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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

MASP EXIBE TRILOGIA DE FILMES DE JANAINA WAGNER SOBRE A TRANSAMAZÔNICA

    MASP EXIBE TRILOGIA DE FILMES DE JANAINA WAGNER SOBRE A TRANSAMAZÔNICA  

Mostra inaugura ano de Histórias da Ecologia com vídeos sobre impacto da BR-230 no meio ambiente e no cotidiano das populações locais. Programação da Sala de Vídeo em 2025 também traz Emilija Škarnulytė, Maya Watanabe,

Inuk Silis Høegh,Tania Ximena e Vídeo nas Aldeias
 

Janaina Wagner, 2024, Quebrante (frame do vídeo). 

 

7 de fevereiro a 30 de março de 2025

 

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 7 de fevereiro a 30 de março, a Sala de Vídeo: Janaina Wagner. A mostra marca a estreia do documentário experimental Quando o segundo sol chegar / um cometa nos teus olhos (2025), de Janaina Wagner (São Paulo, SP, 1989), que tem como elemento central a BR-230, conhecida como Rodovia Transamazônica.

 

Projetada para conectar a Amazônia à costa brasileira, a construção da Transamazônica, ocorrida durante o período militar, foi marcada por uma perspectiva extrativista e por tensões com as comunidades da região. A exposição destaca como a rodovia transformou a paisagem e deixou marcas profundas no meio ambiente e no cotidiano das populações locais, afetando tanto a cultura quanto a história do Brasil.

 

Com curadoria de Leandro Muniz, curador assistente, MASP, a sala de vídeo exibe uma trilogia de vídeos gravados no território amazônico: Curupira e a máquina do destino (2021), Quebrante (2024) e Quando o segundo sol chegar / um cometa nos teus olhos (2025). Na trilogia, a rodovia inacabada dialoga com figuras do folclore brasileiro, criando metáforas críticas sobre a realidade do país. “A obra de Janaína Wagner se apropria de figuras mitológicas ou folclóricas para abordar conflitos reais, como é o caso da Curupira. A personagem carrega simbolismos marcantes, especialmente o detalhe dos pés para trás que andam para a frente, o que, no trabalho de Wagner, sugere as contradições do desenvolvimento predatório”, comenta Muniz.

 

Os documentários experimentais de Wagner criam ficções para refletir sobre a realidade, entrelaçando história da arte, cinema e literatura. O documentário Iracema – uma transa amazônica (1974), de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, foi uma referência central para a artista, que propôs uma continuação do longa-metragem ao contar novas histórias sobre o que acontece nas margens da rodovia BR-230. Como em Curupira e a máquina do destino (2021), filmado no distrito de Realidade (AM), que narra o encontro entre uma curupira e o fantasma encarnado de Iracema, personagem fictícia do filme de 1974.

 

Em Rurópolis (PA), primeira cidade fundada na BR-230 para servir de base aos trabalhadores que a construíram, transcorre Quebrante (2024). O vídeo acompanha Dona Erismar, a professora aposentada que descobriu as cavernas da região e ficou conhecida como “A Mulher das Cavernas”.

 

Encerrando a trilogia de pesquisa de Janaina sobre a Rodovia Transamazônica, Quando o segundo sol chegar / um cometa nos teus olhos (2025) anuncia a aproximação de um Segundo Sol e a catástrofe causada pela crise climática.

 

Sala de Vídeo: Janaina Wagner é a primeira exibição de 2025 no MASP, que, ao longo do ano, incluirá mostras audiovisuais de Emilija Škarnulytè, Maya Watanabe, Inuk Silis Høegh, Tania Ximena e Vídeo nas Aldeias. A Sala de Vídeo integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da Ecologia.

 

Confira a programação da Sala de Vídeo para 2025:

Sala de vídeo: Janaina Wagner

7.2 — 30.3.25

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Curadoria: Leandro Muniz, curador assistente, MASP

A artista Janaina Wagner (São Paulo, SP, 1989) produz vídeos, fotografias, desenhos e instalações que misturam registros históricos e ficções, reflexões críticas e mitologias diversas a respeito de temas como crise climática, paisagem e como as interações humanas formam o espaço. A artista parte de trechos da história do cinema e da literatura para criar outras histórias, agregando complexidade às originais.

 

Sala de vídeo: Inuk Silis Høegh

11.4 — 1.6.25

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Curadoria: Teo Teotônio, assistente curatorial, MASP
Inuk Silis Høegh (Qaqortoq, Groenlândia, 1972) é um artista e cineasta cujo trabalho elabora questões sobre as mudanças climáticas e os processos coloniais na Groenlândia. Filho de artistas, cresceu imerso em exposições e se inseriu profissionalmente no meio artístico a partir da produção audiovisual e escultórica, principalmente com documentários e instalações de grandes dimensões. Høegh se interessa pela relação entre humanidade e natureza, focando nos processos políticos e culturais do seu país e em como eles afetam os povos originários inuítes e o meio ambiente.

 

The Green Land [A terra verde] (2021) apresenta registros das intervenções visuais realizadas pelo artista na paisagem de sua terra natal, que enfrenta grandes mudanças devido ao aumento da temperatura média global. Com um ritmo lento e meditativo, o vídeo tematiza os quatro elementos naturais, todos representados por diferentes materialidades da cor verde. Água, fogo, terra e ar aparecem em momentos distintos, ora invadindo as monumentais montanhas e geleiras, ora integrando-se ao cenário. A cor, que dá nome ao país em inglês, é usada no trabalho como uma potência de transformação, seja pela recuperação da fauna e da flora, seja por sua degradação.

 

Sala de vídeo: Vídeo nas Aldeias

13.6 — 10.8.25

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Curadoria: Isabela Ferreira Loures, assistente curatorial, MASP
O Vídeo nas Aldeias é um projeto audiovisual criado em 1986 com o propósito de fortalecer o cinema indígena brasileiro. Idealizado por Vincent Carelli (Paris, França, 1953), o Vídeo nas Aldeias se dedicou, inicialmente, a registrar a cultura de diferentes povos indígenas brasileiros, apresentando as filmagens para as próprias comunidades. A partir de 1997, o projeto expandiu suas atividades para incluir oficinas audiovisuais realizadas junto a esses povos e passou a distribuir equipamentos de filmagem para que os participantes tivessem autonomia na representação de sua própria cultura. Desde então, a formação de cineastas indígenas e o suporte técnico para a produção de filmes se tornaram pilares fundamentais da atuação do projeto.

 

Os filmes produzidos formam um acervo plural que reflete a diversidade dos povos indígenas brasileiros. A sala de vídeo dedicada ao Vídeo nas Aldeias pretende destacar filmes produzidos pelo projeto em parceria com comunidades indígenas, os quais abordam formas distintas de lidar com a terra e com o meio ambiente, retratando aspectos de suas culturas e cosmologias, além da urgente luta pela demarcação territorial.

 

Sala de vídeo: Tania Ximena

22.8 — 28.9.25

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Curadoria: Matheus de Andrade, assistente curatorial, MASP

A primeira exposição individual de Tania Ximena (Hidalgo, México, 1985) no Brasil, apresentada na sala de vídeo, investiga as complexas relações entre humanidade, natureza e ciclos de transformação do planeta. A artista constrói narrativas que atravessam tempos geológicos e históricos, conectando formas de vida animadas e inanimadas, naturais e espirituais, manifestas em minerais, vegetais, animais, céu, terra e água. Por meio de imagens que combinam registros documentais, intervenções espaciais e fabulações poéticas, Ximena reflete sobre os impactos da ação humana no meio ambiente, apresentando a paisagem como protagonista de processos decisivos. Em sua obra, a paisagem não é apenas território ou recurso a ser explorado, mas um agente ativo que possibilita a existência humana.

 

Seu trabalho aborda desde rituais ancestrais que atraem chuva em regiões áridas e saberes tradicionais capazes de revelar cursos hídricos subterrâneos, até o derretimento de geleiras causado pelas mudanças climáticas. A artista navega por paisagens como vulcões, geleiras, rios e desertos, revelando a resiliência inerente à natureza e seus contínuos ciclos de transformação. Onde antes havia gelo, surge outro ecossistema. O que está em jogo não é a existência da Terra, mas a sobrevivência da humanidade nela. A obra de Ximena convida à reflexão sobre a interseção entre narrativas locais e formas não predatórias de existência.

 

Sala de vídeo: Emilija Škarnulytè

10.10 — 23.11.25

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Curadoria: Daniela Rodrigues, supervisora, MASP

Emilija Škarnulytė (Vilnius, Lituânia, 1987) é artista e cineasta, trabalha na interseção entre o documental e o imaginário, entre o factual e o fantasioso. Através de narrativas poéticas e imagens impactantes – capturadas, modeladas em 3D ou reinterpretadas, e apresentadas de maneira imersiva –, Škarnulytė reflete sobre dilemas urgentes de nosso tempo. A sala de vídeo recebe a primeira exposição da artista no Brasil e na América do Sul.
 

Seus filmes exploram diversas paisagens, como o encontro de rios, cidades, servidores de dados submersos, zonas com níveis baixíssimos de oxigênio e oceanos profundos. Seu olhar investigativo sobre as cicatrizes deixadas pela humanidade no planeta nos coloca em contato com tempos geológicos, de milhares de anos de formação da Terra, até futuros distópicos, nos quais a ficção científica toma lugar. Seres que habitam suas imagens, como a sereia que a própria artista performa em alguns filmes, nadam por águas pré-históricas ou pós-humanas, refletindo sobre a fragilidade ecológica ao longo do tempo e sobre as relações entre o natural e o humano.

 

Sala de vídeo: Maya Watanabe

5.12 — 25.1.26

2° subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Curadoria: Glaucea Helena de Britto, curadora assistente, MASP
A artista e pesquisadora Maya Watanabe (Lima, Peru, 1983) atua com performance, vídeo e instalações de vídeo multicanal que exploram os limites da representação, especialmente em contextos de violência política. Por meio de uma abordagem que investiga os possíveis espaços de interseção entre memória pessoal e memória histórica, a artista torna tangível a tensão e a violência que caracterizam os conflitos internos de seu país natal, o Peru, assim como de outras realidades ao redor do mundo. A artista evidencia como esses cenários impactam os modos de vida na contemporaneidade e produzem lacunas nas paisagens emocionais das pessoas atingidas.

 

SERVIÇO: SALA DE VÍDEO: JANAINA WAGNER

Curadoria: Leandro Muniz, curador assistente, MASP

2º subsolo, Edifício Lina Bo Bardi

Visitação: 7.2.2025 a 30.3.2025
 

MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP 

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta a quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até às 17h); fechado às segundas.

Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos

Ingressos: R$ 75 (entrada); R$ 37 (meia-entrada)

 

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

FUNARTE RELANÇA VÍDEOS DO PROJETO PIXINGUINHA COM RECURSOS DE ACESSIBILIDADE

 

Funarte relança vídeos do Projeto Pixinguinha 

Materiais ficam disponíveis gratuitamente no canal da Fundação no YouTube​​​​​​​


Divulgação: Pixinguinha / Arquivo Nacional -  Domínio Público


A Fundação Nacional de Artes - Funarte disponibiliza, na próxima quinta-feira, dia 10 de fevereiro, documentários do Projeto Pixinguinha em seu canal no YouTube. A homenagem é realizada no mês em que se completam 49 anos da morte de Pixinguinha (1897-1973). Publicados com recursos de acessibilidade (Libras, Closed Caption e audiodescrição), os vídeos documentam a trajetória do programa institucional que celebrou a memória do músico e que circulou pelo Brasil em diferentes fases, entre 1977 e 2017.

Pixinguinha faria 125 anos em 4 de maio deste ano e nos deixou no dia 17 de fevereiro de 1973, em pleno Carnaval, aos 75 anos. Na playlist que será lançada, o público também poderá conferir, gratuitamente, um vídeo em celebração aos 120 anos de Pixinguinha, divulgado em 2017, com depoimentos dos letristas Hermínio Bello de Carvalho e Paulo César Pinheiro, do fotógrafo Walter Firmo e do arranjador Paulo Aragão.

A publicação dos vídeos do Projeto Pixinguinha é uma das ações da Funarte de divulgação dos materiais do Brasil Memória das Artes (BMA) no YouTube. O Brasil Memória das Artes foi um projeto de digitalização do acervo para acesso on-line, realizado desde o início dos anos 2000, com itens variados da vasta coleção da Funarte — como fotografias, arquivos sonoros, textos e documentos, que fazem parte da memória das artes cênicas, das artes plásticas e da música do Brasil.

Confira o canal da Funarte no YouTube aqui

Sobre o Projeto Pixinguinha 
Em 1977, o produtor, animador cultural, poeta e pesquisador musical Hermínio Bello de Carvalho idealizou o Projeto Pixinguinha, iniciativa promovida pela Funarte que se tornou um importante capítulo da trajetória da música popular brasileira. Pixinguinha havia falecido aos 75 anos, no carnaval de 1973.

O projeto Pixinguinha previa a circulação de intérpretes, músicos e toda a equipe técnica pelo país. A ação funcionou regularmente entre 1977 e 1989 e teve dois períodos de suspensão, entre 1990 e 1992 e entre 1997 e 2002. Em 2003, foram iniciadas ações para a retomada, concretizada entre 2004 e 2007. As duas últimas versões do projeto foram realizadas em 2009 e em 2017. Muitos nomes de peso passaram pelo projeto, tais como Cartola, Alceu Valença, Ademilde Fonseca, Edu Lobo e Clementina de Jesus.

Um dos vídeos disponibilizados agora no YouTube com recursos de acessibilidade é O Projeto Pixinguinha em primeira audição, no qual gravações raras de 1977 funcionam como ponto de partida para uma conversa entre especialistas. Já o vídeo Projeto Pixinguinha: segunda parte da audição comentada relembra, também com a participação de especialistas, as atuações de Jards Macalé, Carmem Costa, Lúcio Alves e Cartola.

Outros vídeos abordam as origens e bases do projeto, com participação da cantora Dóris Monteiro e do dramaturgo João das Neves, e também documentam a retomada entre 2004 e 2007, incluindo o material do DVD lançado sobre a temporada de 2005, com documentário e clipes musicais. Nesses vídeos, é possível assistir a depoimentos de artistas como a cantora Mônica Salmaso, falando sobre a importância do projeto para chegar a pessoas de todo o Brasil; o músico Lui Coimbra, destacando as redes formadas a partir da passagem por diferentes cidades; entre outros, como Mart'nália e Celso Fonseca.

"Sem o Projeto Pixinguinha é quase impossível você fazer uma turnê como essa, com toda essa estrutura, com essa infraestrutura que a gente tem de palco, de tudo, para mostrar nosso trabalho", declarou Lula Barbosa em trecho de um dos documentários.

Aniversário de Pixinguinha 
Até 2016, o dia 23 de abril era considerado o dia de aniversário de Pixinguinha. Mas o pesquisador e músico Alexandre Dias realizou um levantamento no cartório onde o artista foi registrado e verificou que a data correta do nascimento é 4 de maio de 1897.

O compositor, maestro, arranjador e instrumentista Alfredo da Rocha Vianna Filho, mais conhecido como Pixinguinha, nasceu na cidade do Rio de Janeiro e cresceu na região central, com os pais e 13 irmãos.

Formou o conjunto Oito Batutas, em 1919, com o irmão China e os músicos Donga, Nelson Alves, Jacob Palmieri e José Alves de Lima. No mesmo ano, eles iniciaram uma excursão por São Paulo e Minas Gerais, patrocinada por Arnaldo Guinle. Em 1921, excursionam pela Bahia e Pernambuco para realizar shows e pesquisar gêneros musicais brasileiros.

“Logo que nasceu, em 23 de abril de 1897, recebeu da avó africana o apelido de Pizindin, que significa menino bom. Depois, por ter tido varíola – doença popularmente conhecida como bexiga –, passou a ser chamado de Bexiguinha. Da junção desses dois apelidos, surgiu o nome artístico que o consagraria para sempre”, informa o produtor Paulo César Soares em programa especial de rádio da série Estúdio F, da Funarte.


Realização
Fundação Nacional de Artes – Funarte | Secretaria Especial da Cultura | Ministério do Turismo | Governo Federal

Mais informações para a imprensa
Assessoria de Comunicação – Funarte
ascomfunarte@funarte.gov.br

Outras ações e editais da Funarte: www.funarte.gov.br                                                                     

quarta-feira, 22 de junho de 2016

FESTIVAL DO MINUTO LANÇA TEMA " MAPAS SONOROS DA CIDADE"

Vídeos inscritos no projeto que tem apoio da Vivo irão compor o mapa online do Festival,
que permite a navegação pela localidade onde os conteúdos foram realizados

Mar, metro, moto, praça, pessoa, padaria, boteco e balsa, a cidade é repleta de sons e silêncios. Em seu novo tema, “Mapas sonoros da Cidade” o Festival do Minuto convida realizadores audiovisuais e outros interessados a produzirem um vídeo de até um minuto onde os sons da cidade são o tema principal. O projeto é aberto a todas as cidades, mas terá como foco o Rio de Janeiro, que em 2015 completa 450 anos. O Festival irá premiar as melhores produções com o Troféu Minuto. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.festivaldominuto.com.br  até 30 de Setembro.  O projeto tem o patrocínio da Vivo por meio da plataforma Vivo Transforma e da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
Segundo o curador do Festival, Marcelo Masagão, o Festival do Minuto considera a discussão da vida nas cidades, fundamental no mundo contemporâneo. “Já realizamos duas versões do concurso Mapas Afetivos da Cidade e agora lançamos o desafio de pensar a cidade do ponto de vista de suas sonoridades e silêncios”, revela Masagão. A expectativa é reunir mais de 200 filmes sobre o tema.
Os vídeos enviados ficarão disponíveis no novo mapa online do Festival, que permite a navegação pela localidade onde os conteúdos foram realizados ao redor do mundo. Nas últimas edições do Mapas Afetivos, de 2014 e 2015, centenas de vídeos foram recebidos pelo Festival e podem ser acessados no site. "Corpo Cidade", de Gabriela Greeb (2015); "Diminuto", de Daniel Vincent (2015); e "Warm Liguria", de Olga e Tatiana Poliektova (2014), são alguns dos destaques premiados pelo júri.

Sobre o Festival do Minuto                                       
Criado no Brasil em 1991, inspirou a criação de festivais do minuto em mais de 50 países. Nestes anos recebeu mais de 50 mil vídeos minutos dos 4 cantos do planeta. À partir de 2007, o Festival tornou-se permanente e online, passando a realizar inúmeros concursos no decorrer do ano. Offline, o Festival é exibido em mais de 400 equipamentos culturais de mais de 100 cidades brasileiras, na já tradicional rede de exibição do minuto.
O acervo conta com vídeos de diversos realizadores e artistas: Carlos Nader, Anna Muylaert, Fernando Meireles, Beto Brant, Tata Amaral, Kiko Goifman, Walter Carvalho, entre outros.
Assista à vinheta de lançamento do concurso Mapas Sonoros da Cidade aqui.

Vivo Transforma
O projeto Festival do Minuto - “Mapas  Sonoros da Cidade”  é apoiado pela Vivo por meio  da plataforma Vivo Transforma”, criada pela empresa em 2015 para promover a democratização do acesso à cultura. Em 2016, serão mais de 90 projetos apoiados por meio das leis de incentivo fiscal, em diferentes regiões do país, com foco em transformação social, revelação de novos talentos e valorização da cultura nacional. Somente no Estado do Rio, a empresa deve aplicar cerca de 10 milhões de reais e beneficiar milhares de pessoas, entre artistas e público participante.

Mais informações:                                                      
www.festivaldominuto.com.br (inscrições pelo site) / contato@festivaldominuto.com.br


quinta-feira, 14 de maio de 2009

MOSTRA DE VÍDEOS 5ª BIENAL VENTOSUL

As inscrições se encontram abertas para mostra de vídeos da 5ª Bienal VentoSul

Com o tema Água Grande: Os Mapas Alterados, exibição de filmes reunirá produção de diversos países. Vídeos já podem ser inscritos gratuitamente

A Mostra VentoSul: Vídeos de Artista já está com as inscrições abertas. Até o dia 5 de junho os interessados podem cadastrar os trabalhos que, após uma seleção realizada por especialistas em videoarte, serão exibidos, de 6 a 11 de outubro, na Cinemateca de Curitiba. O evento, aberto à população, faz parte da 5ª Bienal VentoSul, mostra de artes visuais que acontece na cidade de agosto a outubro deste ano.

Com objetivo de traçar um paralelo com as obras selecionadas para a Bienal, a mostra de vídeo irá retratar a produção dos países de origem dos artistas. Os participantes poderão inscrever curtas-metragens de até 15 minutos relacionados ao conceito desta edição da Bienal VentoSul - Água Grande: Os Mapas Alterados.

A coordenação da mostra está sob a responsabilidade de Tom Lisboa, mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná. Lisboa também é o criador do curso de Cultura Cinematográfica - em que ministra aulas de formação de platéia crítica em cinema, e do Cineclube Contramão.

Os interessados em inscrever seus trabalhos devem ser radicados nos seguintes países: Alemanha, África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Guatemala, Índia, Japão, México, Noruega, Paraguai, Peru, Suécia, Uruguai e Venezuela.

Serviço: Mostra VentoSul: Vídeos de Artista
Inscrições gratuitas até 5 de junho (sexta-feira) pelo site www.bienalventosul.com.br/videos
Exibição dos vídeos: De 6 a 11 de outubro de 2009
Mais informações: contato@bienalventosul.com.br