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sexta-feira, 23 de maio de 2025

SEBASTIÃO SALGADO FALECEU HOJE 23 DE MAIO DE 2025

Com muita tristeza hoje mais cedo fiquei sabendo da morte do fotógrafo SEBASTIÃO SALGADO aos 81 anos.  Sua morte foi confirmada pelo Instituto Terra, criado por ele.

 Especialistas da ESPM comentam o legado de Sebastião Salgado, o maior fotógrafo brasileiro 

Fontes: Marcus Nakagawa, professor da ESPM especialista em ESG e Ricardo Pimentel, professor de fotografia da ESPM 

Morreu nesta sexta-feira (23), em Paris, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, aos 81 anos. Referência mundial no fotojornalismo e um dos maiores nomes da fotografia contemporânea, Salgado deixa um legado que transcende as imagens e se consolida como símbolo de ativismo ambiental, social e cultural. O Instituto Terra, fundado por ele e por sua esposa, Lélia Wanick Salgado, confirmou a morte do artista mineiro, nascido em 1944 em Aimorés, Minas Gerais. 

Com uma carreira iniciada em 1973, Salgado percorreu mais de 100 países, retratando povos isolados, trabalhadores, refugiados e paisagens naturais com uma sensibilidade única. Seu trabalho ultrapassou o universo artístico, influenciando debates sobre justiça social, dignidade humana e preservação ambiental.

Para  Marcus Nakagawa, professor da ESPM especialista em ESG, o fotógrafo não apenas documentou causas ambientais — ele as viveu. “Além de toda a parte cultural das fotos, esse patrimônio, o olhar de mundo, ele foi um ambientalista prático. Recuperou áreas degradadas em suas propriedades, plantou milhares de árvores e incentivou empresários a fazerem o mesmo. Ele não ficou só no ativismo visual, mas colocou a mão na terra e fez uma verdadeira revolução verde”, destacou Nakagawa.

Ricardo Pimentel, professor de fotografia da ESPM, ressalta a influência de Salgado na história da fotografia e nas gerações de fotógrafos que o sucederam. “É um legado extraordinário que transborda as fronteiras da fotografia. Ele transformou grandes causas humanas em verdadeiras obras-primas visuais. Inspirado por Henri Cartier-Bresson, foi além ao associar o compromisso estético com o ativismo social e ambiental. E isso tudo com a inestimável colaboração de Lélia, uma intelectual brilhante”, afirmou.

Pimentel relembra ainda o impacto do projeto de recuperação ambiental conduzido pelo casal no Vale do Rio Doce, que, apesar de ter sido interrompido pelo desastre da mineradora em Mariana, deixou um modelo replicado com sucesso em outras regiões. “A experiência mostrou que é possível reverter danos ambientais com método, ciência e sensibilidade. Salgado e Lélia provaram isso com ações concretas.”

O mundo também conheceu mais sobre a trajetória do fotógrafo por meio  do documentário O Sal da Terra (2014), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, filho do artista. A obra foi indicada ao Oscar e premiada em Cannes, ajudando a perpetuar o nome de Sebastião Salgado entre os grandes pensadores visuais do século 21.

Com sua morte, o Brasil perde um de seus maiores embaixadores culturais. Mas o legado de Sebastião Salgado permanece vivo nas imagens que capturou, nas árvores que plantou e nas consciências que despertou. 

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Sebastião Salgado, renomado fotógrafo mineiro, faleceu aos 81 anos em Paris; seu trabalho em preto e branco refletia sua visão artística e compromisso com a dignidade humana e a natureza. 

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sexta-feira, 24 de abril de 2020

SEBASTIÃO SALGADO SERÁ O ENTREVISTADO PELO RODA VIVA


SEBASTIÃO SALGADO DIRETO DE PARIS 


FOTÓGRAFO CONSAGRADO, ELE USA SUA CÂMERA COMO INSTRUMENTO NA LUTA CONTRA AS DESIGUALDADES



Na segunda-feira (27/4), o Roda Viva entrevista o fotógrafo Sebastião Salgado, direto de Paris, na França. Detentor dos principais prêmios de fotografia do mundo, ele colocou sua câmera como instrumento na luta contra as desigualdades, contra a violência das guerras e em defesa do meio ambiente. Com apresentação de Vera Magalhães, o programa vai ao ar a partir das 22h, na TV Cultura, 
no site da emissora, Twitter, Facebook, YouTube e LinkedIn.
Os registros fotográficos de Sebastião Salgado se transformaram em documento do que acontece com milhões de refugiados, incluindo mulheres e crianças, vítimas dos conflitos espalhados pelo planeta. Daí terem sido requisitados por organismos como a Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados e a Organização Mundial de Saúde.
Um dos fotógrafos mais conhecidos internacionalmente, recordista de público nas exposições que realiza em diversos países, Sebastião Salgado faz parte da Academia de Belas Artes da França. No Brasil, com inúmeros trabalhos e os livros que tem publicado, vem denunciado há décadas a destruição do meio ambiente e, agora, com a pandemia do Coronavírus, alerta para o risco existente para as populações indígenas.
O Roda Viva contará com uma bancada de entrevistadores (a ser informada em breve) e a participação remota do cartunista Paulo Caruso.






sábado, 3 de dezembro de 2016

O SAL DA TERRA EM ÚNICA EXIBIÇÃO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Documentário sobre Sebastião Salgado integra a mostra Êxodos e tem entrada franca


A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, quarta-feira, dia 7 de Dezembro, às 18h, o documentário O Sal da Terra, que integra a exposição Êxodos, de Sebastião Salgado. O Sal da Terra revela a vida e a obra do respeitado fotógrafo que foi testemunha de alguns dos principais eventos da história recente, conflitos internacionais, fome e êxodo. O filme é resultado do trabalho de seu filho Juliano Salgado e do renomado diretor Wim Wenders (fotografia 1) .


Indicado ao Oscar 2015 de Melhor Documentário, o longa O Sal da Terra embarca na descoberta de territórios imaculados, da flora e da fauna selvagem e de paisagens grandiosas como parte de um enorme projeto fotográfico. O filme é uma homenagem à beleza do planeta.


Para assistir à exibição, que tem entrada franca, os interessados devem retirar o ingresso a partir das 17h do mesmo dia.

ÊXODOS
Até o dia 12 de Fevereiro de 2017, o público terá a chance de ver a Exposição Êxodos, que ocupa as duas salas da CAIXA Cultural Curitiba, no térreo e no mezanino. A coleção de 60 imagens é resultado de viagens do consagrado fotógrafo durante seis anos por 40 países, e retrata pessoas que abandonam a terra natal contra a própria vontade. O trabalho explora cinco temas centrais, que é como a mostra está dividida: África; Luta pela Terra; Refugiados e Migrados; Megacidades; e Retratos de Crianças.

As galerias ficam abertas de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 19h. Em dezembro estarão abertas normalmente até o dia 22 (quinta-feira). Depois do Natal, serão abertas entre os dias 27 e 29 de dezembro (terça a quinta-feira). Após as comemorações de Ano Novo, o funcionamento volta ao normal no dia 3 de janeiro de 2017 (terça-feira).  

A coleção desta exposição foi doada por Lélia Wanick e Sebastião Salgado ao Instituto Terra, Ong ambiental que o casal fundou em 1998, em Aimorés, Minas Gerais, onde Salgado nasceu em 1944. A mostra, que ficou em cartaz em Salvador e em Recife neste ano, é uma realização da Via Press Comunicação e Eventos.


Cinema: O sal da terra
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 7 de dezembro de 2016 (quarta-feira)
Horário: 18h
Ingressos: Entrada franca. A retirada dos ingressos será no dia da exibição, a partir das 17h, limitada a dois ingressos por pessoa.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: não recomendado para menores de 12 anos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

SEBASTIÃO SALGADO CHEGA À CAIXA CULTURAL CURITIBA

Êxodos revela a humanidade em trânsito e instiga um debate bem atual sobre aqueles que são obrigados a deixar sua terra natal  

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 30 de Novembro a 12 de Fevereiro de 2017, a Exposição Êxodos, do renomado fotógrafo Sebastião Salgado. A abertura será no dia 29 de Novembro. A Mostra vai ocupar as duas salas da CAIXA Cultural Curitiba, no térreo e no mezanino. As galerias ficam abertas de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 19h. E no dia 7 de Dezembro (quarta-feira), às 18h, haverá exibição do documentário “O Sal da Terra”, sobre o fotógrafo, com entrada franca e retirada dos ingressos uma hora antes da exibição. 

A coleção de 60 imagens impactantes é resultado de viagens do consagrado fotógrafo durante seis anos por 40 países, e retrata pessoas que abandonam a terra natal contra a própria vontade. Em geral, elas se tornam migrantes, refugiadas ou exiladas, fugindo da pobreza, da repressão ou das guerras. “Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes”, define Salgado.

O trabalho explora cinco temas centrais, que é como a mostra está dividida: África; Luta pela Terra; Refugiados e Migrados; Megacidades; e Retratos de Crianças. Este último, comove por ser o registro daquelas que, mesmo envoltas no caos, mantêm viva a chama da esperança e da dignidade humana.

Premiado internacionalmente, o artista é considerado um dos maiores talentos da fotografia mundial, pelo teor social em seu trabalho. Esteve em mais de 100 países para projetos fotográficos que, além de inúmeras publicações na imprensa, foram apresentados em forma de livros e exposições apresentadas em museus no mundo inteiro, tais como: Outras Américas (1986), Sahel, l’Homme en détresse (1986), Trabalhadores (1993), Terra (1997), Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo (2000), África (2007), e Gênesis (2013). O livro mais recente, Perfume de Sonho, é fruto de uma viagem ao mundo do café (2015). Sebastião Salgado recebeu também honrarias por seu talento e sensibilidade ao registrar o mundo e a humanidade.

A coleção desta exposição foi doada por Lélia Wanick e Sebastião Salgado ao Instituto Terra, ong ambiental que o casal fundou em 1998, em Aimorés, Minas Gerais, onde Salgado nasceu em 1944. A mostra, que ficou em cartaz em Salvador e em Recife neste ano, é uma realização da Via Press Comunicação e Eventos.

Instituto Terra  
ONG ambiental fundada por Lélia Deluiz Wanick Salgado e Sebastião Salgado em 1998 em Aimorés, o Instituto Terra atua na recuperação da Mata Atlântica, na proteção de nascentes, na educação ambiental e pesquisa científica aplicada e na promoção do desenvolvimento sustentável do Vale do Rio Doce. 

A experiência bem sucedida de recuperação ambiental promovida em sua sede já soma mais de 7,5 mil hectares de áreas degradadas de Mata Atlântica em processo de recuperação na região, além da proteção de milhares de nascentes na Bacia Hidrográfica do Rio Doce.

O Sal da Terra  
O documentário O Sal da Terra, que fará parte da exposição na CAIXA Cultural Curitiba e terá sua exibição no dia 7 de dezembro, revela a vida e a obra de Sebastião Salgado, que foi testemunha de alguns dos principais eventos da história recente, conflitos internacionais, fome e êxodo. O filme é resultado do trabalho de seu filho Juliano Salgado e do renomado diretor Wim Wenders.

Indicado ao Oscar 2015 de Melhor Documentário, o longa O Sal da Terra embarca na descoberta de territórios imaculados, da flora e da fauna selvagem e de paisagens grandiosas como parte de um enorme projeto fotográfico. Uma verdadeira homenagem à beleza do planeta.



Serviço: Exposição: Êxodos – Sebastião Salgado
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Galeria Térreo e Mezanino - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba - PR
Abertura: 29 de Novembro (terça-feira), às 19h30
Visitação: 30 de Novembro a 12 de fevereiro de 2017
Horário das galerias: terça a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 19h
Ingressos: entrada franca
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: livre para todos os públicos.

Cinema: O sal da terra
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba - PR
Data: 7 de Dezembro de 2016 (quarta-feira)
Horário: 18h
Ingressos: entrada franca. A retirada dos ingressos será no dia da exibição, a partir das 17h.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sábado, das 12h às 20h, e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: não recomendado para menores de 12 anos.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

GENESIS A EXPOSIÇÃO PROJETO DE SEBASTIÃO SALGADO NO MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe a partir do dia 6 de Novembro, quinta-feira, às 19 horas, nas salas 4 e 5, a exposição “Genesis”, de Sebastião Salgado. A mostra segue até o dia 15 de Março de 2015 no MON.  No mesmo dia, às 16h30, haverá palestra com o fotógrafo no auditório do Centro de Convenções de Curitiba. A entrada para a palestra também é gratuita. Não é necessário fazer inscrição e a capacidade do auditório é de 1.300 pessoas.

Com curadoria de Lélia Wanik Salgado, a mostra é o resultado de oito anos de trabalho e reúne 245 imagens selecionadas. Dentro delas, o visitante pode observar as fotografias com temas como montanhas, desertos, florestas, tribos, aldeias, animais. Seu trabalho se mantém forte, focado na temática social, fotografias em preto e branco e bastante contrastadas.

Fruto de mais de 30 viagens, o objetivo do fotógrafo com esta mostra é trazer ao público ambientes que ainda não tenham sido atingidos pela vida moderna e que se mantêm intactos na natureza.
 

Seções temáticas
A mostra “Genesis” é dividida em cinco partes, em seus respectivos ecossistemas:
Planeta Sul
A Antártica, suas paisagens congeladas e seus destemidos animais, como pinguins, leões marinhos e baleias, fotografados inclusive em suas zonas de reprodução na Península Valdés.
Também estão nessa seção imagens do Sul da Georgia, as Falklands/Malvinas, o arquipélago Diego Ramirez e as Ilhas Sandwich, onde as numerosas espécies de albatrozes, petreis-gigantes, cormorões e também pinguins vivem.  


Santuários
Abrindo com as singularíssimas paisagens vulcânicas e a fauna das Ilhas Galápagos, engloba ainda as populações anciãs da Nova Guiné e Irian Jaya, os Mentawai da Ilha Siberut (nos arredores da província de Sumatra, na Indonésia), e paisagens, vida selvagem e vegetação dos diferentes ecossistemas de Madagascar.

África
A impressionante variedade de imagens: da extraordinária vida selvagem do Delta de Okavango, na Botswana, até os gorilas do Parque Virunga, na divisa de Ruanda, Congo e Uganda ; do grupo Himba, da Namíbia, e dos tribais Dinkas do Sudão, até a população do Deserto Kalahari em Botswana; das tribos do Omo Sul, na Etiópia, até as antigas comunidades cristãs do norte da Etiópia.
Na África, revelam-se espetaculares - e numerosos - desertos, com suas cores indo do cinza escuro até o vermelho profundo, suas texturas de areia e pedra; alguns são planos, como oceanos, outros estão interrompidos por montanhas áridas. Em algumas imagens capturadas na Líbia e na Argélia, veem-se sinais de vida, não somente cactos e roedores mas também na arte rupestre datada de milhares de anos.

Terras do Norte
Mostra as visões do Alasca e do Colorado, nos Estados Unidos; as paisagens naturais do Parque Nacional Kluane, no Canadá; estão aqui também o extremo Norte da Rússia, incluindo o local de reprodução do urso polar na ilha Wrangel, a população indígena Nenet, no norte da Sibéria, e também a península Kamchatka, na ponta mais oriental da Rússia.

Amazônia e Pantanal
A enorme floresta tropical, vista do céu, é cortada pelo rio Amazonas e seus afluentes – e o desenho lembra uma gigantesca árvore da vida, com braços e mãos se estendendo do coração do Brasil em direção aos países vizinhos. Seguindo em direção ao Norte para capturar os Tepuis Venezuelanos, as mais antigas formações geológicas na terra, a seção inclui ainda as imagens da vida selvagem do Pantanal no Mato Grosso, da tribo indígena Zo e, “contatada” pela primeira vez há apenas duas décadas, assim como as tribos mais assimiladas do alto Rio Xingu.

Genesis
A documentação, que também resultou em um livro de nome homônimo, já passou por Museus dentro e fora do Brasil. Suíça, França, Itália, Inglaterra e Canadá são alguns países. China, Coreia, Alemanha e Portugal vão receber a mostra em 2015.

No Brasil, São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro já receberam a exposição. Em Curitiba, o público pode conferir a mostra até março de 2015 no Museu Oscar Niemeyer.

Na obra de Sebastião Salgado, este é o terceiro mergulho de longa duração em questões globais. As primeiras foram Trabalhadores (1986-1992) e Êxodos (1994-1999), que retrataram as duras consequências das radicais mudanças econômicas e sociais sobre as vidas humanas.

Patrocínio
A exposição tem patrocínio da Copel – Companhia Paranaense de Energia - que comemora 60 anos em 2014. Considerada a maior empresa do Paraná, a Copel atua com tecnologia de ponta nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia, além de telecomunicações. 

Sobre Sebastião Salgado
O artista, nascido em Minas Gerais, emigrou para Paris com Lélia Salgado durante a ditadura militar no Brasil. Em suas viagens a trabalho para a África, começou a fotografar, sem intenções profissionais, com a Leica de Lélia, descobrindo assim sua paixão pelo fotojornalismo. Em 1979, o fotógrafo entrou para a Magnum – agência de fotografia criada por Robert Capa e Henri Cartier Bresson. 

No dia 30 de Março de 1981, Salgado estava fotografando uma série sobre os primeiros dias de Ronald Reagen e documentou o atentado a tiros contra o então presidente. Com exclusividade, a venda das fotos para diversos jornais foi o que financiou seu primeiro projeto de fotografia autoral e documental, uma viagem à África. 

Seu primeiro livro publicado foi em 1986, “Outras Américas”. No mesmo ano, lançou o “Homem em Pânico”, sobre a seca no Norte da África. Em 2000, Salgado lança “Êxodo”, focando neste fenômeno global. De 2004 a 2012, Salgado e sua esposa Lélia viajaram 32 regiões extremas para resultar no livro “Genesis”.

Hoje, Sebastião Salgado é embaixador da Boa Vontade da UNICEF e membro honorário da Academia de Artes e Ciências dos EUA.

Serviço: - Exposição “Genesis” – Sebastião Salgado
De 6 de Novembro de 2014 a 15 de Março de 2015
Salas: 4 e 5
Abertura: dia 6/11 (quinta-feira), às 19h.
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico – Curitiba
Terça a domingo, das 10h às 18h
R$6 e R$3 (meia-entrada)
Menores de 12 anos e maiores de 60 anos tem entrada franca

 
* Palestra com Sebastião Salgado
Dia 6 de Novembro de 2014, às 16h30
Entrada gratuita, capacidade para 1.300 pessoas.
Auditório do Centro de Convenções de Curitiba
Rua Barão do Rio Branco, 370. Centro - Curitiba.

 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

"GENESIS" DE SEBASTIÃO SALGADO PODE SER VISTA EM MILÃO

Itália recebe mostra ‘Genesis’ de Sebastião Salgado

Itália recebe mostra 'Genesis' de Sebastião Salgado (foto: Divulgação)

A exposição “Genesis” do fotografo Sebastião Salgado será inaugurada nesta sexta-feira dia 27 de Junho, em Milão, na Itália no Palazzo della Ragione.
    A mostra tem a curadoria de Lélia Wanik Salgado, promovida e organizada pela Prefeitura de Milão, por Civita, Contrasto e Gamm Giunti e idealizada pela Amazonas Imagens.
    A exposição, que poderá ser visitada até 2 de Novembro de 2014, inaugura o espaço permanente dedicado a arte da fotografia no Palazzo della Ragione.
    Com 245 imagens que compõem um itinerário fotográfico em preto e branco, a mostra conta a beleza do planeta.
Fonte: ANSA.