Mostrando postagens com marcador realidade virtual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador realidade virtual. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

A BIENAL DE ARTE DIGITAL ESTÁ SE REALIZANDO NO Oi Futuro NO RIO DE JANEIRO

A Bienal de Arte Digital segue no Oi Futuro, no Rio de Janeiro até dia 22 

Gilberto Gil experienciando a instalação “Gil Futurível” (foto: Thelma Vidales/Divulgação Oi Futuro).

Gilberto Gil visita Bienal de Arte Digital e conhece obra de arte em sua homenagem

ARTISTA TEVE A EXPERIÊNCIA EM REALIDADE VIRTUAL DA INSTALAÇÃO ‘GIL FUTURÍVEL’ QUE, ASSIM COMO AS DEMAIS OBRAS DA BIENAL, FICA EM CARTAZ ATÉ 22 DE JANEIRO NO Oi FUTURO 


Entre os mais de 10 mil visitantes, até agora, desta edição da Bienal de Arte Digital, um em especial: o cantor e compositor Gilberto Gil. Em sua reta final, o evento - que ocupa o Oi Futuro, no Flamengo, até 22 de janeiro - recebeu o artista, homenageado por uma das instalações artísticas apresentadas: “Gil Futurível”. Além da obra, criada por Clelio de Paula, Floriano Varejão, Lauro Gripa, Azimov labs e Gegê Produções, a Bienal reúne ainda outras dezenas de criações de mais de 60 artistas provenientes de diversos países, além do Brasil. O patrocínio é da Oi, com incentivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Estado do Rio de Janeiro. A correalização é do Oi Futuro. A entrada é gratuita.

 

Em “Gil Futurível”, o público é convidado a entrar - através de óculos de realidade virtual - em uma espécie de galeria de arte, que exibe as capas dos discos de Gilberto Gil, seus figurinos icônicos e sua farda de Imortal da Academia Brasileira de Letras; por fim, o usuário estará diante de seu escaneamento 3D, que dá a impressão de se estar frente a frente com Gil. Tudo isso ao som da canção “Futurível”, composta pelo artista durante a ditadura militar, que inspirou o título e o conceito da obra. 

“É um prazer extraordinário ser cobaia em novas experiências artísticas. Experiências que já estavam previstas na minha própria obra. Sou um autor completamente encaixado nessa perspectiva futurível, dos futuros possíveis, dos futuros desejáveis”, afirmou Gil durante a visita.

O artista relembrou de quando escreveu a música “Futurível”: “Preso como eu estava, eu tinha que soltar a imaginação. Eu tinha que usar as capacidades imaginativas que me livrassem daquela prisão. A letra de ‘Futurível’ dá conta desses dois aspectos. Eu queria sair dali com um corpo mais solto e mais complexo de acordo com as expectativas do novo mundo que a tecnologia propicia”.

O público tem apenas mais alguns dias para conhecer “Gil Futurível” e outros destaques da Bienal. Do espanhol Solimán López, a instalação OLEA tem por objetivo se tornar a primeira criptomoeda para o comércio de azeite e propor um espaço para reflexão e reaproximação de espécies, conceitos, economias, sociedades. O Grilo dos Sonhos, do artista sonoro e engenheiro de som francês Felix Blume, consiste em uma instalação sonora composta por 40 “grilos-falantes” que tocam as gravações do canto do macho à noite, feitas por crianças durante uma oficina.

 

Obs-cu-ra é uma série concebida pelo fotógrafo Bruno Alencastro, que reuniu mais 80 fotógrafos(as) que aceitaram transformar suas casas em câmeras obscuras de grande formato e capturaram a vida em tempos de pandemia. Enquanto a arte interativa Distâncias, criada pelo francês Scenocosme, reúne virtualmente pessoas que não são capazes de se tocar fisicamente. Esta arte nasceu em abril de 2020, também no contexto da pandemia, que nos obrigou a ficar isolados e a manter o distanciamento de outras pessoas. 

Além desses destaques, a Bienal traz instalações, obras de arte visuais digitais, narrativas em audiovisual e uma diversidade de trabalhos de diferentes linguagens que analisam, tecem críticas e lançam novas perspectivas sobre o tema “Condições de Existência”, escolhido para nortear a edição.

Os artistas participantes desta edição são: Alê Moreira de Paula (Mixando a transmasculinidade), Alexandre Pinheiro (Prêmio Nobel), Alice Bucknell (The Martian Word for World is Mother), Allan França Carmo (Nhn), Luz Negra (Retorno Constante), Andressa Núbia (Yalode), Antonella Mignome (Entelechia Obscura), Beatriz Da Matta (Cabeça, Tudo é ideia, Corpo objeto sonoro, Gráfica mente, In in ter ruptores, Violeque, Estado Virente, Folhas secas), Beverley (an exercise in solitude), Cris Papion, Elias Oyxabaten, Zahy Guajajara (Brasil NFT – Artes Originárias), Bruma M Machado (Em_fusão), Bruno Alencastro (Obs-cu-ra), Camila Ferreira Soares (ITAARA), Camila kater (Carne), Carlos Eduardo Guariglia (Centenário da Semana de Arte Moderna: As relações entre o ontem e o hoje), Cecillia Vilca (La Verdad), Charline Parisot, Jérémy Cissé, Fioretta Caterina Cosmidis, Flore Allier-Estrada, Maud Lemaître-Blanchart, Ludovic Abraham (Sans Gravité), Clélio de Paula (Gil Futurível), Débora Arruda (Álbum de Estrelas), Delírios Digitais (Séfora Rios, Yves Marotta, Paulo Stoker, Juliana Fasuolo), Diego Machado (Sylphides 3.1), Elvys Souza Chaves (Jardim Cibernético 00.02.222), Eric Dos Santos (Procedimentos de Captura), Felipe Carrelli (Estrelas do Deserto), Felix Blume (Dream'Cricket), Fernando Velásquez (Góngora), Filippo Edgardo Paolini (OTIS), Frank Ternier (Riot), Gabriel Junqueira (Archviz Habitat), Guillaumit (Livelyyy), Iah Bahia Bruno De Carvalho (Subterfúgio), Jack Holmer (Ocupação Situação Desejo), Jan M.O (Máquinas de Dizeres), Jéferson Ge Vasconcelos (Destino: Av. Brasil), Jéssica Gaspar (Cansei da Esperança), Job, Jors e Marieke (A Double Life), Jody Zellen (The Waking Dream) , Jonas Esteves (Máquina Sensível), Jorge Mendes (BioFuturism), Juan Calvet (Olhares), Juliana Fasuolo (WE R HERE), Katerina Belkin (Floating Away), Katerina Belkin (For all mankind), Larissa Lopes (Mãe), Luiza Lima Furtado (Urna Sonífera), Luka yakymchuk (Mono), Marco Antonio Gonçalves Junior (A Felicidade É Feita De Metal, HAPPINESS IS A MADE OF), Martin Smatana (The Kite), Matheus Roberto (Victor 3.0), Miguel Bandeira (MAR - LAGOA DO BOQUEIRÃO), Miguel Medeiros (Degustando o metaverso), Nicolas Melmann (ARMONÍAS DESIGUALES), Orquestra Filarmônica de Goiás (Canticum Digitale), Pedro de Fillippis (Garoto Transcodificado), Pedro Henrique (Armário), Rodrigo Faustini (Estamos todos aqui), Rynnard Milton Alves Dias (Memória e Herança), Sandra Lapage (Carapaça), Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (Sangro), Scenocosme (Distances), Soliman Lopez (OLEA), Thiago (Runas), Thiago de Souza (Dança e Imagem Sonora), Thiago Hersan e Mari Nagem (Infinitum), Zaika Dos Santos (Sesa Wo Suban).

 

FICHA TÉCNICA – “GIL FUTURÍVEL”:

Realização: Azimove labs

Experiência Imersiva em 3D. Concepção do Projeto: Lauro Gripa, Floriano Varejão, Clelio de Paula e Eveline Alves. Desenvolvedor/Designer: Clelio de Paula. Produção executiva: Lauro Gripa, Floriano Varejão e Brenno Erick. Restauração digital e escultura: Marcelo Pasqua. Impressão 3D: Futvre Factory. Cenografia: Liza Machado.

Vídeo Imersivo. Direção: Clelio de Paula, João Vittor Pedroza e Gerran Bevitori. Edição: Gerran Bevitori. Direção de Produção: João Pedro Orban. Fotógrafo Cam B: Renan Rocha. Iluminador: Lucas Stirling. Figurino: Liza Machado. Beleza: Syl Oliveira. Fotografia Still: Nathália Athayde. Técnico de estúdio: Léo Moreira.


BIENAL DE ARTE DIGITAL

Realizada em 2018 no Rio e em Belo Horizonte com um público de mais de 70 mil pessoas, a Bienal de Arte Digital foi promovida pelo FAD, com patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro. A programação contou com artistas do Brasil, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Itália, México e Reino Unido, apresentando exposições, performances e simpósios com o tema “Linguagens Híbridas”. A proposta da Bienal é se tornar uma agenda nacional de arte digital e mostrar a cada dois anos obras e exposições que reflitam temas sociais importantes, evidenciando que a arte possibilita à tecnologia exibir suas experiências sociais.


Oi FUTURO

O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação e Cultura. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Há 17 anos, o Oi Futuro mantém um centro cultural no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a convergência entre arte contemporânea e tecnologia. O espaço também abriga o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, com acervo de mais 130 mil peças. Há 18 anos o Oi Futuro gerencia o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores.

Site www.bienalartedigital.com

Nossas Redes:

www.festivaldeartedigital.com.br//www.facebook.com/festivalfad

www.youtube.com/festivalartedigital/www.vimeo.com/festivalfad

www.flickr.com/festivalfad/www.twitter.com/festivalfad

 

SERVIÇO

2ª Bienal de Arte Digital do Festival de Artes Digital

Até 22 de janeiro de 2023

Centro Cultural Oi Futuro –

Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo - Telefone: (21) 3131-3060

Dias e horários de funcionamento: Quarta a domingo das 11h às 20h

Para mais informações entre em contato:

Luisa Mattos:: luisa.mattos@agenciafebre.com.br 21 99888-0633

Katia Carneiro:: katia.carneiro@agenciafebre.com.br 21 99978-2881

Siga-nos no Instagram @agfebre e no facebook.com/agfebre

Não deseja mais receber nossos e-mails?

Você pode descad

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

"GIL FUTURÍVEL" HOMENAGEM A GILBERTO GIL

 

Bienal de Arte Digital, que traz a obra "Gil Futurível", em homenagem a Gilberto Gil. O evento ocupa o Oi Futuro, no Rio de Janeiro, até 22 de janeiro.

Gilberto Gil em realidade virtual na obra “Gil Futurível”

(Créditos: Gil Futurível / Clélio de Paula e Floriano Varejão)

Gilberto Gil é homenageado por obra presente na Bienal de Arte Digital

PELA PRIMEIRA VEZ DISPONÍVEL AO GRANDE PÚBLICO, “GIL FUTURÍVEL” APRESENTA HOLOGRAMA EM 3D DO ARTISTA ATRAVÉS DE REALIDADE VIRTUAL 


Até dia 22 de janeiro, o público vai poder conhecer as obras expostas na Bienal de Arte Digital que ocupa o Oi Futuro, no Flamengo, após um hiato de quatro anos devido à pandemia da Covid-19. O evento, totalmente gratuito, traz trabalhos de mais de 60 artistas brasileiros e estrangeiros – entre elas “Gil Futurível”, uma homenagem ao músico Gilberto Gil produzida pelos cariocas Clélio de Paula e Floriano Varejão e pela Azimove Labs, que pode ser visitada pela primeira vez. O patrocínio da Bienal é da Oi, com incentivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Estado do Rio de Janeiro e apoio cultural da Aliança Francesa no Rio de Janeiro. A correalização é do Oi Futuro. A entrada é gratuita.

 

Através de óculos de realidade virtual, “Gil Futurível” convida o público a entrar em uma espécie de galeria de arte com capas dos discos de Gilberto Gil, seus figurinos icônicos, sua farda de Imortal da Academia Brasileira de Letras e, por fim, seu escaneamento 3D – uma espécie de holograma hiper-realista, tudo isso sonorizado pela canção “Futurível”, do compositor. A sensação é de se estar frente a frente com o próprio Gil, em tamanho real. A obra apresenta ainda um busto tátil do artista que, em três dimensões, permite que pessoas com deficiência visual possam ao tocá-lo e formar sua imagem do artista. A experiência traz ainda um pouco da história do artista, sobretudo no período em que esteve preso pela ditadura militar.

 

Confira outras três obras emblemáticas de artistas do Rio de Janeiro que integram o evento:

 

Estrelas do Deserto (Felipe Carrelli) – Uma imersão em realidade virtual no cotidiano dos Saarauis, que durante séculos viveram em condições extremas em pleno deserto do Saara, que ocupa um terço do continente africano e é uma das regiões mais inóspitas do planeta. A região é seca o suficiente para mumificar cadáveres e matar bactérias.


Prêmio Nobel (Alexandre Pinheiro dos Santos) – Baseado em jogos altamente violentos, como “GTA”, a obra em audiovisual recria uma ação de extermínio em uma favela, cujo foco é matar pessoas que teriam potencial de receber um Prêmio Nobel. Vivenciando o mesmo tipo de jogabilidade, “Prêmio Nobel” traz uma narrativa invertida, carregada de fatos históricos atuais do Brasil do século XXI, criticando sobretudo ações policiais que tiram a vida, o futuro e as potencialidades de tantas pessoas periféricas. A verossimilhança existe para gerar constrangimento e desconforto em um jogo que o usuário não gosta de jogar.


WE R HERE (Juliana Fasuolo) - Um projeto ativista de arte generativa usando Inteligência Artificial e Mídia Mista. É uma exploração dentro do universo digital, superando as barreiras de gênero do vocabulário computacional e criando aleatoriamente imagens, personagens e narrativas de mulheres lésbicas.

 

A Bienal é composta por instalações, obras de arte visuais digitais, narrativas em audiovisual e uma diversidade de trabalhos de diferentes linguagens que analisam, tecem críticas e lançam novas perspectivas sobre o tema “Condições de Existência”, escolhido para nortear a edição. Ao longo do evento, atividades como performances artísticas, simpósios, oficinas e exibição de filmes integram a programação.

 

O TEMA DA BIENAL DE ARTE DIGITAL:: Condições de Existência

Em seu texto de apresentação da Bienal de Arte Digital, Tadeus Mucelli, curador artístico e criador do Festival de Arte Digital, explica: “uma bienal é como um livro que, através de capítulos, tentamos dar voz a narrativas e visões, formas de 'ser' e 'ver' no mundo com as coisas sencientes. E quando dizemos "coisas" estamos incluindo uma ontologia digital (da vida) em interseção ou sobreposição a ontologia humana (de estar no mundo). Onde formas, processos e modos de existir convivem quase que onipresente com o que entendemos por 'sersientes', numa aproximação além de biorgânica e biotecnológica. Um olhar mais holístico que considera as terceiras partes (algoritmos, computação inteligente, formas digitais de 'vida') muito presentes em nosso cotidiano.


BIENAL DE ARTE DIGITAL:

Realizada em 2018 no Rio e em Belo Horizonte com um público de mais de 70 mil pessoas, a Bienal de Arte Digital foi promovida pelo FAD, com patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro. A programação contou com artistas do Brasil, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Itália, México e Reino Unido, apresentando exposições, performances e simpósios com o tema “Linguagens Híbridas”. A proposta da Bienal é se tornar uma agenda nacional de arte digital e mostrar a cada dois anos obras e exposições que reflitam temas sociais importantes, evidenciando que a arte possibilita à tecnologia exibir suas experiências sociais.


Oi FUTURO:

O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação e Cultura. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Há 17 anos, o Oi Futuro mantém um centro cultural no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a convergência entre arte contemporânea e tecnologia. O espaço também abriga o Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades, com acervo de mais 130 mil peças. Há 18 anos o Oi Futuro gerencia o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores.

 

Mais informações:

Comunidade da Bienal

https://discord.gg/JgCf6DVs9u

Site

www.bienalartedigital.com

Nossas Redes:

www.festivaldeartedigital.com.br//www.facebook.com/festivalfad

www.youtube.com/festivalartedigital/www.vimeo.com/festivalfad

www.flickr.com/festivalfad/www.twitter.com/festivalfad

 

SERVIÇO: 2ª Bienal de Arte Digital do Festival de Artes Digital

Até 22 de Janeiro de 2023

Centro Cultural Oi Futuro –

Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo - Rio de Janeiro - Telefone: (21) 3131-3060

Dias e horários de funcionamento: Quarta a domingo das 11h às 20h


terça-feira, 23 de maio de 2017

FESTIVAL VARILUX 2017 TERÁ MOSTRA INÉDITA DE FRANCESES EM REALIDADE VIRTUAL

UM DOS CURADORES DA MOSTRA, MICHEL REILHAC, PARTICIPA DE DEBATES EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO E EXIBE SEU FILME “VIENS!

O Festival Varilux de Cinema Francês 2017 vai trazer uma Mostra de filmes franceses com tecnologia de realidade virtual. É a primeira vez que um festival no Brasil dedica uma seleção específica a esse gênero, que acaba de entrar também no Festival de Cannes em 2017 com um filme de Alejandro Gonzalez Iñarritu, "Carne e Areia".
A mostra contará com oito obras em 360º desenvolvidas por líderes em inovação audiovisual na França e que serão apresentadas gratuitamente ao público paulista e carioca. As exibições, realizadas em cadeiras giratórias e com óculos de realidade virtual, acontecem entre 6 e 18 de junho em São Paulo e de 9 a 18 de junho no Rio de Janeiro.
A seleção será acompanhada pelo Michel Reilhac, curador de quatro filmes ‘Best-of da produção independente de realidade virtual francesa’ que participa de palestras em São Paulo e no Rio de Janeiro. Profissional consagrado na Europa, ele foi diretor do cinema no canal ARTE e é o atual diretor do Submarine Channel em Amsterdam. Reilhac se define como "arquiteto de histórias interativas" e faz muitas intervenções como curador, conselheiro ou palestrante em festivais prestigiosos como Veneza, Sundance, Cannes, Tribeca, etc.

Reilhac acredita que aos poucos a tecnologia da realidade virtual se tornará uma nova tendência. “A minha esperança é que aprendamos rapidamente como a realidade virtual pode ser uma forma fantástica de compartilhar experiências que não seriam possíveis no mundo real, mas não como uma substituição de todas as coisas que não podemos fazer fisicamente”, afirma Reilhac.
A coordenação da mostra será feita pelo Alexandre Calil Sicchieri, especialista brasileiro de realidade virtual, reconhecido internacionalmente , CEO da VRXP- Virtual Reality Experience, coordenador do BIG Festival e administrador principal da maior comunidade de realidade virtual no Facebook (Virtual Reality).
Os filmes exploram o potencial da realidade virtual em diversos gêneros como ação, ficção, animação e documentário. Entre eles estão obras integrantes de festivais internacionais como Tribeca, Kaleidoscope, Sundance, entre outros. Três dessas produções estiveram em Sundance: “Notes on Blindess”, “Out of the blue” e “Viens!”. Esse último é dirigido por Reilhac.


PROGRAMAÇÃO
Toda a programação, em ambas cidades, é gratuita.

SÃO PAULO
Terça-feira, 6 de Junho
Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso
De 10h às 12h
Palestra de Michel Reilhac e Alexandre Calil: "A situação atual e as perspectivas da Realidade Virtual no mundo e no Brasil".

De 10h às 18h
Exibição de filmes franceses de realidade virtual.

Quarta-feira, 7 de Junho
Aliança Francesa de São Paulo - Rua General Jardim, 182 - Centro
De 10h às 18h
Exibição de filmes franceses de realidade virtual.

De 8 a 18 de Junho
Programação fixa de filmes de realidade virtual no Cine Arte- Av. Paulista, 2073 - Cerqueira César

RIO DE JANEIRO
Sexta-feira, 9 de Junho
Médiathèque da Maison de France (Consulado Geral da França no Rio de Janeiro)
Avenida Antonio Carlos, 58 - Centro

17h30m às 19h
Palestra de Michel Reilhac e Alexandre Calil: "A situação atual e as perspectivas da Realidade Virtual no mundo e no Brasil".

De 10h às 18h
Exibição de filmes franceses de realidade virtual.

De 10 de junho a 18 de Junho
Cine Odeon (foyer do 2º andar)- Praça Floriano, 7 – Centro
Programação fixa de filmes de realidade virtual.


OS FILMES  
‘Best of’ dos filmes independentes franceses
Curadoria: Michel Reilhac


I, Philip
De Pierre Zandrowicz
Com Hélène Kuhn, Doug Rand, Nathan Rippy, Dounia Sichov
Escrito por Pierre Zandrowicz e Rémi Giordano
Produção: ARTE France, Fatcat Films, Saint-George.
Animação live action - 2016– 14min
Sinopse
Em 2005, David Hanson, um jovem engenheiro de robótica revela seu primeiro androide com forma humana, “Phil”, que é a cópia perfeita do famoso autor de ficção científica Philip K. Dick. Em poucas semanas, Phil se torna famoso na internet e no círculo de fãs do autor. O robô acaba apresentando diversas de conferências ao redor do mundo. No fim deste mesmo ano, a cabeça do androide desaparece durante um voo da America West Arilines entre Dallas e Las Vegas. Por meio das memórias do androide e do autor, o filme oferece uma interpretação da vida de Phil.

NOTES ON BLINDNESS
De Peter Middleton e James Spinney
Voz em francês: Lambert Wilson
Produção : Archer’s Mark
2016 – 6 capítulos de 3-4min
Sinopse
Em 1983, após anos de uma doença progressiva e dias antes de seu filho nascer, o escritor e teólogo John Hull ficou completamente cego. Consciente de que iria destruir sua vida se não entendesse a cegueira, Hull começou a fazer um diário gravado com fitas-cassete, em que descrevia a dolorosa, mas também libertadora jornada até as profundidas de sua alma; demostrando que as deficiências físicas e obstáculos da vida podem trazer experiências enriquecedoras se forem enfrentadas.

VIENS!                                                                                               
De Michel Reilhac
Tecnologia criativa: Carl Guyenette
2016– 12min
Sinopse
Três mulheres e quatro homens nus, surgidos de lugar nenhum num fundo branco, no espaço ensolarado de um cômodo iluminado fora do tempo. Eles se encontram, se tocam, compartilham a energia e se transformam espiritualmente. Eles fusionam com o mundo.

S.E.N.S
De Charles Ayats, Armand Lemarchand e Marc-Antoine Mathieu
Tecnologia criativa: UBMTH
Produção: Red Corner & ARTE France
2016– Jogo de aventuras – 30min
Sinopse
Sens é uma experiência interativa de realidade virtual na qual o espectador se dirige através de um cenário linear em preto e branco. É preciso selecionar direções, objetos e placas de direção para evoluir nesse jogo. As linhas puras e o fato de ser bicolor tornam essa experiência bem mística e relaxante, mas com toques angustiantes quando o personagem cai. Bonito, solene e elegante, Sens é uma experiência interessante a ter em realidade virtual.


Seleção do Festival  
SERGEANT JAMES
De Alexandre Perez
Com Elliot Daurat, Eléonore Joncquez
Produzido por Floréal Films
Ficção - 2017 – 7min
Sinopse
É a hora de dormir de Léo, um menino de sete anos. Quando sua mãe apaga as luzes, o pequeno menino pensa que pode existir algo embaixo da sua cama. É apenas a imaginação inofensiva de um menino, ou algo mais assustador?
Trailer https://www.youtube.com/watch?v=igEfVMU3-ZQ

KINOSCOPE
De Philippe A. Colin, Clement Leotard
Produzido por Ex Nihilo, Novelab, La Cinémathèque Française, Google Artes & Culture
Narração de Dean Tavoularis
Animação – 2016 – 9 min
Sinopse
De Méliès e Chaplin a Kubrick e Tarantino, Kinoscope é uma viagem pelas principais cenas que o cinema já capturou. A história é narrada pela famosa e lendária voz de Hollywood, o diretor de arte, Dean Tavoularis, que trabalhou em vários sucessos de bilheteria, como a série de filmes de “O Poderoso Chefão”, “Apocalipse Now”, “Um Golpe Muito Louco”, “O Fundo do Coração” e “Bonny e Clyde – Uma Rajada de Balas”.

ON SET - SLACK BAY
De Fouzi Louahem
Produzido por Arte GEIE, Les Editions Du Bout Des Doigts, CNC
Documentário imersivo
2015 – 27 min
Sinopse
On set - Slack Bay é um documentário de realidade virtual que explora o mundo do set de filmagens Slack Bay. Trata-se do primeiro média-metragem francês a oferecer experiência em 360º. O espectador pode seguir as trocas entre o diretor Bruno Dumont, os atores e a equipe, além de ter a experiência rara e inédita de ver o que acontece entre as câmeras e os atores. Ao longo do documentário, Bruno Dumont compartilha sua visão do set de filmagens, sua compreensão da realidade virtual, assim como as portas que isso abre, principalmente no meio cinematográfico, e suas limitações.

OUT OF THE BLUE                                                                 

De Sophie Ansel
Produzido por Pelagic Life, Oculus e Reelfx
Com Judith Castro Lucero, Yerick Vallesillo Castro
Documentário imersivo
2017 – 10 min
Sinopse
Out of the Blue conta a história inspiradora do legado de uma criança em Cabo Pulmo, uma pequena cidade do México. A área que uma vez foi descrita por Jacques Cousteau como “o aquário do mundo”, passou por anos de pesca intensa, matando assim seus recifes e deixando seus habitantes à beira da extinção. Para reconstruir esses recifes, as famílias dos pescadores escolhem tomar uma decisão drástica e revolucionária: sacrificar sua única fonte de alimento e renda, proibindo a pesca naquelas águas para que a vida marinha se restaure e volte a viver naquela região. A área renasce, e o Parque Marinho de Cabo Pulmo torna-se destino turístico mundial.
Trailer https://vimeo.com/213877611


O CURADOR do ‘Best of’ dos filmes independentes franceses
Michel Reilhac é produtor e diretor de narrativas interativas e realidade virtual. Durante muitos anos, foi diretor de cinema do canal ARTE France. Atualmente lidera o Submarine Channel Amesterdam. É também Chefe de Estudos para faculdades, Cinema e VR da Bienal de Veneza. Ele também é coprogramador da nova competição VR do Festival Internacional de Cinema de Veneza. Em conexão com seu trabalho pessoal de investigação sobre os novos desafios do storytelling digital e experiencial, realiza palestras e workshops sobre VR e narrativa interativa em diversos países.


O FESTIVAL
O Festival Varilux de Cinema Francês segue em pleno crescimento e registra um recorde do evento no Brasil. A edição de 2017, entre os dias 7 e 21 de junho, chega a mais de 55 cidades, distribuídas em 21 estados e Distrito Federal. A programação deste ano é composta por 19 produções inéditas nos cinemas brasileiros, incluindo um documentário e um clássico. Os maiores astros do cinema francês estarão presentes na seleção: o público poderá conferir os mais recentes trabalhos de Catherine Deneuve, Gérard Depardieu, Juliette Binoche, Marion Cotillard, Guillaume Canet, Omar Sy e Cécile de France. Outro destaque é à última atuação da inesquecível Emmanuelle Riva, falecida em janeiro último, em “Perdidos em Paris”. 
São Paulo e Rio de Janeiro recebem a delegação formada por diretores e atores das várias  produções e que participam de debates com o público. O Festival oferece ao público novas atividades paralelas este ano, com a organização de mesas-redondas e sessões democráticas em varias cidades, em parceria com as Alianças Francesas do Brasil e ColaborAmerica.
Sucesso de público em 2016, quando levou 156 mil pessoas aos cinemas, o festival repete o formato do ano passado com duas semanas de exibição. Produzido pela Bonfilm, o evento tem patrocínio principal da Varilux/Essilor, Ministério da Cultura através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Secretaria de Estado de Cultura, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

SOBRE A BONFILM
Além de distribuidora, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês, que em sua última edição, em 2016, foi realizado em mais de 52 cidades e contou com um público de  mais de 155 mil pessoas, comprovando sucesso de público e mídia. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival de filmes de ópera "Ópera na Tela".
Mais informações em: www.variluxcinefrances.com
Facebook: Festival Varilux de Cinema Francês (/variluxcinefrancês)
Instagram: @variluxcinefrances
Youtube: Festival Varilux de Cinema Francês.