINESUR CELEBRA O TALENTO SUL-AMERICANO COM HOMENAGEM À ATRIZ PARAGUAI ANA BRUN
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O Bonito CineSur – Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito foi oficialmente lançado na última sexta-feira (06), em Campo Grande, consolidando sua terceira edição como um dos principais movimentos de valorização do cinema sul-americano. A apresentação contou com a presença de nomes ligados ao cinema, direção do festival, autoridades do governo do Estado, representantes da Prefeitura de Bonito, da Fundtur MS, além de agentes do setor turístico.
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sábado, 12 de abril de 2025
FESTIVAL INTERNACIONAL GOITACÁ DE CINEMA, INSCRIÇÕES ABERTAS
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
FESTIVAL SANTA CRUZ DE CINEMA ANUNCIA NOVIDADES PARA 2025


Festival Santa Cruz de Cinema anuncia novidades para 2025
Internacionalização e rodadas de negócios foram anunciadas na última sexta-feira (31) durante evento de lançamento em Santa Cruz do Sul (RS).
Na última sexta-feira, 31 de janeiro, o Festival Santa Cruz de Cinema, que chega a sua oitava edição, reuniu imprensa, patrocinadores e convidados na Casa das Artes Regina Simonis, em Santa Cruz do Sul (RS), para anunciar as novidades deste ano.
Depois de 7 anos, o evento, que é um dos maiores festivais de curtas-metragens do Brasil, passará a ter um olhar internacional. O primeiro passo para a internacionalização será um intercâmbio com a América do Sul a partir de uma parceria inédita com o Departamento de Maldonado, no Uruguai, que realiza há 27 anos o Festival Internacional de Cine de Punta del Este. Nesta edição, serão exibidos em Santa Cruz do Sul curtas-metragens que participarão do festival latino, que acontece neste mês no Uruguai, através do projeto chamado Pantalla Maldonado, com apoio e incentivo do INCAU - Instituto Nacional Cinema e Artes Visuais.
“A partir do ano que vem, a gente abre as nossas portas para a América Latina, a gente vai ser um festival ibero-americano. E já nesse ano, teremos uma parceria com o Festival da Punta da Leste, que estará junto com a gente”, anunciou Diego Tafarel, um dos organizadores do festival.
Além da mostra latina, o Festival Santa Cruz de Cinema também irá promover uma noite de celebração ao cinema japonês, com a exibição de filmes japoneses e um jantar temático.
Primeiro encontro para o mercado irá reunir realizadores e players
Outra novidade desta edição é a realização de rodadas de negócios dentro da programação, proporcionando o encontro de realizadores da cidade com os principais players do mercado.
“A gente vai ter grandes players na nossa cidade, pela primeira vez, para olhar os projetos de Santa Cruz. Isso é uma virada, porque é também o primeiro evento de mercado no centro do estado. Então a gente está fazendo bem para nossa cidade e está fazendo bem para nossa região. A gente faz muita coisa de qualidade e precisa de oportunidade, é o que a gente vai ter”, disse Tafarel.
Durante as rodadas de negócios, os players irão escolher projetos locais para serem realizados. Atualmente, Santa Cruz do Sul tem 42 produtoras, o Santa Cruz Polo Audiovisual (SCPA), que trabalha para fortalecer as empresas da região, e ainda uma Film Comission, que atua na promoção da cidade como destino para a realização de produções.
Inscrições encerram dia 20 de fevereiro
As inscrições estão abertas e encerram dia 20 de fevereiro. Até o momento, mais de 270 filmes já foram inscritos e a expectativa é superar o número da última edição, que foi de 827 produções. Para a organização, este é um reflexo da importância do festival para os realizadores e também o resultado da ampla produção nacional.
O 8º Festival Santa Cruz de Cinema será realizado entre os dias 9 e 13 de junho, com entrada franca, na cidade de Santa Cruz do Sul (RS), e a programação contempla mostra competitiva, painéis, oficinas, homenagens, rodadas de negócios e debates sobre produção cinematográfica brasileira. A realização é do Sesc Santa Cruz do Sul, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e da Pé de Coelho Filmes.
8º Festival Santa Cruz de Cinema
De 9 a 13 de junho em Santa Cruz do Sul
Inscrições: Até o dia 20 de fevereiro pelo formulário online https://x.gd/hlrzP
Categorias: Mostra Nacional, aberta a produções de qualquer estado do país, e Mostra Olhares Daqui, dedicada exclusivamente a obras de Santa Cruz do Sul.
Site: https://
Instagram: @festsantacruzcinema/











