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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

A BIENAL DE ARTE DIGITAL ESTÁ SE REALIZANDO NO Oi Futuro NO RIO DE JANEIRO

A Bienal de Arte Digital segue no Oi Futuro, no Rio de Janeiro até dia 22 

Gilberto Gil experienciando a instalação “Gil Futurível” (foto: Thelma Vidales/Divulgação Oi Futuro).

Gilberto Gil visita Bienal de Arte Digital e conhece obra de arte em sua homenagem

ARTISTA TEVE A EXPERIÊNCIA EM REALIDADE VIRTUAL DA INSTALAÇÃO ‘GIL FUTURÍVEL’ QUE, ASSIM COMO AS DEMAIS OBRAS DA BIENAL, FICA EM CARTAZ ATÉ 22 DE JANEIRO NO Oi FUTURO 


Entre os mais de 10 mil visitantes, até agora, desta edição da Bienal de Arte Digital, um em especial: o cantor e compositor Gilberto Gil. Em sua reta final, o evento - que ocupa o Oi Futuro, no Flamengo, até 22 de janeiro - recebeu o artista, homenageado por uma das instalações artísticas apresentadas: “Gil Futurível”. Além da obra, criada por Clelio de Paula, Floriano Varejão, Lauro Gripa, Azimov labs e Gegê Produções, a Bienal reúne ainda outras dezenas de criações de mais de 60 artistas provenientes de diversos países, além do Brasil. O patrocínio é da Oi, com incentivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. A correalização é do Oi Futuro. A entrada é gratuita.

 

Em “Gil Futurível”, o público é convidado a entrar - através de óculos de realidade virtual - em uma espécie de galeria de arte, que exibe as capas dos discos de Gilberto Gil, seus figurinos icônicos e sua farda de Imortal da Academia Brasileira de Letras; por fim, o usuário estará diante de seu escaneamento 3D, que dá a impressão de se estar frente a frente com Gil. Tudo isso ao som da canção “Futurível”, composta pelo artista durante a ditadura militar, que inspirou o título e o conceito da obra. 

“É um prazer extraordinário ser cobaia em novas experiências artísticas. Experiências que já estavam previstas na minha própria obra. Sou um autor completamente encaixado nessa perspectiva futurível, dos futuros possíveis, dos futuros desejáveis”, afirmou Gil durante a visita.

O artista relembrou de quando escreveu a música “Futurível”: “Preso como eu estava, eu tinha que soltar a imaginação. Eu tinha que usar as capacidades imaginativas que me livrassem daquela prisão. A letra de ‘Futurível’ dá conta desses dois aspectos. Eu queria sair dali com um corpo mais solto e mais complexo de acordo com as expectativas do novo mundo que a tecnologia propicia”.

O público tem apenas mais alguns dias para conhecer “Gil Futurível” e outros destaques da Bienal. Do espanhol Solimán López, a instalação OLEA tem por objetivo se tornar a primeira criptomoeda para o comércio de azeite e propor um espaço para reflexão e reaproximação de espécies, conceitos, economias, sociedades. O Grilo dos Sonhos, do artista sonoro e engenheiro de som francês Felix Blume, consiste em uma instalação sonora composta por 40 “grilos-falantes” que tocam as gravações do canto do macho à noite, feitas por crianças durante uma oficina.

 

Já Obs-cu-ra é uma série concebida pelo fotógrafo Bruno Alencastro, que reuniu mais 80 fotógrafos(as) que aceitaram transformar suas casas em câmeras obscuras de grande formato e capturaram a vida em tempos de pandemia. Enquanto a arte interativa Distâncias, criada pelo francês Scenocosme, reúne virtualmente pessoas que não são capazes de se tocar fisicamente. Esta arte nasceu em abril de 2020, também no contexto da pandemia, que nos obrigou a ficar isolados e a manter o distanciamento de outras pessoas. 

Além desses destaques, a Bienal traz instalações, obras de arte visuais digitais, narrativas em audiovisual e uma diversidade de trabalhos de diferentes linguagens que analisam, tecem críticas e lançam novas perspectivas sobre o tema “Condições de Existência”, escolhido para nortear a edição.

Os artistas participantes desta edição são: Alê Moreira de Paula (Mixando a transmasculinidade), Alexandre Pinheiro (Prêmio Nobel), Alice Bucknell (The Martian Word for World is Mother), Allan França Carmo (Nhn), Luz Negra (Retorno Constante), Andressa Núbia (Yalode), Antonella Mignome (Entelechia Obscura), Beatriz Da Matta (Cabeça, Tudo é ideia, Corpo objeto sonoro, Gráfica mente, In in ter ruptores, Violeque, Estado Virente, Folhas secas), Beverley (an exercise in solitude), Cris Papion, Elias Oyxabaten, Zahy Guajajara (Brasil NFT – Artes Originárias), Bruma M Machado (Em_fusão), Bruno Alencastro (Obs-cu-ra), Camila Ferreira Soares (ITAARA), Camila kater (Carne), Carlos Eduardo Guariglia (Centenário da Semana de Arte Moderna: As relações entre o ontem e o hoje), Cecillia Vilca (La Verdad), Charline Parisot, Jérémy Cissé, Fioretta Caterina Cosmidis, Flore Allier-Estrada, Maud Lemaître-Blanchart, Ludovic Abraham (Sans Gravité), Clélio de Paula (Gil Futurível), Débora Arruda (Álbum de Estrelas), Delírios Digitais (Séfora Rios, Yves Marotta, Paulo Stoker, Juliana Fasuolo), Diego Machado (Sylphides 3.1), Elvys Souza Chaves (Jardim Cibernético 00.02.222), Eric Dos Santos (Procedimentos de Captura), Felipe Carrelli (Estrelas do Deserto), Felix Blume (Dream'Cricket), Fernando Velásquez (Góngora), Filippo Edgardo Paolini (OTIS), Frank Ternier (Riot), Gabriel Junqueira (Archviz Habitat), Guillaumit (Livelyyy), Iah Bahia Bruno De Carvalho (Subterfúgio), Jack Holmer (Ocupação Situação Desejo), Jan M.O (Máquinas de Dizeres), Jéferson Ge Vasconcelos (Destino: Av. Brasil), Jéssica Gaspar (Cansei da Esperança), Job, Jors e Marieke (A Double Life), Jody Zellen (The Waking Dream) , Jonas Esteves (Máquina Sensível), Jorge Mendes (BioFuturism), Juan Calvet (Olhares), Juliana Fasuolo (WE R HERE), Katerina Belkin (Floating Away), Katerina Belkin (For all mankind), Larissa Lopes (Mãe), Luiza Lima Furtado (Urna Sonífera), Luka yakymchuk (Mono), Marco Antonio Gonçalves Junior (A Felicidade É Feita De Metal, HAPPINESS IS A MADE OF), Martin Smatana (The Kite), Matheus Roberto (Victor 3.0), Miguel Bandeira (MAR - LAGOA DO BOQUEIRÃO), Miguel Medeiros (Degustando o metaverso), Nicolas Melmann (ARMONÍAS DESIGUALES), Orquestra Filarmônica de Goiás (Canticum Digitale), Pedro de Fillippis (Garoto Transcodificado), Pedro Henrique (Armário), Rodrigo Faustini (Estamos todos aqui), Rynnard Milton Alves Dias (Memória e Herança), Sandra Lapage (Carapaça), Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (Sangro), Scenocosme (Distances), Soliman Lopez (OLEA), Thiago (Runas), Thiago de Souza (Dança e Imagem Sonora), Thiago Hersan e Mari Nagem (Infinitum), Zaika Dos Santos (Sesa Wo Suban).

 

FICHA TÉCNICA – “GIL FUTURÍVEL”:

Realização: Azimove labs

Experiência Imersiva em 3D. Concepção do Projeto: Lauro Gripa, Floriano Varejão, Clelio de Paula e Eveline Alves. Desenvolvedor/Designer: Clelio de Paula. Produção executiva: Lauro Gripa, Floriano Varejão e Brenno Erick. Restauração digital e escultura: Marcelo Pasqua. Impressão 3D: Futvre Factory. Cenografia: Liza Machado.

Vídeo Imersivo. Direção: Clelio de Paula, João Vittor Pedroza e Gerran Bevitori. Edição: Gerran Bevitori. Direção de Produção: João Pedro Orban. Fotógrafo Cam B: Renan Rocha. Iluminador: Lucas Stirling. Figurino: Liza Machado. Beleza: Syl Oliveira. Fotografia Still: Nathália Athayde. Técnico de estúdio: Léo Moreira.


BIENAL DE ARTE DIGITAL

Realizada em 2018 no Rio e em Belo Horizonte com um público de mais de 70 mil pessoas, a Bienal de Arte Digital foi promovida pelo FAD, com patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro. A programação contou com artistas do Brasil, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Itália, México e Reino Unido, apresentando exposições, performances e simpósios com o tema “Linguagens Híbridas”. A proposta da Bienal é se tornar uma agenda nacional de arte digital e mostrar a cada dois anos obras e exposições que reflitam temas sociais importantes, evidenciando que a arte possibilita à tecnologia exibir suas experiências sociais.


Oi FUTURO

O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação e Cultura. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Há 17 anos, o Oi Futuro mantém um centro cultural no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a convergência entre arte contemporânea e tecnologia. O espaço também abriga o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, com acervo de mais 130 mil peças. Há 18 anos o Oi Futuro gerencia o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores.

Site www.bienalartedigital.com

Nossas Redes:

www.festivaldeartedigital.com.br//www.facebook.com/festivalfad

www.youtube.com/festivalartedigital/www.vimeo.com/festivalfad

www.flickr.com/festivalfad/www.twitter.com/festivalfad

 

SERVIÇO

2ª Bienal de Arte Digital do Festival de Artes Digital

Até 22 de janeiro de 2023

Centro Cultural Oi Futuro –

Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo - Telefone: (21) 3131-3060

Dias e horários de funcionamento: Quarta a domingo das 11h às 20h

Para mais informações entre em contato:

Luisa Mattos:: luisa.mattos@agenciafebre.com.br 21 99888-0633

Katia Carneiro:: katia.carneiro@agenciafebre.com.br 21 99978-2881

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quarta-feira, 30 de novembro de 2022

"GIL FUTURÍVEL" HOMENAGEM A GILBERTO GIL

 

Bienal de Arte Digital, que traz a obra "Gil Futurível", em homenagem a Gilberto Gil. O evento ocupa o Oi Futuro, no Rio de Janeiro, até 22 de janeiro.

Gilberto Gil em realidade virtual na obra “Gil Futurível”

(Créditos: Gil Futurível / Clélio de Paula e Floriano Varejão)

Gilberto Gil é homenageado por obra presente na Bienal de Arte Digital

PELA PRIMEIRA VEZ DISPONÍVEL AO GRANDE PÚBLICO, “GIL FUTURÍVEL” APRESENTA HOLOGRAMA EM 3D DO ARTISTA ATRAVÉS DE REALIDADE VIRTUAL 


Até dia 22 de janeiro, o público vai poder conhecer as obras expostas na Bienal de Arte Digital que ocupa o Oi Futuro, no Flamengo, após um hiato de quatro anos devido à pandemia da Covid-19. O evento, totalmente gratuito, traz trabalhos de mais de 60 artistas brasileiros e estrangeiros – entre elas “Gil Futurível”, uma homenagem ao músico Gilberto Gil produzida pelos cariocas Clélio de Paula e Floriano Varejão e pela Azimove Labs, que pode ser visitada pela primeira vez. O patrocínio da Bienal é da Oi, com incentivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Estado do Rio de Janeiro e apoio cultural da Aliança Francesa no Rio de Janeiro. A correalização é do Oi Futuro. A entrada é gratuita.

 

Através de óculos de realidade virtual, “Gil Futurível” convida o público a entrar em uma espécie de galeria de arte com capas dos discos de Gilberto Gil, seus figurinos icônicos, sua farda de Imortal da Academia Brasileira de Letras e, por fim, seu escaneamento 3D – uma espécie de holograma hiper-realista, tudo isso sonorizado pela canção “Futurível”, do compositor. A sensação é de se estar frente a frente com o próprio Gil, em tamanho real. A obra apresenta ainda um busto tátil do artista que, em três dimensões, permite que pessoas com deficiência visual possam ao tocá-lo e formar sua imagem do artista. A experiência traz ainda um pouco da história do artista, sobretudo no período em que esteve preso pela ditadura militar.

 

Confira outras três obras emblemáticas de artistas do Rio de Janeiro que integram o evento:

 

Estrelas do Deserto (Felipe Carrelli) – Uma imersão em realidade virtual no cotidiano dos Saarauis, que durante séculos viveram em condições extremas em pleno deserto do Saara, que ocupa um terço do continente africano e é uma das regiões mais inóspitas do planeta. A região é seca o suficiente para mumificar cadáveres e matar bactérias.


Prêmio Nobel (Alexandre Pinheiro dos Santos) – Baseado em jogos altamente violentos, como “GTA”, a obra em audiovisual recria uma ação de extermínio em uma favela, cujo foco é matar pessoas que teriam potencial de receber um Prêmio Nobel. Vivenciando o mesmo tipo de jogabilidade, “Prêmio Nobel” traz uma narrativa invertida, carregada de fatos históricos atuais do Brasil do século XXI, criticando sobretudo ações policiais que tiram a vida, o futuro e as potencialidades de tantas pessoas periféricas. A verossimilhança existe para gerar constrangimento e desconforto em um jogo que o usuário não gosta de jogar.


WE R HERE (Juliana Fasuolo) - Um projeto ativista de arte generativa usando Inteligência Artificial e Mídia Mista. É uma exploração dentro do universo digital, superando as barreiras de gênero do vocabulário computacional e criando aleatoriamente imagens, personagens e narrativas de mulheres lésbicas.

 

A Bienal é composta por instalações, obras de arte visuais digitais, narrativas em audiovisual e uma diversidade de trabalhos de diferentes linguagens que analisam, tecem críticas e lançam novas perspectivas sobre o tema “Condições de Existência”, escolhido para nortear a edição. Ao longo do evento, atividades como performances artísticas, simpósios, oficinas e exibição de filmes integram a programação.

 

O TEMA DA BIENAL DE ARTE DIGITAL:: Condições de Existência

Em seu texto de apresentação da Bienal de Arte Digital, Tadeus Mucelli, curador artístico e criador do Festival de Arte Digital, explica: “uma bienal é como um livro que, através de capítulos, tentamos dar voz a narrativas e visões, formas de 'ser' e 'ver' no mundo com as coisas sencientes. E quando dizemos "coisas" estamos incluindo uma ontologia digital (da vida) em interseção ou sobreposição a ontologia humana (de estar no mundo). Onde formas, processos e modos de existir convivem quase que onipresente com o que entendemos por 'sersientes', numa aproximação além de biorgânica e biotecnológica. Um olhar mais holístico que considera as terceiras partes (algoritmos, computação inteligente, formas digitais de 'vida') muito presentes em nosso cotidiano.


BIENAL DE ARTE DIGITAL:

Realizada em 2018 no Rio e em Belo Horizonte com um público de mais de 70 mil pessoas, a Bienal de Arte Digital foi promovida pelo FAD, com patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro. A programação contou com artistas do Brasil, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Itália, México e Reino Unido, apresentando exposições, performances e simpósios com o tema “Linguagens Híbridas”. A proposta da Bienal é se tornar uma agenda nacional de arte digital e mostrar a cada dois anos obras e exposições que reflitam temas sociais importantes, evidenciando que a arte possibilita à tecnologia exibir suas experiências sociais.


Oi FUTURO:

O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação e Cultura. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Há 17 anos, o Oi Futuro mantém um centro cultural no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a convergência entre arte contemporânea e tecnologia. O espaço também abriga o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, com acervo de mais 130 mil peças. Há 18 anos o Oi Futuro gerencia o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores.

 

Mais informações:

Comunidade da Bienal

https://discord.gg/JgCf6DVs9u

Site

www.bienalartedigital.com

Nossas Redes:

www.festivaldeartedigital.com.br//www.facebook.com/festivalfad

www.youtube.com/festivalartedigital/www.vimeo.com/festivalfad

www.flickr.com/festivalfad/www.twitter.com/festivalfad

 

SERVIÇO: 2ª Bienal de Arte Digital do Festival de Artes Digital

Até 22 de Janeiro de 2023

Centro Cultural Oi Futuro –

Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo - Rio de Janeiro - Telefone: (21) 3131-3060

Dias e horários de funcionamento: Quarta a domingo das 11h às 20h


terça-feira, 25 de agosto de 2015

OI FUTURO INAUGURA OBRA DE MARIA LYNCH NA FACHADA NO RIO DE JANEIRO

Oi Futuro inaugura obra de Maria Lynch na fachada dia 27 de agosto

·         Instalação fotográfica de 10m de altura traz imagem real do nascimento da própria artista;
·         Trabalho ocupa o Grande Campo, espaço de arte pública mantido pelo centro cultural no Flamengo.

O Oi Futuro abre dia 27 de Agosto a instalação fotográfica “Janela Provisória”, da artista visual Maria Lynch, que vai cobrir a fachada do centro cultural no Flamengo até 25 de outubro. A obra ocupa o espaço de arte pública conhecido como Grande Campo, com curadoria de Alberto Saraiva.
  
Com 10 metros de altura, a fotografia mostra o momento do nascimento da própria artista, coberta de sangue sendo retirada da barriga da mãe. Para Lynch, o objetivo não é chocar, mas tratar com certa ironia o “nascimento do artista”. “O meu trabalho lida com rastros da memória e aspectos da identidade; quem é essa a Maria que começa a ser construída?”, explica Maria Lynch.

Maria Lynch é carioca, radicada em Nova York e formada pela Chelsea College of Art & Design, em Londres, onde concluiu pós-graduação e mestrado. Entre suas principais exposições individuais estão “Ocupação Macia”, no Paço Imperial, a performance “Incorporáveis”, no MAM Rio, e “Acontecimento Encarnado”, na galeria Anita Schwartz, no Rio. Ela também participou de coletivas no CCBB-Rio, no Barbican Centre, em Londres, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, entre outras. As obras da artista visual estão em importantes coleções públicas do Brasil, como o Museu de Arte Contemporânea de Niterói e a coleção do Ministério das Relações Exteriores – Palácio do Itamaraty.

SERVIÇO: “Janela Provisória” – Grande Campo
Oi Futuro – área externa
Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo - Rio de Janeiro 
Abertura: 27 de Agosto, às 19h30
Visitação: 28 de Agosto a 25 de Outubro
Terça a domingo, 11h às 20h
Entrada franca | Classificação etária: Livre.




terça-feira, 2 de abril de 2013

PALCO & PLATEIA DO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA

Palco & Plateia
 
O público do Festival de Teatro de Curitiba poderá acompanhar a primeira temporada da série de entrevistas com atores e diretores de teatro, comandada por José Wilker, Palco e Plateia, que será apresentada na Cinemateca, até o dia 07 de Abril. Com patrocínio da Oi, e apoio cultural do Oi Futuro, Palco e Plateia abre as cortinas do teatro brasileiro para apresentar um panorama do universo das artes cênicas no país, com suas diversas manifestações, visões, linguagens, métodos de encenação e processos de criação. Nesta primeira temporada, foram entrevistados alguns dos mais representativos diretores do universo teatral como Miguel Falabella e Antunes Filho.
 
A Cinemateca de Curitiba está localizada na rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174, Bairro São Francisco.
 
Fotolegenda: Camila Morgado foi uma das entrevistadas de ontem por José Wilker, no Oi Futuro.
A entrevista será exibida no programa Palco & Plateia, cuja temporada 2013 estreia no Canal Brasil, no dia 30 de Abril, às 21h30. Durante a conversa, Camila lembrou de quando foi dirigida por Wilker, na peça "Palácio do Fim". A primeira orientação que ele nos deu foi 'não tenham pena dessas personagens, façam sabendo que pessoas assim, existem'. No espetáculo, a atriz interpretava uma militar norte-americana torturadora, no Iraque. 
 
 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

CURTA CINEMA FESTIVAL DE CURTAS OI FUTURO

Paraná é destaque no Festival Internacional de Curtas no Oi Futuro


Na próxima sexta, dia 2 de Novembro, começa a 22ª edição do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema, com exibições no Oi Futuro. São mais de 300 filmes nacionais e internacionais, muitas estreias mundiais, debates, laboratórios, workshops, numa programação toda gratuita, com sessões nos centros culturais de Ipanema e Flamengo, além de outras salas de cinema da cidade. Nesta edição, a produção de curta-metragem do Paraná ganha uma programação exclusiva, que exibirá 32 filmes especialmente selecionados para o evento.


O Foco Paraná traz filmes premiados, produções voltadas para jovens, adolescentes e público infantil, com linguagem pop e enfoques bem-humorados. Entre eles, Sobrenatural, de Alexandre Rafael Garcia, Ovos de Dinossauro na Sala de Estar, de Rafael Urban, Mandarim, de Tulio Viaro, A Equação do Amo, de Fábio Allon e o GarotoBbarba, de Christopher Faust.

“No Paraná existe uma produção de curtas feitos por realizadores bem jovens, que acabaram de finalizar o curso de Cinema e TV da Faculdade de Artes do Paraná”, diz Paulo Roberto, coordenador de programação do Festival.

Confira programação completa no site do evento: www.curtacinema.com.br



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

FESTIVAL DE MICROMETRAGENS EM GRAMADO

A SEGUNDA ETAPA DO CEL.U.CINE COMEÇA AMANHÃ

Festival de micrometragem patrocinado pelo Oi Futuro anuncia sua segunda etapa no Festival de Cinema de Gramado

A segunda etapa do CEL.U.CINE – Festival de Micrometragens começa nesta sexta-feira, dia 12 de Agosto. No penúltimo dia do Festival de Cinema de Gramado, antes da sessão principal da noite, Marco Altberg, diretor do festival, anunciará o tema da segunda etapa e os 5 finalistas da primeira, que contou com o tema “ditado popular”. Os participantes (profissionais ou amadores) devem ter mais de 16 anos e podem inscrever quantos filmes quiserem e que estejam de acordo com o tema anunciado. As inscrições serão realizadas somente pelo site do festival: http://www.celucine.com.br/.

Desta etapa serão selecionados mais 5 finalistas e todos ganharão um celular com câmera. A novidade este ano é que países de língua portuguesa também podem participar da competição. Participam filmes com duração de 30 segundos a 3 minutos, produzidos com suportes digitais (câmeras, celulares, smartphones etc) e nos mais diversos gêneros (animação, ficção ou documentário). Os vencedores receberão prêmios de R$ 18 mil (1º lugar), R$ 10 mil (2º lugar) e R$ 8 mil (3º lugar). Além disso, o melhor filme escolhido em votação popular (votação acontece pelo site do CEL.U.CINE) receberá um prêmio no valor de R$ 4 mil.

Sobre o CEL.U.CINE
O CEL.U.CINE pretende ser um pólo difusor de cultura, incentivando a produção audiovisual através do uso de novas mídias. O festival, que conta com o patrocínio exclusivo da Oi, é promovido pela Associação Revista do Cinema Brasileiro em parceria com o Oi Futuro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. O CEL.U.CINE conta também com apoio do Canal Brasil e da RioFilme. Filmes que participaram de edições anteriores estão disponíveis no site oficial do festival: http://www.celucine.com.br/

 
Sobre o Oi Futuro
A Oi Futuro tem a missão de democratizar o acesso ao conhecimento para acelerar e promover o desenvolvimento humano. O principal foco das ações do instituto de responsabilidade da Oi é a promoção de um futuro melhor para os brasileiros, reduzindo distâncias geográficas e sociais. Os programas Oi Tonomundo, Oi Kabum! (escolas de arte e tecnologia), NAVE e Oi Novos Brasis atendem 600 mil crianças e jovens, desenvolvendo metodologias educacionais inovadoras, promovendo a inclusão digital e fornecendo conteúdo pedagógico para a formação de professores e educadores da rede pública. O Oi Conecta, um programa em parceria com o Governo Federal, leva banda larga a mais de 40 mil escolas públicas, beneficiando cerca de 26 milhões de alunos. Na área cultural, o Oi Futuro atua como gestor do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades. O Oi Futuro apoia, ainda, projetos aprovados pela Lei de Incentivo ao Esporte. A Oi foi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos sócio-educativos inseridos na nova Lei. http://www.oifuturo.org.br/


Sobre Associação Revista do Cinema Brasileiro
A Associação Revista do Cinema Brasileiro, entidade sem fins lucrativos de direito privado, foi criada em 2002 com o objetivo de produzir conteúdos culturais e educativos e difundir a cultura, meio-ambiente e o audiovisual brasileiro para diferentes mídias. Tem em sua filmografia as realizações de seu responsável, o produtor e diretor Marco Altberg.